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Isabella afirma a jornal: ‘Em nome de Jesus, vai virar. Tenho fé nisso’

Fonte: www.globo.com

Divulgação/Divulgação

Isabella e Romário em uma festa em Maio

Há bem pouco tempo poderia soar como piada, mas é Isabella, a própria mulher de Romário que nutre a esperança de vê-lo convertido à religião de nove entre dez jogadores de futebol do Brasil. Segundo disse à coluna “Gente Boa”, do jornal “O Globo”, Isabella tem muita esperança que o ex-bad boy dos gramados e das noitadas passe a freqüentar com ela a Comunidade Evangélica Zona Sul, no Pepê, Zona Sul do Rio de Janeiro.

Ela afirma que Romário está numa fase “supercaseira”, que trocou o celular e quase não sai.

- Ele me pede para orar em seu nome, mas não virou evangélico. Em nome de Jesus, vai virar. Tenho fé nisso – diz Isabella.

Nota do Blog:

Será Romário o misterioso jogador que o Pr. Silas Malafaia comentou em uma de suas pregações que ainda não se converteu, mas que quando se converter vai dar um testemunho digno de cristão? Seja como for, quando perguntado sobre qual atleta tem dado um verdadeiro testemunho cristão no meio futebolístico, o misterioso jogador que Silas citou respondeu Jorginho, atual auxiliar técnico da seleção.

HaHA! HuHU!! A moda é ser Gospel!!

Todo mundo sabe que estamos num país livre, onde cada um professa a religião e a crença que bem entende. Acontece que a facilidade que pessoas públicas têm de se intitularem cristãs sem de fato estarem vivendo uma vida compromissada com Deus está crescendo adoidadamente. Coisa que, na maioria dos casos, não é nada positivo. A igreja cristã sente-se vendo o nome de Jesus na lama quando se depara com as baboseiras que algumas celebridades falam e fazem usando o título de crentes. Que baboseiras? Então…

Tem conversão para todos os gostos. E infelizmente, a maioria, é daquele tipo em que as pessoas continuam em cima do muro. Só Deus conhece mesmo os corações e pode, de fato, julgá-los, mas a impressão que dá é que não houve mudança alguma. Parece que dizer que se tornou crente virou status. Tipo, moda, entende?

Pois é. Uma das coisas mais difíceis de se encontrar é artistas que arriscam abandonar sua velha carreira pelo Reino de Deus. Há ressalvas, como o caso do francês Chris Duran, que deixou tudo para seguir a Jesus, ainda no auge da fama. Mas a cantora que surgiu na carona do Balão Mágico, por exemplo, já afirmou que não pretende fazer esta linha. Para Simony, gravar músicas gospel é uma atitude reprovável, porque “religião não é mercadoria”. Quando achar que deve, fará cd’s com mensagens evangélicas e distribuirá gratuitamente para os amigos e familiares. Lucro mesmo, só com o secular. Boazinha ela, não?

Pior que isso, só a declaração que ela teria feito num programa de televisão ao afirmar que posaria nua, independentemente de sua posição religiosa. Pagando bem, que mal tem?

Outra que segue quase os mesmos passos é a tal da Joelma. Além de triste, a situação chega a ser hilária. É praticamente inacreditável a entrevista que rola pela internet com a moça declarando que conta com a ajuda do Todo-poderoso para elaborar suas coreografias. Sim, ela ora antes de ter inspirações para rebolar! Deve ser uma tentativa de fazer os remelexos surtirem mais efeitos em quem vê. A diferença entre a cara de pau dela e a de Simony é que a primeira ainda pensa em incluir músicas gospel em seu repertório. E o público aguarda ansiosamente.

Tem também a ex-morena Sargentelli, Solange Couto, a mesma que tornou famoso o bordão “Né brinquedo, não!”, numa novela da Globo. Num péssimo testemunho, em agosto, a senhora cinqüentenária teve um ataque de ira na frente de um banco no Rio de Janeiro e, simplesmente, tirou a roupa. Sim, na frente de todo mundo que tava por ali, em plena luz do dia! Ela justificou, dizendo que não sabe o que lhe passou pela cabeça e que reconhece que, sendo crente e mãe de família, estes comportamentos não caem muito bem. Ah, tá.

