SOROPOSITIVO HÁ 4 ANOS

Em meu caso houve dupla decepção e por isso, ainda está muito difícil aceitar essa fase em minha vida.

Namorei um “cara” durante alguns anos. Perdi minha virgindade com ele. Eu tinha muito medo de engravidar e, por isso, sempre usamos preservativo mesmo contra a vontade dele. Eu o amava muito e pretendia me casar com ele.

Ele era muito carinhoso, simpático me respeitava e parecia me amar bastante. Nós éramos bastante felizes, embora minhas amigas dissessem que ele saia com outras meninas. Nunca acreditei, porque não via motivos para que ele quisesse sair com outras. Pensava que minhas amigas tinham inveja de mim.

No aniversário dele, ele foi me buscar para jantarmos fora e ele estava com um “fogo” que não aguentamos e transamos no carro mesmo. Foi maravilhoso, mas foi sem preservativo.
Pedi para ele ejacular fora, já que eu tinha medo de engravidar, mas não deu tempo e foi dentro. Quando cheguei em casa, fiz umas contas e vi que não era dia fértil e fiquei tranquila. Foi a única vez que transamos sem camisinha.

Depois de algum tempo, uma amiga minha sofreu um acidente e precisava de doadores de sangue, fui doar e depois de um tempo vieram os resultados dos exames feitos pelo hospital. Eles fazem vários exames em quem doa sangue, inclusive o anti HIV.

Fui buscar os exames e pediram para eu aguardar que uma médica queria falar comigo.
Quando ela me falou que eu era soropositivo, não acreditei, disse que era um engano, que não podia ser, enfim, não tinha como ter acontecido isso.

Fui a um laboratório particular e refiz o exame e novamente me disseram que eu era soropositivo.

Eu não conseguia pensar. Não queria ir para minha casa ,não queria encontrar minhas amigas, e muito menos falar para o meu namorado. Não sabia o que fazer.

Fui para uma praça perto do laboratório e fiquei lá pensando, pensando como eu podia ter contraido esse vírus terrível.

Parecia um acidente de trânsito. Você está distraído dirigindo, quando vê já bateu e não tem volta. Depois, você fica se perguntando porque bateu. Se tivesse freado antes, se tivesse desviado etc.

Até que me lembrei do dia da transa sem camisinha, mas como podia ser se meu namorado não era soropositivo? Aí me dei conta do que minhas amigas falavam dele e vi que não conseguia pensar sozinha. Fui procurar uma amiga e contei a ela. Ela não sabia o que dizer, parece ter ficado mais chocada do que eu mas aos poucos fomos assimilando os fatos.

Resolvi conversar seriamente com meu namorado, contar a ele e, para minha surpresa ele se abriu e disse que já era soropositivo há alguns anos, mas nunca teve sintomas da doença e achava que eu o largaria se ele contasse para mim.

Para mim, foi a morte. Ele havia me traído, não confiou em mim para contar e ainda tentou me matar, sabendo que não podia e mesmo assim transando sem camisinha.

Foi uma mágoa tão profunda que até hoje não consigo confiar em ninguém, tive e ainda tenho vários problemas psicológicos, embora esteja me tratando. Ainda não me adaptei aos medicamentos, preciso tomar nas horas certas, mas não consigo. Tenho dificuldades em me relacionar com outras pessoas e nunca mais tive nenhum relacionamento sexual com ninguém e nem pretendo.

É difícil saber que há algo dentro de você te corroendo, que um dia você está bem e no outro, por causa de um mínimo descuido, você está condenada a uma vida limitada.

Ainda não assimilei a idéia, parece que não tenho mais porque fazer planos. É muito difícil e todos os dias me pego pensando porque não usamos camisinha naquele dia…

RETIRADO DE SEXXXCHURCH

Conte a sua história…

Hoje recebi um comentário muito legal e achei interessante colocar esse comentário em um post, a nossa irmã em Cristo Marcela nos contou uma história muito engraçada e que me fez lembrar de outras histórias engraçadas que vivenciamos.

Aqui vai o comentário dela:

“Uma vez eu estava dormindo na casa de uma amiga minha,quando começou a chover bem forte.Era uma tempestade que parecia que ia levar a casa.Ficamos tão assustadas que fomos no quarto das crianças ver se elas ainda estavam lá.Pois pensamos que caso elas não estivessem ,essa tempestade seria a volta de Cristo e elas tinham sido arrebatadas e nós estaríamos fritas por termos ficado. Quando entramos no quarto das crianças foi um alívio.Eu acho que esses acontecimentos só servem para reavermos se estamos realmente firmes com Jesus.É um fato engraçado? É! Vale apena compartilhar com os irmãos.Pois rindo ,também agente se edifica.Jesus é alegria!Graça e paz!”

Não é engraçado? Ao ler esta história me lembrei da história de um irmão lá da igreja que estava orando com sua esposa e com seu filho de 6 anos, e durante a oração ele abriu os olhos e viu que o seu filho não estava mais ali no meio deles, começou a gritar e procurar pela casa, foi no quarto dele, não estava, daí já começou a passar pela sua cabeça que ele poderia ter sido arrebatado e eles teriam ficado, foi correndo no quarto da outra filha e para sua surpresa ela estava lá deitada, com isso ele ficou mais nervoso ainda, pensou: “poxa nem ela subiu?!?!”. Voltou para o seu quarto apavorado, sem ter o que fazer e falar, já pensando no pior, quando ouviu umas risadinhas na porta do banheiro, era seu filho rindo de toda aquela situação… depois do susto ele contou o testemunho para toda a igreja e disse que apesar de ser uma história engraçada,  o medo foi enorme e uma coisa ele teve certeza, será que se Jesus tivesse voltado naquela noite, ele e sua família teria subido?!

E você? Tem alguma história parecida? Conte a sua história… deixe seu comentário, relate aqui uma situação engraçada que tenha acontecido na tua igreja!

Aproveite este espaço é todo teu!!!

Em tempo… mais uma história engraçada deixada nos nossos comentários…. enviada pelo nosso irmão Salles.

