CINCO MANEIRAS DE DEUS RESPONDER ORAÇÕES

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Qualquer que seja a resposta, ela vem sempre visando o melhor para você.

Ao longo dos anos descobri nas Escrituras, e pela experiência, que Deus ama responder as orações. Aqui estão cinco de suas respostas mais freqüentes:

“Não, eu te amo demais”

O Deus do universo não é obrigado a dizer ‘sim’ para todas as orações. Isto é ótimo, levando em consideração algumas coisas que pedimos. Às vezes Deus diz ‘não’ para os pedidos mais profundos em nosso coração. Você já descobriu esta verdade em sua vida? Eu já descobri. Quando minha amiga Diane começou a perder sua audição. Quando minha sogra ficou enferma. Quando meu sobrinho contraiu AIDS.

Eu seria conhecido como Luis Palau Júnior, se não fosse o fato de Deus ter dito ‘não’ para uma das minhas mais recorrentes orações. Após meu décimo aniversário, meu pai, Luis Palau teve uma broncopneumonia e morreu dez dias depois. A morte se tornou para mim a mais inegável realidade. Tudo pode ser discutido e pensado, mas a morte está aí, encarando a todos nós, face a face. Ela acontece, até para as pessoas mais abençoadas. Não importa o quanto oramos. Por quê? Porque ainda vivemos em um mundo caído.
Lembro-me disso repetidamente desde 11 de setembro de 2001, dia dos ataques terroristas nos EUA. Milhares de vidas foram salvas naquele dia. Mas Deus disse ‘não’ para as orações de milhares de outras vidas. Algum bem virá da morte destes? Eu creio que sim.

Sem dúvida, a morte de meu pai teve mais impacto no meu ministério do que qualquer outra coisa em minha vida inteira, além da minha conversão a Jesus Cristo. Meu desejo é que as pessoas se acertem com Deus, compreendam a grande questão e que, como o meu pai, morram cientes de que estarão com Jesus, de “estar com Cristo, pois é muito melhor” (Filipenses 1.23).

Isto significa que não devemos orar? Não. Significa o oposto. Ao longo dos anos, viajando pelo mundo, descobri outras quatro formas de Deus responder as orações. Acredite: ele gosta de dizer “sim!”

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“Sim, mas você precisará esperar”

Respostas imediatas às orações? É isto que você quer, é isto que eu quero. Mas Deus não trabalha sempre desta maneira. E para que o melhor ocorra, precisamos ser pacientes. Em alguns casos, precisamos esperar até que o relógio sinalize meia-noite, para que sua resposta chegue.

Phil Callaway não sabia o que responder ao ser questionado por seus filhos “se a mamãe iria morrer”. Sua esposa Ramona sofria com grave enfermidade.

Centenas de amigos e parentes oraram, mas o peso de Ramona eventualmente chegara a 40 kg. Médicos especialistas tentaram de tudo, mas no outono de 1996 ela tinha crises diariamente, muitas vezes a cada hora.
Phil quase nunca deixou de ficar ao lado de Ramona. Ele não sabia se ela chegaria a completar 30 anos. Certa tarde, quando já não era possível enxergar qualquer vestígio de esperança, Phil caminhou até o quintal, ajoelhou-se e clamou: “Deus! Não agüento mais. Por favor, faça algo!”. De repente, o nome de um médico lhe veio à mente. Phil ligou para este médico, que examinou Ramona na manhã seguinte e deu o diagnóstico de uma rara deficiência química. Dentro de uma semana, as crises de Ramona terminaram. Seus olhos brilhavam novamente. O milagre foi tão incrível que Phil afirmou: “Deus devolveu minha esposa!”.

“Peçam e lhes será dado; busquem e encontrarão; batam e a porta lhes será aberta” (Mateus 7.7).

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”Sim, mas não exatamente o que você espera”

Você já pediu a Deus que o usasse? Se já o fez, espere o inesperado.