Sobre a Monique Evans… Pôxa vida. O que falar? O que todo mundo vive a repetir é que ela é uma sem-vergonha de marca maior, porque apresentava um programa que falava de sexo e continuava indo à igreja. Nenhuma novidade até aí. O pastor dela (ou o que era na época da entrevista) explicou que não poderia impedir que pessoas desta classe freqüentassem as reuniões. Segundo ele, a mudança vem no decorrer da caminhada cristã. Em parte, está certo. As pessoas mudam com o tempo e existe o período de ignorância ainda. Mas as declarações dela continuam ardendo no ouvido dos mais conservadores. Monique é atrevidamente enfática: “Você não precisa mudar para ser de Jesus, depois o Espírito Santo trabalha no seu coração. Muito crente diz assim: ‘Não vou fazer porque vou ser castigado’. Isso não rola, o pior dos castigos é a culpa. Deus não quer isso pra você. É maravilhoso você dormir à noite tranqüilo porque você não se sente culpado do que fez durante o dia”.

Embora, desde 2005, não esteja apresentando mais o erótico programa Noite Afora, da Rede TV, a apresentadora e ex-modelo continua na mesma emissora fazendo flashes de entrevistas para o TV Fama. Se o formato mudou? Não muito. No fim de julho mesmo, ela invadiu um treino de futebol e ficou implorando selinhos aos jogadores, além de acariciar o corpo deles e fazer comentariozinhos carregados de malícia. Bem típico dela.

É o tipo de pessoa que parece usar (com muito orgulho) o mote do “complexo Gabriela” como estilo de vida. “Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim, Gabrieelaa”. Aquelas posturas sem abertura a mudanças. Para ela, falar obscenamente de assuntos como os órgãos sexuais são apenas “sacanagens gospel”: “Quem disse que o ‘piu-piu’ e a ‘baratinha’ são coisas feias? Deus nos fez assim. Vergonha é falar sobre guerra, crime e política”, afirmou.

Para fechar, a mais ridícula das declarações dela é sobre o teor evangelístico de seu “trabalho”: “Não me preocupo em chocar os crentes e muito menos em fazer um programa de sexo. Nada de caretice! Pra gente chamar almas novas tem ir lá onde elas estão, mas, claro, sem se contaminar. E é isso que eu faço. Com certeza eu posso levar Jesus às pessoas através do meu programa”.

Claro que não podemos julgar as pessoas simplesmente pelas aparências, afinal não conhecemos ninguém o suficiente para saber quem é quem no interior. Só Deus sonda os corações. A nós, cabe apenas a observância dos frutos, o que já é um passo bastante interessante. Em se tratando disso, graças a Deus, ainda podemos ver alguns exemplos que se destacam na busca pela santidade e em testemunhos que têm impactado vidas positivamente. É o caso do Rodolfo, ex-Raimundos, do Lázaro, ex-Olodum, e do Waguinho, ex-Morenos. Como igreja, oramos para que exemplos como estes três se multipliquem até que, de fato, possamos dizer que a classe artística está usando seus dons e talentos para a glória do Senhor, devolvendo a Ele o que é seu por direito.

Taís Brem

Veja Mais…

Testemunho do Rodolfo – Vídeo

Testemunho do Lázaro – Vídeo

Vídeo do Waguinho

Veja alguns vídeos e fotos de “famosos” que se converteram:

Matéria: Artista que se converteram.

Xandy – Deus de Promessas – Marcha para Jesus – 2008

Testemunho do Kaká

Baby do Brasil no Programa do Jô

Sara Sheeva no Super POP7

Fotos:

HISTÓRIAS QUE EDIFICAM – VOL II- O PATO EVANGELISTA

Dando continuidade a série Histórias que Edificam, vou postar algo que nos chamou muita atenção… Espero que todos gostem…

O PATO EVANGELISTA

No ano de 1988 estava eu participando de uma cruzada evangelística com a Assembléia de Deus na cidade de Piracaia, São Paulo, igreja filiada ao ministério de São José dos Campos que é agregado ao Belém.

Bem, como estava hospedado na casa pastoral da igreja, o Pastor Benedito Pereira levou-me ao quintal no fundo do templo, onde um velho pato, nos dias de culto ou festa na igreja, unia-se aos irmãos andando entre eles fazendo o seu “quac-quac”.

Vendo o pato entre os irmãos no quintal da igreja, perguntei ao Pastor:

- O que este pato está fazendo aqui no fundo da igreja?

O Pastor deliciando-se com um pãozinho com carne moída, disse:

- Esse pato já ganhou mais almas do que muitos crentes!

Ri. O Pastor então disse com o tom sério: É verdade! Ele é foi um verdadeiro evangelista!

Curioso pedi que o Pastor me contasse a história do “pato evangelista”.