“UM DIA ESTAVA EM UMA PEQUENA IGREJA NO MORRO DO ALEMÃO, QUANDO O CULTO ESTAVA NA METADE JÁ PEGANDO FOGO, OS IRMÃOS PEDINDO PARA CRISTO VOLTAR OUVE UMA GRANDE EXPLOSÃO E UM CLARÃO NO CÉU; TODOS CAIRAM DE JOELHO ACHANDO QUE ERA À VOLTA DE CRISTO, MAS ERA UM BALÃO QUE TINHA CAIDO NOS FIOS DE UMA TORRE E ESTAVA EXPLODINDO TODOS OS FIOS DAQUELE LUGAR. “QUE SUFOCO QUE PASSEI NAQUELE DIA, SE FOSSE A VOLTA DE CRISTO EU TINHA FICADO , POIS NÃO ACREDITEI E FUI VER OQUE ESTAVA ACONTECENDO LÁ FORA”

As histórias que forem colocadas nos comentários estarei transcrevendo para cá…

Enviada pelo nosso irmão Rafael:

Olá queridos,
Shalom

Ao ler estas histórias lembrei de algo que aconteceu comigo…
Tenho o costume de entrar em meu quarto feixar a porta e janelas e apagar a luz para orar. Eu gosto muito de orar no escuro, as vezes até coloco louvor, tem vezes que oro com os olhos abertos, caminhando de um lado para o outro, ou simplismente choro… O importante é que esteja escuro no quarto.
Então um belo dia, no qual eu estava passando por uma luta muuuito grande ao chegar em casa ja fui direto para o quarto sem falar com ninguem, pois eu havia decidido que neste dia iria pegar o”cão” pelo chifre!!!
Entrei e fui logo fechando a porta, com o cénario pronto comecei aquela batalha espiritual, gritos, socos no ar, lingua estranha e muitas ameaças ao “cão”. Eu estava tão concentrado no que estava fazendo que nem notei que minha mãe havia entrado no quarto… MEU DEUS!!!
Aquela voz me congelou (pois eu não indentifiquei se quer que era ela), quando tocou em meu ombro então…. Fui parar em cima da cama, a espiritualidade e bravura estavão a quilometros de mim, pensei que era o “cão”… que susto…

Agora quando a luta vem, ou eu simplismente quero um tempo a sós com Deus eu faço questão de avisar a todos lá em casa e trancar a porta do quarto…”

Esse é o da Ana Paula Wally:

“Paz do Senhor!
Lendo as histórias postadas acima, confesso que ri das já relatadas e fiquei logo pensando em alguma ocasião em que este mesmo fato também tivesse acontecido comigo. O que de imediato lembrei foi de uma vez que eu e o grupo jovem da antiga igreja onde frequentava estavamos apresentando uma peça teatral. As luzes estavam apagadas, eu era narradora,….e o suspense no momento era grande, quando de repente!!!!!! eis que uma forte luz incide na cortina do palco, e eu, talvés nervosa, ou quem sabe eufórica com o momento, não me liguei que de fato aquilo deveria acontecer, o que fez com que eu pensasse que era Jesus voltando. Sabe, foi até legal, pois fiquei só imaginando as pessoas subindo lá do outro lado da cortina. Mas eu, bom…eu fiquei um pouco nervosa, por pensar que eu poderia não subir. Tudo aquilo foi muito real para mim, tanto que fiquei esperando os gritos surgirem pelo pânico das pessoas verem que seus familiares, amigos, filhos não etavam mais ali. Como percebi que nada acontecia, cai na realidade de que tudo aquilo fazia parte do show!!!! O pior é que eu era a primeira a falar naquela cena, o que fiz com uma certa tremedeira!!! Risos!
Que bom que ainda temos temor da volta do Senhor!”

HISTÓRIAS QUE EDIFICAM – “TUDO FICARÁ BEM”

Uma senhora estava estacionada no acostamento de uma rodovia, quando ela viu um homem que se aproximava.
Ele quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento, mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou.
O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho.
Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma?
Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:
- “Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan”.
Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante.
Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
Enquanto ele apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.
Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia.
Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado.
Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante.
Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu:
- “Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar”.
E acrescentou: “… e pense em mim”. Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi.
Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo.
Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante sujo. A cena inteira era estranha para ela.
A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pode apagar.
A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan.
Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares. Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu.
Dizia: “Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar, não deixe este círculo de amor terminar com você”.
Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir.
Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito.
Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil! Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:
“Tudo ficará bem; eu te amo, Bryan”.

AUTOR DESCONHECIDO

HAKANI – UMA MENINA CHAMADA SORRISO

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Hakani nasceu em 1995, filha de uma índia suruwaha. Seu nome significa sorriso e seu rosto estava sempre iluminado por um sorriso radiante e contagioso. Nos primeiros dois anos de sua vida ela não se desenvolveu como as outras crianças – não aprendeu a andar nem a falar. Seu povo percebeu e começou a pressionar seus pais para matá-la. Seus pais, incapazes de sacrificá-la, preferiram se suicidar, deixando Hakani e seus 4 irmãos órfãos.

A responsabilidade de sacrificar Hakani agora era de seu irmão mais velho. Ele levou-a até a capoeira ao redor da maloca e a enterrou, ainda viva, numa cova rasa. O choro abafado de Hakani podia ser ouvido enquanto ela estava sufocada debaixo da terra.

Em muitos casos, o choro sufocado da criança continua por horas até cair finalmente um profundo silêcio – o silêncio da morte. Mas para Hakani, esse profundo silêncio nunca chegou. Alguém ouviu seu choro, arrancou-a do túmulo, e colocou nas mãos de seu avô, que por sua vez levou-a para sua rede. Mas, como membro mais velho da família, ele sabia muito bem o que a tradição esperava dele.

O avô de Hakani tomou seu arco e flecha e apontou para ela. A flechada errou o coração, mas perfurou seu ombro. Logo em seguida, tomado por culpa e remorso, ele atentou contra a própria vida, ingerindo uma porção do venenoso timbó. Para Hakani, ainda não era a hora de cair o profundo silêncio; mais uma vez ela sobreviveu.

Hakani, tinha apenas dois anos e meio de idade e passou a viver como se fosse uma amaldiçoada. Por três anos ela sobreviveu bebendo água de chuva, comendo cascas de árvore, folhas, insetos, a ocasionalmente algum resto de comida que seu irmão conseguia para ela. Além do abandono, ela era física e emocionalmente agredida. Com o passar do tempo Hakani foi perdendo seu sorriso radiante e toda sua expressão facial. Mesmo assim o profundo silêncio não caiu sobre ela. Finalmente foi resgatada por um de seus irmãos, que a levou até a casa de um casal de missionários que por mais de 20 anos trabalhava com povo suruwahá.

Esse casal logo percebeu que Hakani estava terrivelmente desnutrida e muito doente. Com cinco anos de idade ela pesava 7 quilos e media apenas 69 centímetros. Eles começaram a cuidar de Hakani como se ela fosse sua própria filha. Eles cuidaram dela por um tempo na floresta, mas sabiam que sem tratamento médico ela morreria. Para salvar sua vida, eles pediram ao governo permissão para levá-la para a cidade.

Em apenas seis meses recebendo amor, cuidados e tratamento médico, Hakani começou a andar e falar. Aquele sorriso radiante voltou a iluminar seu rosto. Em um ano seu peso e sua altura simplesmente dobraram. Hoje Hakani tem 12 anos, adora dançar e desenhar. Sua voz, antes abafada e quase silenciada, hoje canta bem alto – uma voz pela vida.

Assista ao Filme

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Final

O que é Infanticídio?

Popularmente usado para se referir ao assassinato de crianças indesejadas, o termo infanticídio nos remete a um problema tão antigo quanto a humanidade, registrado em todo o mundo através da história.

A violência contra as crianças é uma marca triste da sociedade brasileira, registrada em todas as camadas sociais e em todas as regiões do país. No caso das crianças indígenas, o agravante é que elas não podem contar com a mesma proteção com que contam as outras crianças, pois a cultura é colocada acima da vida e suas vozes são abafadas pelo manto da crença em culturas imutáveis e estáticas (ver box ao lado).