O jogador Sherman Smith, da Liga Nacional de Futebol, é conhecido como o “Tanque Sherman”; tem 1,90m e pesa 102 kg de músculos sólidos em sua maioria. Sua reputação na defesa aumentou seu status de celebridade, enquanto jogava para o Seattle Seahawks. No entanto, sem qualquer aviso, o Seahawks vendeu o passe de seu jogador mais popular para o San Diego Chargers. Da noite para o dia tudo mudou para o jogador, cuja fé era tão sólida quanto seus músculos. Em poucas semanas jogando no Chargers ele machucou seriamente seu joelho. “Por que em tempos de reabilitação Deus me trouxe para San Diego?”, ele perguntava.
Enquanto seu joelho se recuperava, Sherman teve a oportunidade de levar um de seus colegas de time à Cristo. Este jogador que se converteu, Miles McPherson, desde então tem se destacado como um evangelista que tem levado milhares de jovens a Cristo todos os anos.

Porque Sherman foi enviado a San Diego? Deus queria usá-lo, com certeza.

“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos e ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3.5-6).

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“Sim, e tem mais!”

Você já se perguntou se Deus realmente sabe o que você quer e o que você precisa?

O australiano David Smallbone sentiu que Deus o dirigia a promover shows cristãos em sua cidade natal onde apenas 5% da população era cristã. Durante um tour, eram tão poucos os fãs que iam aos shows que David teve um prejuízo de 250.000 dólares! Até sua casa lhe foi tirada e este pai de seis filhos teve que buscar uma solução. Um artista famoso lhe ofereceu um emprego em Nashville (EUA) e a família vendeu todos os pertences que ainda lhe restavam para comprar as passagens para os Estados Unidos. No entanto, algumas semanas depois que chegou, David foi informado de que o emprego não estava mais disponível. Ele ficou prostrado na cama por dias e dias. Quando David e sua esposa explicaram aos filhos o que havia acontecido, todos se ajoelharam e pediram ajuda a Deus.

Coisas interessantes começaram a acontecer. Deus providenciava sacolas de alimentos, providenciou uma van e pequenos serviços dos mais diversos. Então a maior surpresa de todas aconteceu: a filha mais velha Rebecca, então com 15 anos, conseguiu um contrato com uma gravadora. Rebecca gravou seu primeiro CD usando um antigo sobrenome de família, St.James.

Acelere o filme para os dias atuais. David promove os shows de sua própria filha, shows que têm sempre ingressos esgotados. Rebecca St.James tornou-se uma das artistas cristãs mais conhecidas na atualidade. A revista Cristianismo Hoje colocou seu nome entre os “50 maiores e mais promissores líderes cristãos com menos de 40 anos”. Temos prazer em convidá-la para cantar em nossas conferências cristãs ao redor do mundo.

Nada surpreende a Deus, Ele sabia o que estava fazendo!

“’Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de lhes dar uma esperança e um futuro’” (Jeremias 29.11).

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“Sim, pensei que você nunca pediria”

Muitas pessoas pensam que a oração é algo complicado. Na realidade, a oração mais simples pode lhe trazer o milagre que você precisa, quando você precisa.

Após uma séria queda, um senhor chamado Luke Mulder orou para receber Jesus Cristo. Então orou por sua esposa Clara, que estava visitando sua irmã na Califórnia. Naquele mesmo dia, Clara ouviu alguém compartilhar o evangelho e aceitou a Cristo.

O cartunista cristão Ron Wheeler sonhava em criar personagens para evangelizar, mas precisava de um novo computador. Encontrou o tipo que precisava e começou a orar. Duas semanas depois um amigo ligou para Ron e lhe ofereceu um computador do mesmo modelo que havia pedido em sua oração. Pouco tempo depois de instalar o computador, Ron recebeu uma ligação da Sociedade Americana de sua categoria, solicitando que ele desenhasse uma série completa de personagens evangelísticos para tirinhas de diversos meios de comunicação.

