Pai finge ser o filho na internet para flagrar suspeito de pedofilia

Quando chegar a uma audiência marcada para a tarde desta terça-feira (27), o pai de dois meninos e uma menina vai encarar uma história que resultou na detenção de um suspeito de aliciamento de menores. O homem, que prefere ser identificado somente como F., embarcou nessa história ao descobrir que seu filho mais velho — que completa 14 anos nesta terça– recebia na internet propostas sexuais de um suspeito de pedofilia com 32 anos. A partir daí, a rotina da família mudou completamente: houve ameaças de morte, flagrante e também mudanças na rotina para se proteger de um desconhecido que, segundo o pai do garoto, sabia o telefone e endereço da família.

“Minha vida virou de cabeça para baixo”, resume o pai, que relatou sua história ao G1 – veja o depoimento no vídeo acima e também no texto a seguir. A emboscada que ele montou acabou não dando certo. Mas dois dias depois, com a ação de um outro pai que também contou ter o filho ameaçado, o suposto aliciador foi preso.

(A reportagem tentou entrar em contato com o advogado do suspeito diversas vezes por telefone, na sexta-feira, 23, segunda-feira, 26, e terça-feira, 27, mas não obteve sucesso.)

A suspeita
O pai começou a suspeitar de algo errado em julho, quando seu filho, então com 13 anos, passou a falar sobre assuntos que não faziam parte de sua realidade. “Eram uns papos estranhos, de que ele compraria uma moto e também participaria de programas na TV. Meu filho sempre gostou de moto, mas ainda não tem idade para tirar carteira e não teria como comprar uma”, contou o homem, que vive com a família no Estado do Rio de Janeiro.

Desconfiados das conversas estranhas, pai e mãe do jovem decidiram conferir, no computador da casa, o histórico de mensagens enviadas e recebidas em um comunicador instantâneo.

Foi quando descobriram as conversas virtuais entre o adolescente e um homem que insistia para que o menor tivesse relações sexuais em troca de dinheiro. Depois de muita resistência, o jovem acabou concordando em se encontrar com o adulto se ganhasse uma moto. As participações em programas de TV também seriam ideia do homem, que dizia ser produtor cultural antes de ser preso.

Comecei a suspeitar de algo errado quando meu filho começou com uns papos estranhos, de que compraria uma moto e participaria de programas de TV.”
O encontro não chegou a acontecer. No dia combinado, o garoto teve febre alta e não pôde sair de casa. Segundo F., o relacionamento entre os dois começou em julho, na rua, quando o homem parou para pedir informações ao adolescente. Na mesma ocasião, ele ofereceu R$ 100 em troca de um programa sexual e o garoto negou. O homem então conseguiu o endereço do comunicador instantâneo do jovem com alguém das redondezas e usou o ambiente virtual para insistir na proposta.

Uma pesquisa realizada pela empresa de segurança Trend Micro indica que na internet os pedófilos seguem um padrão de comportamento. “Eles adotam estratégias de manipulação para ultrapassar a barreira das más intenções. Esse é o processo pelo qual convencem os jovens a saírem do relacionamento on-line para um encontro off-line”, explica Hernán Armbruster, gerente da companhia. Na maioria das vezes, continua o estudo, isso envolve bajulação, simpatia, presentes, dinheiro e até mesmo trabalhos como modelo.

Sempre alertamos [nosso filho] a ter cuidado e não falar com estranhos. Mas, quando se sentiu seguro e começou a acreditar nessa pessoa, ele forneceu informações pessoais, como o telefone de casa e até nosso endereço.”
Liberdade vigiada
Após a descoberta, o pai decidiu ter uma conversa séria com o filho, revelou ter visto as mensagens, mas o jovem não admitiu conversar com o estranho. “Fiquei bastante assustado, pois temos um relacionamento muito aberto. Se ele negou as informações para mim, fico imaginando outros pais que não têm um contato tão estreito com o filho.”

Mesmo sem a confissão do adolescente, F. foi até a delegacia mais próxima. As autoridades o instruíram a limitar a liberdade de seu filho, e foi o que ele fez. “Sempre o alertamos a ter cuidado e não falar com estranhos. Mas, quando se sentiu seguro e começou a acreditar nessa pessoa, ele forneceu informações pessoais, como o telefone de casa e até nosso endereço.”

Por isso, o adolescente que ia para a escola de ônibus passou a andar de perua escolar e todos os seus passeios — mesmo uma simples ida à locadora – ganharam a companhia de um adulto. No ambiente virtual, os pais bloquearam comunicador instantâneo e limitaram a navegação do jovem. “Passamos a viver um inferno, e meu filho perdeu toda a liberdade que tinha”, resume F. A rotina da família foi essa de julho a setembro, quando o homem que havia sido bloqueado na internet resolveu se manifestar no mundo off-line.