A cada ano, centenas de crianças indígenas são enterradas vivas, sufocadas com folhas, envenenadas ou abandonadas para morrer na floresta. Mães dedicadas são muitas vezes forçadas pela tradição cultural a desistir de suas crianças. Algumas preferem o suicídio a isso.

Muitas são as razões que levam essas crianças à morte. Portadores de deficiência física ou mental são mortas, bem como gêmeos, crianças nascidas de relações extra-conjugais, ou consideradas portadoras de má-sorte para a comunidade. Em algumas comunidades, a mãe pode matar um recém-nascido, caso ainda esteja amamentando outro, ou se o sexo do bebê não for o esperado. Para os mehinaco (Xingu) o nascimento de gêmeos ou crianças anômalas indica promiscuidade da mulher durante a gestação. Ela é punida e os filhos, enterrados vivos.

É importante ressaltar que não são apenas recém-nascidos as vítimas de infanticídio. Há registros de crianças de 3, 4, 11 e até 15 anos mortas pelas mais diversas causas.

Em certas comunidades, aumentam os casos entre mães mais jovens. Falta de informação, falta de acesso às políticas públicas de educação e de saúde, associadas à absoluta falta de esperança no futuro, perpetuam essa prática.

“As crianças indígenas fazem parte dos grupos mais vulneráveis e marginalizados do mundo, por isso é urgente agir a nível mundial para proteger sua sobrevivência e direitos (…)”

Relatório do Centro de Investigação da UNICEF, em Florença, Madrid, fevereiro de 2004

Retirado do site SOLOMON

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O Guerreiro Atingido no coração


“O Guerreiro astuto não atinge seu oponente direto na mente ou no corpo…ele o atinge no coração”

Duende Verde, filme Homen-Aranha

Todos sabemos que uma pessoa pode ser considerada “viva” mesmo perdendo uso parcial ou total cérebro. A isso nós chamamos de estado vegetativo ou morte cerebral.
Infelizmente o mesmo não ocorre com o coração. Ele é um ponto vital do corpo e sem ele não há maneira de haver vida, naturalmente falando. Uma ferida nele é mortal.

A frase citada a cima não menciona o orgão do corpo humano em si, mas sim, o tesouro que está guardado em nossa alma. Jesus disse:” Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” Mt. 6:21.
E por essa devida importância, gostaria de fazer um alerta,”Guardem os seus corações com toda a atenção!!!”
Satanás tem usado a vida sentimental e os relacionamentos para acabar com muitas pessoas, independente da idade, sem sombra alguma de dúvida.

Quem não conhece alguém que largou tudo por causa do namoro???
Quem não conhece alguém que esfriou para com Deus depois que começou a namorar??
Qual namorado que ao beijar sua amada só pensa nos seus dentes???
Quantas garotas sofrem e acabam cedendo à pressão do namorado de deixar ele passar a mão onde não deve???
Quantas feridas na área sentimental já estão no coração de jovens que ainda nem começaram a viver direito???
Quantos casamentos estão destruídos hoje por causa daquilo que o casal plantou tempos atrás???
Quando o amor gerado de forma tão natural e pura pode se tornar uma das ferramentas do inimigos de nossas almas contra nós???

e etc…quem for sincero consigo mesmo e com Deus vai entender muito bem onde eu quero chegar.

Sabemos que as feridas causadas por quem se ama são bem mais profundas dos as que foram causadas pelos nosso inimigos, o diabo também sabe disso.

“Um guerreiro atingido no coração perde a força, a emoção. E sente a sua vida escorrer pelo peito, lugar aonde ele a sentia se manifestar”

Minhas palavras serão no mínimo repetitivas se eu abordasse esse assunto, outros irmãos que tem falado sobre esse tipo de relacionamento podem ajudar.

Por isso quero recomendar aos leitores do Blog alguns livros:

*Namoro, Biscoitos e um grabde problema!, Jeff Fromholz –

Disponível para download gratuito e venda no site www.geracaobenjamim.com

*No Sex, até casar, Jeff Fromholz –

Disponível para venda no site www.geracaobenjamim.com

*Eu Disse Adeus ao Namoro – JOSHUA HARRIS –

Disponível em livrarias e sites especializados

Não tenho nenhum fim lucrativo…meu desejo é só alertar meus irmãos. E também nenhum desses livros é sobre “corte” ou alguma outra fórmula para relacionamentos.

Lembrem-se uma ferida no coração pode tirar de nós a vida, não podemos tratar esse assunto de qualquer maneira!!!

Deus nos guie…

João Vítor, do blog Crescendo e Compreendendo

EXTRA! EXTRA! A BÍBLIA ESTÁ CHEIA DE ERROS!

A Bíblia está CHEIA de erros:

· primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
· segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
· e assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos…
porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.

A Bíblia está CHEIA de contradições:

· Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
· Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
· Ela contradiz o meu pecado e o seu.
A Bíblia está CHEIA de falhas:

· porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes ;
· assim foi com a falha de Adão;
· com a falha de Caim;
· e a de Moisés;
· bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
· Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.
Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia:

· para pessoas que querem jogar com as palavras;
· para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
· para o homem que não acredita porque não quer.
O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia:

· pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da história, por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;
· intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
· bem conhecidos pseudo-cientistas posando de críticos honestos;
· convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados.
Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que:

· os ensinamentos Bíblicos são passados e irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
· a Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
· Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.
A Bíblia é , afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO:

· para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
· para aqueles que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
· para aqueles que não querem examiná-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são.
E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz:

· a menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o AUTOR.

autor desconhecido

HISTÓRIAS QUE EDIFICAM – A MÁQUINA DE ESCREVER

maquina-de-escrever

Apxsar dx minha máquina dx xscrxvxr sxr um modxlo antigo, funciona bxm, com xxcxção dx uma txcla.

Há 42 txclas qux funcionam bxm, mxnos uma, x isso faz uma grandx difxrxnça.

Às vxzxs, mx parxcx qux mxu grupo x como a minha máquina dx xscrxvxr, qux nxm todos os mxmbros xstão dxsxmpxnhando suas funçõxs como dxviam, qux txm um mxmbro achando qux sua ausxncia não fará falta…

Vocx dirá: “Afinal, sou apxnas uma pxça sxm xxprxssão x, por isso, não farxi difxrxnça x falta à comunidadx.” Xntrxtanto, para uma organização podxr progrxdir xficixntxmxntx, prxcisa da participação ativa x consxcutiva dx todos os sxus intxgrantxs.

Na próxima vxz qux vocx pxnsar qux não prxcisam dx vocx, lxmbrx-sx da minha vxlha máquina dx xscrxvxr x diga a si mxsmo: “Xu sou uma pxça importantx do grupo x os mxus amigos prxcisam dx mxus sxrviços!”

Pronto, agora consertei a minha máquina de escrever. Você entendeu o que eu queria te dizer?

Percebeu a sua imensa participação na vida daqueles ao seu redor? Percebeu que assim como tem pessoas que são importantes para nós, também, somos importantes para alguém?