Meus amigos Esteban e Carmela Tosoni dirigiam por uma estrada em uma das montanhas mais altas do mundo, quando seu carro quebrou. Estavam a 30 km da cidade mais próxima. A família Tosoni orou por ajuda divina. Quando abriram os olhos, um mecânico simplesmente apareceu e perguntou se precisavam de ajuda, consertou o carro e então partiram.

Coincidências? Dificilmente.

“A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5.16).

Luis PALAU

Retirado do site http://solomon1.com

INTERCESSÃO IV – JERUSALÉM 2008

Dando uma olhada nos blogs do nosso ministério, passei pelo Blog TZHL, e vi um post muito interessante, e pensei em colocá-lo como nosso motivo de Intercessão dessa semana. Espero que gostem e que, principalmente, orem por JERUSALÉM.

Pr. Fábio Guimarães

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O Dia de Oração pela Paz em Jerusalém (DOPJ) é um movimento de oração global, que reune mais de 150 mil igrejas, de 150 diferentes nações, com um objetivo em comum: orar por Israel, e posicionar cristãos a seu favor, como genuínos parceiros.

O DOPJ tem sido também um instrumento de Deus para alianças e vínculos com a comunidade judaica, em conjunto ao governo de Israel. Temos ganhado a confiança destes, e cremos que Israel já tem inimigos entre as nações. O povo de Israel necessita saber que não estão sozinhos, e que cristãos são seus verdadeiros parceiros.

Neste ano distribuiremos material promocional do DOPJ, bem como daremos continuidade ao Programa de Treinamento “Sentinelas Sobre o Muro”, que visa treinar e equipar cristãos para intercederem por Israel. Este seminário é ministrado em igrejas e seminários bíblicos, e acompanha um rico material desenvolvido sobre sólida base bíblica. Por isso, mantenha contato conosco.

No dia 5 de Outubro vamos nos unir a mais de 150.000 igrejas, e orar para o cumprimento do mandato do Senhor no Salmo 122:6,

“Orai pela paz em Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam”.

Solicitamos que você e sua igreja ou congregação se inscrevam no site www.diadeoracao.org, para unir-se aos irmãos de mais de 150 nações.

Ao recebermos sua inscrição enviaremos material informativo e promocional. Para mais informações, visite o site www.diadeoracao.org ou escreva-nos um e-mail: info@diadeoracao.org. É importante lembrar que esse evento ocorre anualmente, no primeiro domingo de cada Outubro, mas mas nosso compromisso de orar por Jerusalém deve ser diário.

Somos impulsionados pelo coração de Deus, para que a oliveira e o zambujeiro (Romanos 11) estejam por fim reconciliados, e possamos distribuir a Salvação que vem de Sião, através de Yeshua Hamashiach (Jesus Cristo).

Vamos manter contato – contamos com a sua parceria.

B’Ahava (no amor),

Coordenação nacional

Maiores Informações:

http://www.diadeoracao.org/

www.mcotzhl.wordpress.com

Vídeo da Campanha 2008

INTERCESSÃO III – TABATINGA-AM

Aí galera, visitando o site da nossa igreja, www.basemco.com, vi uma notícia muito importante e resolvi coloca-la como a nossa intercessão desta semana.

Trata-se da cidade de Tabatinga-AM, pra quem não sabe, Tabatinga é uma cidade muito importante para nós e para nossos pastores, pois foi lá que “começou” o nosso ministério, os meus pais fundaram uma igreja lá e queria que você lesse com muita atenção e, principalmente, orassem por TABATINGA-AM.