O maior problema é quando o virtual passa para o real e, nesse caso, estamos falando sobre uma ameaça de morte. Não era mais algo restrito à internet, mas sim alguém que tinha ido até minha casa.”

Ameaça de morte
A história ganhou outra dimensão quando, segundo F., o homem deixou um bilhete na caixa de correio de sua casa com a mensagem “entre no MSN [comunicador instantâneo] hoje ou você vai morrer”. “O maior problema é quando o virtual passa para o real e, nesse caso, estamos falando sobre uma ameaça de morte. Não era mais algo restrito à internet, mas sim alguém que tinha ido até minha casa”, desabafa o pai.

Conversa com o inimigo
Seu próximo passo foi procurar ajuda na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro. Como os policiais não poderiam conversar com o suspeito sem a ajuda da família – faltariam informações, e o homem poderia desconfiar –, o pai voltou a fazer contato com o adulto pela internet, se passando pelo filho. “Depois do sumiço, precisei reconquistar a confiança dele para conseguir armar um flagrante. Eu ficava na internet até 3 da manhã e, no dia seguinte, acordava cedo para trabalhar”, lembra o pai.

O que dá mais raiva é saber que um adulto usou suas artimanhas para influenciar a forma de pensar do meu filho. “
Questionado pelo G1 se não sentia raiva do internauta, ele respondeu. “Nessas conversas, pude confirmar que não houve nenhum contato físico entre os dois. O que dá mais raiva é saber que um adulto usou suas artimanhas para influenciar a forma de pensar do meu filho. Ele tentou deturpar os valores de um jovem, que ainda tem fraquezas psicológicas, mostrando que não há problemas em vender o corpo.”

Durante o dia, quando F. estava no trabalho, seu sogro ficava em casa por razões de segurança – sua mulher já havia visto um suspeito tocar a campainha, mas não abriu a porta. Um dia, quando esse desconhecido fez a mesma coisa, o sogro conseguiu anotar a placa do carro. Na DRCI, havia uma queixa de outro pai de menor aliciado envolvendo esse mesmo veículo, que estava no nome de um homem de 80 anos (descobriu-se depois ser o pai do suspeito). O filho desse outro homem tinha iniciado contato virtual com o adulto em fevereiro deste ano.

O flagrante
Com as conversas na internet, F. conseguiu marcar um encontro, em meados de setembro, com o homem que ele acusa de ter aliciado seu filho. No dia e hora marcados para o flagrante, no entanto, o adulto não apareceu – quando confrontado na internet, alegou ter sido puro esquecimento.

Dois dias depois, no entanto, o outro pai que também havia pego a placa do carro armou um flagrante com a polícia e usou seu filho como isca. Quando o veículo já conhecido pela polícia estacionou para pegar o garoto, as autoridades deram ordem de prisão. O homem está detido desde então e, assim como os pais dos adolescentes, aguarda a audiência desta terça.

Para F., o mais tenso dessa história foi ver como algo do universo virtual pode se tornar real, se não houver cuidado. E o mais surpreendente foi ver que o problema pode estar ao nosso lado sem ser notado. Hoje seu filho continua usando a internet, mas de uma maneira muito mais controlada: em seu comunicador instantâneo, por exemplo, o jovem só pode ter os contatos de amigos que conhece na vida real.

INTERCESSÃO – IGREJA BATISTA DE GAZA

2/1/2009 – 11h35
Igreja batista de Gaza é atingida em bombardeio
PALESTINA (42º) - Uma minúscula igreja na Faixa de Gaza está bem no meio da atual crise.

A Igreja Batista de Gaza está fica em frente à delegacia de polícia bombardeada pelos israelenses. A igreja também foi atingida.

Carl Moeller, da Portas Abertas Estados Unidos, descreveu a crise em Gaza como “uma carga inédita de violência contra os palestinos”.

Segundo ele, a situação é extremamente estressante por razões óbvias. Centenas de palestinos foram mortos.

Alguns cristãos contaram à Portas Abertas sobre o horror que experimentaram à medida que Gaza era bombardeada.

Cristãos de Gaza fugiram para a Cisjordânia, entre eles alguns funcionários da Sociedade Bíblica de Gaza. O pastor da igreja batista, Hanna Massad, saiu do Oriente Médio.

“É digno de nota o quanto a Igreja tem suportado ali”, comenta Carl. “Ainda assim, os cristãos continuam a orar, continuam a clamar a Deus. Quando podem, vão consolar seus vizinhos.”

Politicamente, os cristãos palestinos não são aceitos nem por Israel nem por sua própria comunidade. A comunidade cristã, diz Carl, é um grupo humanitário e religioso cercado pelo fogo cruzado e pelo embate político e militar.

“Segundo os padrões israelitas, eles são palestinos; e pelos padrões do Hamas e de outros radicais, são estrangeiros, por serem cristãos.”