Você é importante para Deus, você é especial para muitos que estão na sua volta!

HISTÓRIAS QUE EDIFICAM – ENCONTRO COM DEUS

Eu tenho uma querida cunhada de nome Lila que sempre nos brinda (a mim e minha mulher) com e-mails super edificantes. O último que recebemos é simplesmente maravilhoso! Aí está, na íntegra, para abençoar todos os amigos do netgospel.com.br. É uma história verídica, narrada por JOHN POWELL, s.j., professor de Teologia da Fé, da Loyola University de Chicago, EUA.

“Um dia, há muitos anos atrás, eu estava de pé na porta da sala, esperando meus alunos entrarem para nosso primeiro dia de aula do semestre. Foi aí que vi Tom, pela primeira vez.

Não consegui evitar que meus olhos piscassem de espanto. Ele estava penteando seus cabelos longos e muito louros que batiam uns vinte centímetros abaixo dos ombros. Eu nunca vira um rapaz com cabelos tão longos. Acho que a moda estava apenas começando nessa época. Mesmo sabendo que o que importa não é o que está fora, mas o que vai dentro da cabeça, naquele dia eu fiquei um pouco chocado. Imediatamente classifiquei Tom com um “E” de estranho… muito estranho!

Tommy acabou se revelando o “ateista de plantão” do meu curso de Teologia da Fé. Constantemente, fazia objeções ou questionava sobre a possibilidade de existir um Deus–Pai que nos amasse incondicionalmente. Convivemos em relativa paz durante o semestre, embora eu tenha que admitir que, às vezes, ele era bastante incômodo. No fim do curso, ele se aproximou e me perguntou, num tom ligeiramente irônico:

- O senhor acredita mesmo que eu possa encontrar Deus algum dia?

- Não, eu não acredito! Respondi.

- Ah! – ele respondeu – Pensei que era este o produto que o senhor esteve tentando nos vender nos últimos meses.

Eu deixei que ele se afastasse um pouco e falei, bem alto: ‘eu não acredito que você consiga encontrar Deus, mas tenho absoluta certeza de que Ele o encontrará um dia’.

Ele deu de ombros e foi embora da minha sala e da minha vida. Algum tempo depois soube que Tommy tinha se formado e, em seguida, recebi uma notícia triste: ele estava com um câncer terminal. E, antes que eu resolvesse se ia à sua procura, ele veio me ver. Quando entrou na minha sala, percebi que seu físico tinha sido devastado pela doença e que os cabelos longos não existiam mais, devido à quimioterapia. Entretanto, seus olhos estavam brilhantes e sua voz era firme, bem diferente daquele garoto que conheci.

- Tommy, tenho pensado em você. Ouvi dizer que está doente! – falei.

- Ah, é verdade, estou seriamente doente. Tenho câncer nos dois pulmões. É uma questão de semanas, agora.

- Você consegue conversar bem a esse respeito? – perguntei.

- Claro, o que o senhor gostaria de saber?

- Como é ter apenas vinte e quatro anos e saber que está morrendo?

- Acho que poderia ser pior. – respondeu.

- Como assim? – perguntei.

- Bem, – respondeu – Eu poderia ter cinqüenta anos e não ter noção de valores ou ideiais, ou ter sessenta anos e pensar que bebida, mulheres e dinheiro são as coisas mais ‘importantes’ da vida.

Lembrei-me da classificação que atribui a ele: ‘E’ de ‘estranho’; (parece que as pessoas que recebem classificações desse tipo, são enviadas de volta por Deus para que eu possa repensar o assunto).

- Mas a razão pela qual eu realmente vim vê-lo – disse Tom – foi a frase que o senhor me disse no último dia de aula.

Ele se lembrava!… (pensei) – Tom continuou:

- Eu lhe perguntei se o senhor acreditava que eu encontraria Deus algum dia e o senhor respondeu ‘Não’, o que me surpreendeu. Em seguida, o senhor disse, ‘mas Ele o encontrará’. Eu pensei um bocado a respeito daquela frase, embora na época não estivesse muito interessado no assunto. Mas quando os médicos removeram um nódulo da minha virilha e me disseram que se tratava de um tumor malígno, comecei a pensar com mais seredade sobre a idéia de procurar Deus. E, quando a doença se espalhou por outros órgãos, eu comecei realmente a dar murros desesperados nas portas de bronze do paraíso. Mas Deus não apareceu. De fato, nada aconteceu. O senhor já tentou fazer alguma coisa por um longo período, sem sucesso? A gente fica cansado, desanimado. Um dia, ao invés de continuar atirando apelos por cima do muro alto atrás de onde Deus poderia estar… ou não… eu desisti, simplesmente. Decidi que, de fato, não estava me importando… com Deus, com uma possível vida eterna ou qualquer coisa parecida. E decidi utilizar o tempo que me restava fazendo alguma coisa mais proveitosa. Pensei no senhor e nas suas aulas e me lembrei de uma coisa que o senhor havia dito noutra ocasião: ‘A tristeza mais profunda, sem remédio, é passar pela vida sem amar. Mas é quase tão triste passar pela vida, e deixar este mundo sem jamais ter dito às pessoas queridas o quanto você as amou’. Então resolvi começar pela pessoa mais difícil: meu pai. Ele estava lendo o jornal quando me aproximei dele: ‘Papai’… eu disse. ‘Sim, o que é’? – ele perguntou, sem baixar o jornal. ‘Papai, eu gostaria de conversar com você’. ‘Então fale’… ‘É um assunto muito importante!’ O jornal desceu alguns centímetros, vagarosamente. ‘O que é’? – ‘Papai, eu o amo muito… Só queria que você soubesse disso”. O jornal escorregou para o chão e meu pai fez duas coisas que eu jamais havia visto: ele chorou e me abraçou com força. Conversamos durante toda a noite, embora ele tivesse que ir trabalhar na manhã seguinte. Foi tão bom poder me sentar junto do meu pai, conversar, ver suas lágrimas, sentir seu abraço, ouvi-lo dizer que também me amava!… Foi uma emoção indescritivel! Foi mais fácil com minha mãe e com meu irmão mais novo. Eles choraram também e nós nos abraçamos e falamos coisas realmente boas uns para os outros. Falamos sobre as coisas que tínhamos mantido em segredo por tantos anos, e que era tão bom partilhar. Só lamentei uma coisa: que eu tivesse desperdiçado tanto tempo, me privando de momentos tão especiais. Naquela hora eu estava apenas começando a me abrir com as pessoas que amava. Então, um dia, eu olhei, e lá estava ELE. Ele não veio ao meu encontro quando Lhe implorei. Acredito que estava agindo como um domador de animais que, segurando um chicote, diz: – Vamos, pule! Eu lhe dou três dias… três semanas… Parece que Deus não se deixa impressionar. Ele age a Seu modo e a Seu tempo. Mas o que importa é que Ele estava lá. Ele me encontrou… O senhor estava certo. Ele me encontrou mesmo depois de eu ter desistido de procurar por Ele.