Aí vai a matéria na integra:

“Estrada” para Umariaçu – Tabatinga-AM

Quem conhece um pouco de MCO sabe que o estado do Amazonas é parte fundamental da nossa história. Muito mais ainda por Tabatinga, cidade onde nossos pastores fundaram uma igreja e pela qual têm um carinho bastante especial. O município já integra nossa lista de oração pelas ocorrências de problemas como o tráfico de drogas, em expansão principalmente pela proximidade com a fronteira com a Colômbia. Agora, mais um item preocupante se apresenta: o homossexualismo. Estima-se que, pelo menos, 20 índios da tribo ticuna estejam aderindo a trejeitos femininos, pintando os cabelos e fazendo unhas e sobrancelhas. Confira a notícia na íntegra:

Antropólogos dizem haver registros que remontam ao século 19. Mas, na prática, até quem convive entre os índios ticuna, a etnia mais populosa da Amazônia brasileira, acha estranho que, de um tempo para cá, tantas crianças e jovens estejam se identificando com o homossexualismo. Alguns deles já se recusam a pintar o pescoço com jenipapo para ter a voz grossa, como a tradição manda fazer na adolescência, nem aceita as regras do casamento tradicional, em que os casais são definidos na infância.

Entrevistados pelo jornal Folha de S. Paulo, no mês passado, um pequeno grupo que assumiu a homossexualidade, disse estar sofrendo preconceito dentro da aldeia, onde os gays são agredidos e chamados de nomes pejorativos como “meia coisa”. Marcenio Guedes, 24, e seu irmão, Natalício, 22, pintam o cabelo e as unhas e fazem as sobrancelhas. Trabalham como dançarinos em um grupo típico ticuna que se apresenta nas cidades da região.

Marcenio diz que brigava muito com o pai e que saiu de casa aos 15 anos. “Fui para Tabatinga trabalhar como “empregada doméstica”. Eu fazia comida, passava roupa, lavava.”

Ao voltar para casa, uma construção de madeira com dois cômodos, onde mora com quatro dos sete irmãos e os pais, Marcenio resolveu cuidar dos afazeres domésticos. O grupo de dança foi criado em 2007, com apoio da família.

“Não sofro discriminação por dançar, todo mundo respeita, assiste. Sofro preconceito [de outros jovens] na aldeia. Se falo alguma coisa, querem me bater, jogar pedra, garrafa.” Natalício diz que tem medo de andar sozinho. “Vou sempre com um colega”, afirma.

Os irmãos integram a estatística que mostra cerca de vinte jovens assumidamente gays que vivem entre os 3.649 índios ticunas no Alto Solimões. Segundo a Funai (Fundação Nacional do Índio), há registros de gays também nas aldeias de Umariaçu 1, Belém do Solimões, Feijoal e Filadélfia.

O ticuna Clarício Manoel Batista, 32, é professor do ensino fundamental e estuda pedagogia na UEA (Universidade Estadual do Amazonas), em Tabatinga. Ele foi um dos primeiros a assumir a homossexualidade na aldeia Umariaçu 2. “Alguns me discriminam. Fico calado, não falo nada. Eu não ligo para eles”, diz. Ele contou aos pais que era homossexual aos 16 anos. “Meu pai não me maltratava porque sempre gostei de estudar, sempre fiz tudo em casa: limpeza, comida, lavar louça.”

Questionado se foi pelo trabalho doméstico que ganhou respeito em casa, ele confirmou. “Na verdade, eles [os pais] não queriam que eu fosse assim. Eles não gostam. Dizem: ninguém gosta desse jeito.” É o que confirma Darcy Bibiano Murati, 40, indígena da etnia ticuna e administrador substituto da Funai: “Isso é novo para a gente. Não víamos indígenas assim, agora rapidinho cresceu em todas as comunidades. São meninos de 10, 15 anos”, disse.

O cientista social e professor bilíngüe (português e ticuna) de história Raimundo Leopardo Ferreira afirma que, entre os ticunas, não havia registros anteriores da existência de homossexuais, como se vê hoje. Ele teme que, devido ao preconceito, aumentem os problemas sociais entre os jovens, como o uso de álcool e cocaína. “Isso [a homossexualidade] é uma coisa que meus avós falavam que não existia”, afirmou.

Taís Brem – www.basemco.com