O Pastor, chamando um casal de irmãos já idade avançada, disse:

- Estes irmãos eram os donos do pato que eu comprei deles, e vou contar a história.

A esposa era uma beata católica que não faltava um único dia à missa de domingo pela manhã, mas o marido era um ateu convicto e não aceitava ir à igreja de maneira alguma. Ele questionava a existência de Deus e o poder dos ídolos, não cria em nada.

Todos os domingos, como era regra, a esposa pedia ao marido para matar uma galinha ou um pato para o almoço dominical, o que ele fazia prontamente.

Havia numa varanda rústica da casa, um cepo com dois pregos onde ele prendia a cabeça da desafortunada ave e cortava-lhe o pescoço com o machado.

Isto se repetia todos os domingos. A mulher sempre lhe convidava para ir à missa na igreja, mas ele não aceitava. Farto de dizer não à esposa, lhe fez uma aposta:

- O dia que você clamar ao seu santo de devoção para que salve a galinha ou o pato no momento que eu o for cortar a cabeça e o santo salvar o bichinho, então eu acreditarei nos seus santos e irei à sua igreja!

A esposa, cheia de esperança, todos os domingos clamava a um santo, mas as cabecinhas continuavam rolando, domingo após domingo, centenas de galinhas e patos perderam a cabeça naquele cepo apesar do pedido da mulher que aos poucos ia perdendo a sua fé em seus santos.

Um belo domingo, após voltar da missa, pediu que o marido matasse um pato ou uma galinha para o almoço, como era de costume. Como a lista de “santos” havia acabado, a esposa então disse:

- Jesus Cristo, salva o pato!

Quando o marido levantou o machado para cortar o pescoço do pato, o cachorro que assistia a cena latiu e ficando somente sobre as patas traseiras, com as patas dianteiras empurrou o marido que se desequilibrou e caiu, soltando o pato que não perdeu a oportunidade de sair para a rua desesperadamente fazendo seus “quacs-quacs”. Atrás do cachorro ia o marido, a mulher, e o pato parou na porta de uma padaria onde alguns homens bebiam, e vendo a cena passaram a perseguir o pato na ânsia de alcançar a ave fujona.

O pato parou em frente a um bar e também fez seus “quacs-quacs” e outros homens que estava no seu interior passaram a perseguir o pato.

Finalmente, exausto pela corrida, isto por volta das 10:30hs da manhã, o pato entrou na Assembléia de Deus, onde o Pastor Benedito Pereira estava no púlpito encerrando a escola dominical. O pato afoito passou pelo corredor central, subiu a escada lateral do púlpito e refugiou-se entre as pernas do Pastor.

A multidão que perseguia o pato fujão entrou lentamente na igreja tirando os seus chapeis em sinal de respeito e lentamente chegaram diante do púlpito.

O marido então disse:

- Seu Pastor, só quero o meu pato!

O Pastor pegou o pato que se refugiava entre suas pernas e o pos sobre a tribuna e perguntou ao homem:

- Quanto o senhor quer pelo pato?

- Ele não está à venda! Respondeu o marido.

O Pastor insistiu:

- Quanto o senhor quer pelo pato, pode dizer!

O marido, na ânsia de desestimular o Pastor a comprar o pato, disse:

- Duzentos Reais! ( Mas na moeda da época! )

O Pastor, sem pestanejar, abriu a carteira e deu os duzentos Reais ao homem que começou a rir.

- O senhor, seu Pastor, poderia comprar 10 patos por este valor!

Então o falou para o ex dono do pato:

- Esta noite tive um sonho, e no sonho a voz do Senhor me dizia: Uma criatura entrará na minha casa em busca de refugio e proteção, comprai-o pelo preço que lhe for pedido porque ele será meu até que esteja velho e expire.

O Pastor continuou:

- Então este pato viverá enquanto o Senhor lhe der vida!

O marido olhando atônito para a sua esposa disse:

- Mulher, o Jesus dos crentes salvou o pato! Esse Deus existe!

O marido, a mulher e mais 15 almas aceitaram Jesus naquela manhã.

Então, aproximando-me do pato, passei a mão sobre suas costas e disse:

- Bom menino, bom menino!

Ele simplesmente olhou-me fixamente nos olhos e fez:

- Quac!

Pr. Walter Antunes.
Obs: Esta é uma história real que aconteceu na minha vida quando ainda dava os meus primeiros passos na fé. Quanto ao Pastor Benedito Pereira, depois da cruzada, nunca mais nos encontramos, mas o pato, com toda certeza, já deve ter terminado a sua missão neste mundo!