- Tommy – eu disse, bastante comovido – o que você está dizendo é muito mais importante e muito mais universal do que você pode imaginar. Para mim, pelo menos, você está dizendo que a maneira certa de encontrar Deus, não é fazendo dEle um bem pessoal, uma solução para os nossos problemas ou um consolo em tempos difíceis, mas sim, se tornando disponível para o verdadeiro Amor. O Apóstolo João disse isto: “Deus é amor e aquele que vive no Amor, vive com Deus e Deus vive com ele’.

- Tom, posso pedir-lhe um favor? Você sabe que me deu bastante trabalho quando foi meu aluno. Mas (aos risos) agora você pode me compensar por aquilo. Você viria à minha aula de Teologia da Fé e contaria aos meus alunos o que você acabou de me contar? Se eu lhes contasse não seria a mesma coisa, não tocaria tão fundo neles!

- Oooh!… eu me preparei para vir vê-lo, mas não sei se estou preparado para enfrentar seus alunos.

- Então, pense nisto. Se você se sentir preparado, telefone para mim.

Alguns dias mais tarde, Tom telefonou e disse que falaria com minha turma. Ele queria fazer aquilo por Deus e por mim. Então, marcamos uma data.

Mas o dia chegou… e ele não pode vir.

Ele tinha outro encontro, muito mais importante do que aquele. Ele se foi… Tom havia dado o grande passo para a verdadeira realidade. Ele foi ao encontro de uma nova vida e de novos desafios. Antes dele morrer, ainda conversamos uma vez.

- Não vou ter condições de falar com sua turma, – ele disse.

- Eu sei, Tom.

- O senhor falaria com eles por mim? O senhor falaria… com todo mundo por mim?

- Vou falar, Tom. Vou falar com todo mundo. Vou fazer o melhor que puder.

Portanto, a todos vocês que foram pacientes, lendo esta declaração de amor tão sincera, obrigado por fazê-lo.

E a você, Tommy, onde quer que esteja, aí está: Eu falei com todo mundo… do melhor modo que consegui. E espero que as pessoas que tiveram conhecimento desta história, possam contá-la aos seus amigos, para que mais gente possa conhecê-la…”

Para você que leu… RETRANSMITA!

“Não diga para Deus que você está com um grande problema. Diga para seu problema que você tem um grande Deus!”

EXPLOSION LIFE MINISTRY
USA – 954-429-1490
explosaodevida@hotmail.com

CINCO MANEIRAS DE DEUS RESPONDER ORAÇÕES

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Qualquer que seja a resposta, ela vem sempre visando o melhor para você.

Ao longo dos anos descobri nas Escrituras, e pela experiência, que Deus ama responder as orações. Aqui estão cinco de suas respostas mais freqüentes:

“Não, eu te amo demais”

O Deus do universo não é obrigado a dizer ‘sim’ para todas as orações. Isto é ótimo, levando em consideração algumas coisas que pedimos. Às vezes Deus diz ‘não’ para os pedidos mais profundos em nosso coração. Você já descobriu esta verdade em sua vida? Eu já descobri. Quando minha amiga Diane começou a perder sua audição. Quando minha sogra ficou enferma. Quando meu sobrinho contraiu AIDS.

Eu seria conhecido como Luis Palau Júnior, se não fosse o fato de Deus ter dito ‘não’ para uma das minhas mais recorrentes orações. Após meu décimo aniversário, meu pai, Luis Palau teve uma broncopneumonia e morreu dez dias depois. A morte se tornou para mim a mais inegável realidade. Tudo pode ser discutido e pensado, mas a morte está aí, encarando a todos nós, face a face. Ela acontece, até para as pessoas mais abençoadas. Não importa o quanto oramos. Por quê? Porque ainda vivemos em um mundo caído.
Lembro-me disso repetidamente desde 11 de setembro de 2001, dia dos ataques terroristas nos EUA. Milhares de vidas foram salvas naquele dia. Mas Deus disse ‘não’ para as orações de milhares de outras vidas. Algum bem virá da morte destes? Eu creio que sim.

Sem dúvida, a morte de meu pai teve mais impacto no meu ministério do que qualquer outra coisa em minha vida inteira, além da minha conversão a Jesus Cristo. Meu desejo é que as pessoas se acertem com Deus, compreendam a grande questão e que, como o meu pai, morram cientes de que estarão com Jesus, de “estar com Cristo, pois é muito melhor” (Filipenses 1.23).

Isto significa que não devemos orar? Não. Significa o oposto. Ao longo dos anos, viajando pelo mundo, descobri outras quatro formas de Deus responder as orações. Acredite: ele gosta de dizer “sim!”

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“Sim, mas você precisará esperar”

Respostas imediatas às orações? É isto que você quer, é isto que eu quero. Mas Deus não trabalha sempre desta maneira. E para que o melhor ocorra, precisamos ser pacientes. Em alguns casos, precisamos esperar até que o relógio sinalize meia-noite, para que sua resposta chegue.

Phil Callaway não sabia o que responder ao ser questionado por seus filhos “se a mamãe iria morrer”. Sua esposa Ramona sofria com grave enfermidade.

Centenas de amigos e parentes oraram, mas o peso de Ramona eventualmente chegara a 40 kg. Médicos especialistas tentaram de tudo, mas no outono de 1996 ela tinha crises diariamente, muitas vezes a cada hora.
Phil quase nunca deixou de ficar ao lado de Ramona. Ele não sabia se ela chegaria a completar 30 anos. Certa tarde, quando já não era possível enxergar qualquer vestígio de esperança, Phil caminhou até o quintal, ajoelhou-se e clamou: “Deus! Não agüento mais. Por favor, faça algo!”. De repente, o nome de um médico lhe veio à mente. Phil ligou para este médico, que examinou Ramona na manhã seguinte e deu o diagnóstico de uma rara deficiência química. Dentro de uma semana, as crises de Ramona terminaram. Seus olhos brilhavam novamente. O milagre foi tão incrível que Phil afirmou: “Deus devolveu minha esposa!”.

“Peçam e lhes será dado; busquem e encontrarão; batam e a porta lhes será aberta” (Mateus 7.7).

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”Sim, mas não exatamente o que você espera”

Você já pediu a Deus que o usasse? Se já o fez, espere o inesperado.

O jogador Sherman Smith, da Liga Nacional de Futebol, é conhecido como o “Tanque Sherman”; tem 1,90m e pesa 102 kg de músculos sólidos em sua maioria. Sua reputação na defesa aumentou seu status de celebridade, enquanto jogava para o Seattle Seahawks. No entanto, sem qualquer aviso, o Seahawks vendeu o passe de seu jogador mais popular para o San Diego Chargers. Da noite para o dia tudo mudou para o jogador, cuja fé era tão sólida quanto seus músculos. Em poucas semanas jogando no Chargers ele machucou seriamente seu joelho. “Por que em tempos de reabilitação Deus me trouxe para San Diego?”, ele perguntava.
Enquanto seu joelho se recuperava, Sherman teve a oportunidade de levar um de seus colegas de time à Cristo. Este jogador que se converteu, Miles McPherson, desde então tem se destacado como um evangelista que tem levado milhares de jovens a Cristo todos os anos.