Isso deixa a Igreja em uma posição precária.
Carl diz que é muito difícil entregar ajuda material aos cristãos de lá – as atuais circunstâncias tornam isso impossível.

“Mas, dada a natureza precária da Igreja, suas atuais fragilidade e vulnerabilidade, devemos levar ajuda aos cristãos que precisam dela para sobreviver, coisas como roupa, alimentos e remédios.”

Tradução: Daila Fanny

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5/1/2009 – 11h32
Interceda pela Igreja na cidade de Gaza
membros da Igreja Batista de Gaza (fonte: Association of Baptist Churches in Israel)

PALESTINA (42º) - Com a chegada de 10 mil tropas israelenses na cidade de Gaza em 3 de janeiro, a pequena comunidade de cristãos da área tem extraído força de sua fé em Deus.

Os ataques das últimas semanas deixaram mais de 500 morto e 2 mil feridos, e espera-se que o número de vítimas aumente.

Segundo um relatório recebido pela Portas Abertas dos EUA, o edifício da Igreja Batista de Gaza ainda está em pé, mas teve as janelas quebradas pelos bombardeios.

Algumas famílias cristãs que foram para Belém durante o feriado do Natal agora estão separadas do restante de seus familiares, uma vez que a fronteira foi fechada.

Muitos hospitais, já sem remédios e equipamentos básicos, estão lotados e, muitas vezes, sem condições de ajudar.

A situação dos cristãos de Gaza é preocupante. Antes dos bombardeios e do fim do último cessar-fogo (em 19 de dezembro), os aproximadamente 3 mil cristãos da cidade já viviam sob ameaças de militantes islâmicos.

Um cristão de Gaza comentou: “Cerca de 70% dos cristãos querem sair de Gaza por causa do medo. Mas amamos Gaza. É nosso país, temos raízes aqui, é onde nossas casas estão”.

Pedidos de oração:

• Ore pelo fim da guerra entre Israel e Palestina. Peça que as famílias possam ser reunidas.
• Interceda pela Igreja Batista de Gaza: que seus membros continuem fiéis e que o prédio permaneça em pé.
• Ore para que as sementes que o Irmão André semeou entre os integrantes do Hamas e de outros grupos militantes frutifiquem.

Tradução: Daila Fanny

INTERCESSÃO IV – JERUSALÉM 2008

Dando uma olhada nos blogs do nosso ministério, passei pelo Blog TZHL, e vi um post muito interessante, e pensei em colocá-lo como nosso motivo de Intercessão dessa semana. Espero que gostem e que, principalmente, orem por JERUSALÉM.

Pr. Fábio Guimarães

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O Dia de Oração pela Paz em Jerusalém (DOPJ) é um movimento de oração global, que reune mais de 150 mil igrejas, de 150 diferentes nações, com um objetivo em comum: orar por Israel, e posicionar cristãos a seu favor, como genuínos parceiros.

O DOPJ tem sido também um instrumento de Deus para alianças e vínculos com a comunidade judaica, em conjunto ao governo de Israel. Temos ganhado a confiança destes, e cremos que Israel já tem inimigos entre as nações. O povo de Israel necessita saber que não estão sozinhos, e que cristãos são seus verdadeiros parceiros.

Neste ano distribuiremos material promocional do DOPJ, bem como daremos continuidade ao Programa de Treinamento “Sentinelas Sobre o Muro”, que visa treinar e equipar cristãos para intercederem por Israel. Este seminário é ministrado em igrejas e seminários bíblicos, e acompanha um rico material desenvolvido sobre sólida base bíblica. Por isso, mantenha contato conosco.

No dia 5 de Outubro vamos nos unir a mais de 150.000 igrejas, e orar para o cumprimento do mandato do Senhor no Salmo 122:6,

“Orai pela paz em Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam”.

Solicitamos que você e sua igreja ou congregação se inscrevam no site www.diadeoracao.org, para unir-se aos irmãos de mais de 150 nações.

Ao recebermos sua inscrição enviaremos material informativo e promocional. Para mais informações, visite o site www.diadeoracao.org ou escreva-nos um e-mail: info@diadeoracao.org. É importante lembrar que esse evento ocorre anualmente, no primeiro domingo de cada Outubro, mas mas nosso compromisso de orar por Jerusalém deve ser diário.

Somos impulsionados pelo coração de Deus, para que a oliveira e o zambujeiro (Romanos 11) estejam por fim reconciliados, e possamos distribuir a Salvação que vem de Sião, através de Yeshua Hamashiach (Jesus Cristo).

Vamos manter contato – contamos com a sua parceria.