Porque Sherman foi enviado a San Diego? Deus queria usá-lo, com certeza.

“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos e ele endireitará as suas veredas” (Provérbios 3.5-6).

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“Sim, e tem mais!”

Você já se perguntou se Deus realmente sabe o que você quer e o que você precisa?

O australiano David Smallbone sentiu que Deus o dirigia a promover shows cristãos em sua cidade natal onde apenas 5% da população era cristã. Durante um tour, eram tão poucos os fãs que iam aos shows que David teve um prejuízo de 250.000 dólares! Até sua casa lhe foi tirada e este pai de seis filhos teve que buscar uma solução. Um artista famoso lhe ofereceu um emprego em Nashville (EUA) e a família vendeu todos os pertences que ainda lhe restavam para comprar as passagens para os Estados Unidos. No entanto, algumas semanas depois que chegou, David foi informado de que o emprego não estava mais disponível. Ele ficou prostrado na cama por dias e dias. Quando David e sua esposa explicaram aos filhos o que havia acontecido, todos se ajoelharam e pediram ajuda a Deus.

Coisas interessantes começaram a acontecer. Deus providenciava sacolas de alimentos, providenciou uma van e pequenos serviços dos mais diversos. Então a maior surpresa de todas aconteceu: a filha mais velha Rebecca, então com 15 anos, conseguiu um contrato com uma gravadora. Rebecca gravou seu primeiro CD usando um antigo sobrenome de família, St.James.

Acelere o filme para os dias atuais. David promove os shows de sua própria filha, shows que têm sempre ingressos esgotados. Rebecca St.James tornou-se uma das artistas cristãs mais conhecidas na atualidade. A revista Cristianismo Hoje colocou seu nome entre os “50 maiores e mais promissores líderes cristãos com menos de 40 anos”. Temos prazer em convidá-la para cantar em nossas conferências cristãs ao redor do mundo.

Nada surpreende a Deus, Ele sabia o que estava fazendo!

“’Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de lhes dar uma esperança e um futuro’” (Jeremias 29.11).

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“Sim, pensei que você nunca pediria”

Muitas pessoas pensam que a oração é algo complicado. Na realidade, a oração mais simples pode lhe trazer o milagre que você precisa, quando você precisa.

Após uma séria queda, um senhor chamado Luke Mulder orou para receber Jesus Cristo. Então orou por sua esposa Clara, que estava visitando sua irmã na Califórnia. Naquele mesmo dia, Clara ouviu alguém compartilhar o evangelho e aceitou a Cristo.

O cartunista cristão Ron Wheeler sonhava em criar personagens para evangelizar, mas precisava de um novo computador. Encontrou o tipo que precisava e começou a orar. Duas semanas depois um amigo ligou para Ron e lhe ofereceu um computador do mesmo modelo que havia pedido em sua oração. Pouco tempo depois de instalar o computador, Ron recebeu uma ligação da Sociedade Americana de sua categoria, solicitando que ele desenhasse uma série completa de personagens evangelísticos para tirinhas de diversos meios de comunicação.

Meus amigos Esteban e Carmela Tosoni dirigiam por uma estrada em uma das montanhas mais altas do mundo, quando seu carro quebrou. Estavam a 30 km da cidade mais próxima. A família Tosoni orou por ajuda divina. Quando abriram os olhos, um mecânico simplesmente apareceu e perguntou se precisavam de ajuda, consertou o carro e então partiram.

Coincidências? Dificilmente.

“A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5.16).

Luis PALAU

Retirado do site http://solomon1.com

HISTÓRIAS QUE EDIFICAM – A VIÚVA E O FILHO

Há um tempo atrás existiu uma mulher viúva com um filho pequeno. A vida não era nada fácil para eles, mas sempre achavam como continuar sabendo que um dia a sua sorte poderia mudar. Eles não se desapontariam com essa esperança. Um dia eles conheceram um homem que falou que tinha a solução de todos os seus problemas e ele os levou para uma sala. Quando ele abriu a porta, os olhos dos dois se arregalaram e ficaram na porta de queixo caído. A sala estava cheia de tesouoro, ouro, diamantes, tudo que você pode imaginar. O homem virou-se para a mulher e disse: “Você tem cinco minutos para pegar tudo que quer antes da porta fechar para nunca mais se abrir. Mas lembre-se, não se esqueça do que é mais importante.” E assim ela entrou com seu filho e sacos e começou a enchê-los. “Quatro minutos”. Ela estava trabalhando o mais rápido possível. “Três minutos.” Era tudo que ela sonhava. “Dois minutos.” Todos seus problemas seriam resolvidos. “Um minuto.” Ela tinha que pegar mais. “Trinta segundos.” Ela tabalhava mais rápido. “Dez segundos.” Ela foi desesperadamente puxando os sacos na direção da porta. “Cinco segundos.” Ela conseguiria? “Bam!!!” A porta se fechou, mas ela conseguiu arrastar os sacos no tempo certo. E enquanto ela tentava respirar normalmente, olhou ao seu redor e percebeu; ela esqueceu do mais importante; o seu filho ficou para trás.

É isso o que aconteceu com essa geração. Enquanto os seus líderes evitavam abordar os assuntos e alimentá-la, acabaram vendendo uma outra visão a ela. Uma da qual ela se encantava e se entregou, muitos dos jovens de cinco a dez anos atrás são casados com bons empregos, tudo que sonhavam, tudo que precisavam para resolver os problemas da vida, mas, esqueceram do importante. Eles esqueceram do FILHO.

Retirado de uma das e-pístolas do Pr. Jeff, que em breve estarei postando aqui no blog.

HISTORIAS QUE EDIFICAM – A FLOR DA HONESTIDADE

Essa aqui foi indicada pelo meu amigo Diel W. Peres (o da foto ai do lado), tem tudo a ver com o mês que estamos vivendo, que é o mês da Honestidade!

Valeu “Dielito” e um grande abraço!!

Pr. Fábio Guimarães

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A FLOR DA HONESTIDADE

Conta-se que por volta do ano 250 a.C, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.

Sabendo disso, ele resolveu fazer uma “disputa” entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula:

- Minha filha, o que você fará lá?

Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte.

Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

E a filha respondeu:

- Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz.

À noite, a jovem chegou ao palácio.

Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções.

Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:

-Darei a cada uma de vocês, uma semente.

Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de “cultivar” algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc…

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu.

A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.

Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.

Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado.

Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.

Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena.

Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção.

Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.

As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações.

Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado.

Então, calmamente o príncipe esclareceu:

- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz.

A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor.


Retirado do site da Rede Super

HISTÓRIAS QUE EDIFICAM – O ANUNCIO

O ANÚNCIO

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:

_ Sr. Bilac estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio de venda para o jornal?

Olavo Bilac após conhecer o sítio do amigo, apanhou o papel e escreveu.

“Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda’. “

Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.

Nem penso mais nisso, disse o homem, quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!

Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros.

Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que nosso Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual.

Querer mais é legítimo e traz prosperidade, contudo, vale lembrar-se com carinho e agradecer toda conquista.

IGREJA DE MUDOS

“The greater single cause of atheism in the world today is Christians who acknowledge Him with their lips and walk out the door and deny Him by their lifestyle. That`s what an unbelieving world simply finds unbelievable”.
(A maior causa do ateísmo no mundo hoje são os cristãos que falam sobre Deus, mas quando saem O negam pelo seu estilo de vida. Nisto um mundo não-crente não consegue acreditar).” What if I stumble, DC Talk.

“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.” JO. 13. 35

Foi isso o que Jesus disse sobre aqueles que O seguem. Mas parece que os seguidores de Cristo hoje são mais facilmente identificados por serem inconstantes: por acharem e falarem uma coisa a respeito de Deus e por serem e viverem algo totalmente diferente. Mas vamos esquecer por ora o efeito que isso traz em quem observa um crente para poder conhecer o evangelho – e quem sabe vir a segui-lo. Existe também outro lado nisso tudo: as nossas vidas duplas atrapalham a obra de Deus.
Imagine Deus sentado em Seu alto e sublime trono, com Jesus à Sua destra, os anjos louvando com o coro: Santo, Santo, Santo. Ele está assistindo um culto; dá uma cotovelada em um serafim que passa, espirram dele algumas faíscas, e diz:
- Olhe aquela igreja ali! Veja o que eu vou fazer com aquele povo!
O serafim para pra olhar; ele se lembra de quando Deus criou o mundo e de como eles acharam estranho o fato de Deus ter colocado no Homem o tal do livre arbítrio – “Mas Senhor, o Homem vai se esquecer de você!” – e fica maravilhado ao ver homens adorando ao Senhor pela vontade deles próprios. A igreja está adorando livremente a Deus, existem línguas e profecias, tem uma jovem rodopiando ali no canto! A mão do Senhor está estendida, parece que vai derramar alguma coisa; existe uma pequena tensão no ar: Deus está esperando alguma coisa. Mas ao invés de deixar cair sobre a igreja aquilo que ele tem em sua mão Ele fica apenas assim, esperando. Às vezes parece que vai cair uma gotinha daquilo que Ele está segurando, e o serafim sabe que apenas uma gotinha seria mais do que suficiente para inundar aquela igreja com a Sua glória. Mas Ele não derrama. Olha ali Deus, o serafim pensa, aquela mulher está com câncer, aquele homem com uma dor de cabeça horrível, aquele casamento está por um fio, aquele jovem precisa de libertação.
-Eu sei, Eu já sei tudo isso.
-Desculpe Senhor. Obviamente eu sei que o Senhor já sabia de tudo isso. Mas então porque não…?
-Olhe de novo. Eles não querem que eu derrame isso.
Não adianta dizermos que queremos alguma coisa de Deus. Aquilo que nós vivemos tem que gritar para Ele o quanto nós precisamos D’Ele. Perece até fácil entender porque Deus já cogitou mandar as pedras pregarem ao invés de nós – as pedras nunca dariam o péssimo testemunho que nós damos.
Ou então, veja o anjo de uma igreja com uma bolsa de bênçãos, pronto para entregar cada uma para uma pessoa. Mas aí vem aquele irmãozinho com uma palavra, justamente para aquela mulher que ora pelo marido já faz 12 anos.
-Sai daí! Você vai atrasar mais a benção dela.
O homem começa a dizer coisas que o anjo até hoje não sabe da onde ele tirou tanta besteira; acabou o culto e ele vai levar de volta pra Deus a benção daquela mulher. Mais uma vez ela vai pra casa achando que Deus não se importa com ela, que Ele nunca ouve sua oração, que ela ainda não tem fé e que tem muita coisa ainda pra aprender com aquele irmãozinho. O anjo chega de volta na presença do Senhor com a sua bolsa cheia, Deus olha pra ele, ele dá um suspiro.
-Eu sei, Eu sei.
Você já pensou como seria se a igreja fosse só de mudos? Ninguém iria poder gritar: Usa-me, Senhor! Teríamos que fazê-lO entender isso com atitudes, com gestos – com a nossa vida. Será que, ao assistirmos as nossas vidas sem som, ainda assim conseguiríamos expressar alguma necessidade de Deus em nossas vidas? A vida que nós temos vivido expressa o que nós temos dito? Ou quando abrimos a nossa boca o anjo tem que guardar de novo a benção que ele trouxe para a igreja?

Estudo feito por: Daniel Avellar – Equipe MCO

HISTÓRIAS QUE EDIFICAM – NÃO É ENGRAÇADO??

Não é engraçado como não encontramos as palavras certas quando oramos, mas elas estão sempre na ponta da língua para conversarmos com um amigo?

Não é engraçado como R$ 10,00 parece tanto quando o levamos à Igreja para dar como oferta ou dízimo e, tão pouco quando vamos ao Shopping fazer compras?

Não é engraçado como uma hora é tão longa quando servimos a Deus, mas tão curta quando assistimos ao jogo de futebol?

Não é engraçado como ficamos excitados quando um jogo vai para prorrogação, mas reclamamos quando pregação dura mais que o normal?

Não é engraçado acharmos cansativos ler um capítulo da Bíblia para saber o que Deus quer de nós, mas é fácil ler 100 páginas do último romance do século?

Não é engraçado como queremos sempre as cadeiras da frente no teatro ou num show, mas sempre sentamos no fundo da Igreja para não sermos vistos?

Não é engraçado como as pessoas zombaram de Noé enquanto esse construía a Arca conforme Deus mandou e quando veio o dilúvio matou a todos?

Não é engraçado como precisamos de duas ou três semanas de antecedência para aceitar um convite e agendar um compromisso na Igreja, mas para outros programas, sequer olhamos na agenda, estamos sempre disponíveis?

Não é engraçado como temos dificuldades de aprender a evangelizar, falar de Jesus para as pessoas, e como é fácil aprender e contar a última fofoca e piada?

Não é engraçado como acreditamos em quaisquer notícias dos jornais, mas questionamos tudo quanto diz respeito à Bíblia que é a Palavra de Deus?

Não é engraçado como quando perguntamos, todo mundo quer ir para o céu desde que não tenha que acreditar, dizer ou fazer nada?

Não é engraçado como uma hora na Igreja parece mais longa do que quando assistimos a um filme?

Não é engraçado como mandamos milhares de piadas por E-mail que se espalham como um incêndio, mas quando mandamos mensagens sobre o Jesus, por vergonha ou descrença, não reenviamos para ninguém?

Não é engraçado?…

Você está rindo?…

Você esta pensando?

Não é engraçado que quando você ler esta mensagem você não comentará a respeito dele muita gente que você acha que não acredita em nada?

Não ?!?!?!?! É Triste.

Pois todos prestarão contas de seus atos a Deus no dia do juízo final. Todos reconhecerão a Deus como soberano. Todos terão encarar a Deus de frente e tudo será trazido à tona, mas será tarde para você que não acreditou e não O procurou enquanto estava em tempo.