B’Ahava (no amor),

Coordenação nacional

Maiores Informações:

http://www.diadeoracao.org/

www.mcotzhl.wordpress.com

Vídeo da Campanha 2008

INTERCESSÃO III – TABATINGA-AM

Aí galera, visitando o site da nossa igreja, www.basemco.com, vi uma notícia muito importante e resolvi coloca-la como a nossa intercessão desta semana.

Trata-se da cidade de Tabatinga-AM, pra quem não sabe, Tabatinga é uma cidade muito importante para nós e para nossos pastores, pois foi lá que “começou” o nosso ministério, os meus pais fundaram uma igreja lá e queria que você lesse com muita atenção e, principalmente, orassem por TABATINGA-AM.

Aí vai a matéria na integra:

“Estrada” para Umariaçu – Tabatinga-AM

Quem conhece um pouco de MCO sabe que o estado do Amazonas é parte fundamental da nossa história. Muito mais ainda por Tabatinga, cidade onde nossos pastores fundaram uma igreja e pela qual têm um carinho bastante especial. O município já integra nossa lista de oração pelas ocorrências de problemas como o tráfico de drogas, em expansão principalmente pela proximidade com a fronteira com a Colômbia. Agora, mais um item preocupante se apresenta: o homossexualismo. Estima-se que, pelo menos, 20 índios da tribo ticuna estejam aderindo a trejeitos femininos, pintando os cabelos e fazendo unhas e sobrancelhas. Confira a notícia na íntegra:

Antropólogos dizem haver registros que remontam ao século 19. Mas, na prática, até quem convive entre os índios ticuna, a etnia mais populosa da Amazônia brasileira, acha estranho que, de um tempo para cá, tantas crianças e jovens estejam se identificando com o homossexualismo. Alguns deles já se recusam a pintar o pescoço com jenipapo para ter a voz grossa, como a tradição manda fazer na adolescência, nem aceita as regras do casamento tradicional, em que os casais são definidos na infância.

Entrevistados pelo jornal Folha de S. Paulo, no mês passado, um pequeno grupo que assumiu a homossexualidade, disse estar sofrendo preconceito dentro da aldeia, onde os gays são agredidos e chamados de nomes pejorativos como “meia coisa”. Marcenio Guedes, 24, e seu irmão, Natalício, 22, pintam o cabelo e as unhas e fazem as sobrancelhas. Trabalham como dançarinos em um grupo típico ticuna que se apresenta nas cidades da região.

Marcenio diz que brigava muito com o pai e que saiu de casa aos 15 anos. “Fui para Tabatinga trabalhar como “empregada doméstica”. Eu fazia comida, passava roupa, lavava.”

Ao voltar para casa, uma construção de madeira com dois cômodos, onde mora com quatro dos sete irmãos e os pais, Marcenio resolveu cuidar dos afazeres domésticos. O grupo de dança foi criado em 2007, com apoio da família.

“Não sofro discriminação por dançar, todo mundo respeita, assiste. Sofro preconceito [de outros jovens] na aldeia. Se falo alguma coisa, querem me bater, jogar pedra, garrafa.” Natalício diz que tem medo de andar sozinho. “Vou sempre com um colega”, afirma.

Os irmãos integram a estatística que mostra cerca de vinte jovens assumidamente gays que vivem entre os 3.649 índios ticunas no Alto Solimões. Segundo a Funai (Fundação Nacional do Índio), há registros de gays também nas aldeias de Umariaçu 1, Belém do Solimões, Feijoal e Filadélfia.

O ticuna Clarício Manoel Batista, 32, é professor do ensino fundamental e estuda pedagogia na UEA (Universidade Estadual do Amazonas), em Tabatinga. Ele foi um dos primeiros a assumir a homossexualidade na aldeia Umariaçu 2. “Alguns me discriminam. Fico calado, não falo nada. Eu não ligo para eles”, diz. Ele contou aos pais que era homossexual aos 16 anos. “Meu pai não me maltratava porque sempre gostei de estudar, sempre fiz tudo em casa: limpeza, comida, lavar louça.”

Questionado se foi pelo trabalho doméstico que ganhou respeito em casa, ele confirmou. “Na verdade, eles [os pais] não queriam que eu fosse assim. Eles não gostam. Dizem: ninguém gosta desse jeito.” É o que confirma Darcy Bibiano Murati, 40, indígena da etnia ticuna e administrador substituto da Funai: “Isso é novo para a gente. Não víamos indígenas assim, agora rapidinho cresceu em todas as comunidades. São meninos de 10, 15 anos”, disse.

O cientista social e professor bilíngüe (português e ticuna) de história Raimundo Leopardo Ferreira afirma que, entre os ticunas, não havia registros anteriores da existência de homossexuais, como se vê hoje. Ele teme que, devido ao preconceito, aumentem os problemas sociais entre os jovens, como o uso de álcool e cocaína. “Isso [a homossexualidade] é uma coisa que meus avós falavam que não existia”, afirmou.

Taís Brem – www.basemco.com