Todos quantos se esqueceram Deus e não aceitaram a Jesus Cristo como Salvador serão lançados no inferno e atormentado em chamas por toda a eternidade Porque está escrito: “Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, E toda a língua confessará a Deus”. (Romanos 14:11).

“E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras”. (Apocalipse 20:13).

A maldição da culpa

Cara, mais uma vez, esses caras arrebentaram, este texto falou muito comigo, simplesmente demais, quantas vezes eu já me deparei com essa questão, muitas vezes eu achava melhor não adorar, não buscar a Deus, por que o sentimento de culpa era muito grande, muito grande mesmo! Gracas a Deus o Senhor me libertou! E tem me libertado a cada dia! Espero que este estudo possa te ajudar e que Deus possa falar contigo!! Pr. Fábio Guimarães

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Um imenso número de jovens que sonhavam em obedecer completamente a Jesus, mas acabam se perdendo na inutilidade da prosperidade do mundo. A sensação constante de culpa e indignidade por causa de erros sexuais dão lugar, pouco a pouco, à falta de poder espiritual e ao beco sem saída da segurança e conforto.

Em outras palavras, existem muitos jovens que estão abandonando a causa da missão de Cristo porque ninguém lhes ensinou como lidar com a culpa que se segue ao pecado sexual. O problema vai além de não cair; a questão é como lidar com a queda para que ela não leve toda uma vida para o desperdício da mediocridade. A grande tragédia não são práticas como a masturbação ou a fornicação, e nem a pornografia. A tragédia é que Satanás usa a culpa decorrente desses pecados para extirpar todo sonho radical que a pessoa teve ou poderia vir a ter. Em vez disso, o diabo oferece uma vida feliz, certa e segura, com prazeres superficiais, até que a pessoa morra em sua cadeira de balanço, em um chalé à beira de um lago.


Hoje de manhã mesmo, Satanás pegou seu encontro das duas da manhã – seja na televisão ou na cama – e lhe disse: “Viu? Você é um derrotado. O melhor é nem adorar a Deus. Você jamais conseguirá fazer um compromisso sério para entregar sua vida a Jesus Cristo! É melhor arrumar um bom emprego, comprar uma televisão de tela plana bem grande e assistir o máximo de filmes pornográficos que agüentar”. Portanto, é preciso tirar essa arma da mão dele. Sim, claro que quero que você tenha a coragem maravilhosa de parar de percorrer os canais de televisão. Porém, mais cedo ou mais tarde, seja nesse pecado ou em outro, você vai cair. Quero ajudá-lo a lidar com a culpa e o fracasso, para que Satanás não os use para produzir mais uma vida desperdiçada.

Cristo realizou uma obra na história, antes de existirmos, que conquistou e garantiu nosso resgate e a transformação de todos que confiarem nele. A característica distintiva e crucial da salvação cristã é que seu autor, Jesus, a realizou por completo fora de nós, sem nossa ajuda. Quando colocamos nele a fé, nada acrescentamos à suficiência do que fez ao cobrir nossos pecados e alcançar a justiça que é considerada nossa. Os versículos bíblicos que apontam isso com mais clareza estão na epístola de Paulo aos Colossenses 2.13-14: “Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões e cancelou o escrito de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz”.

É preciso pensar bem nisso para entender plenamente a mais gloriosa de todas as verdades: Deus pegou o registro de todos os seus pecados – todos os erros de natureza sexual – que deixavam você exposto à ira. Em vez de esfregar o registro em seu rosto e usá-lo como prova para mandar você para o inferno, Deus o colocou na mão de Seu filho e pregou na Cruz. E quem são aqueles cujos pecados foram punidos na cruz? Todos que desistem de tentar salvar a si mesmos e confiam apenas em Cristo. E quem assumiu essa punição? Jesus. Essa substituição foi a chave para a nossa salvação.

Alguma vez você já parou para pensar no que significa Colossenses 2.15? Logo depois de afirmar que Deus pregou na cruz o registro de nossa dívida, Paulo escreve que o Senhor, “tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz”. Ele se refere ao diabo e seus exércitos de demônios. Mas como são desarmados? Como são derrotados? Eles possuem muitas armas, mas perdem a única que pode nos condenar – a arma do pecado não perdoado. Deus pregou nossas culpas na cruz. Logo, houve punição por elas – então, seus efeitos acabaram! O problema é que muitos percebem tão pouco da beleza de Cristo na salvação que o Evangelho lhes parece apenas uma licença para pecar. Se tudo que você enxerga na cruz de Jesus é um salvo-conduto para continuar pecando, então você não possui a fé que salva. Precisa se prostrar e implorar a Deus para abrir seus olhos para ver a atraente glória de Jesus Cristo.

Culpa corajosa – A fé que salva recebe Jesus como Salvador e Senhor e faz dele o maior tesouro da vida. Essa fé lutará contra qualquer coisa que se coloque entre o indivíduo salvo e Cristo. Sua marca característica não é a perfeição, nem a ausência de pecados. Quem enxerga na cruz uma licença para continuar pecando não possui a fé que salva. A marca da fé é a luta contra o pecado. A justificação se relaciona estreitamente com a obra de Deus pregando nossos pecados na cruz. Justificação é o ato pelo qual o Senhor nos declara não apenas perdoados por causa da obra de Cristo, mas também justos mediante ela. Cristo levou nosso castigo e realiza nossa retidão. Quando o recebemos como Salvador e Senhor, todo o castigo que ele sofreu, e toda sua retidão, são computados como nossos. E essa justificação vence o pecado.

Possuímos uma arma poderosa para combater o diabo quando sabemos que o castigo por nossas transgressões foi integralmente cumprido em Cristo. Devemos nos apegar com força a essa verdade, usando-a quando o inimigo nos acusar pelas nossas faltas. O texto de Miquéias 7.8-9 apresenta o que devemos lhe dizer quando ele zombar de nossa aparente derrota: “Não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei (…) Sofrerei a ira do Senhor, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa e execute o meu direito”. É uma espécie de “culpa corajosa” – o crente admite que errou e que Deus está tratando seriamente com ele. Mas, mesmo em disciplina, não se afasta da bendita verdade de que tem o Senhor ao seu lado!
Há vitória na manhã seguinte ao fracasso! Precisamos aprender a responder ao diabo ou a qualquer um que nos diga que o Senhor não poderá nos usar porque pecamos. “Ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei”, frisou o profeta. “Embora eu esteja morando nas trevas, o Senhor será a minha luz.” Sim, podemos estar nas trevas da iniqüidade; podemos sentir culpa, porque somos, realmente, culpados pelo nosso pecado. Mas isso não é toda a verdade sobre o nosso Deus. O mesmo Deus que faz nossa escuridão é a luz que nos apóia em meio às trevas. O Senhor não nos abandonará; antes, defenderá a nossa causa.

Quando aprendermos a lidar com a culpa oriunda de nossos erros com esse tipo de ousadia em quebrantamento, fundamentados na justificação pela fé e na expiação substitutiva que Cristo promoveu por nós, seremos não apenas mais resistentes ao diabo como cometeremos menos falhas contra o Senhor. E, acima de tudo, Satanás não será capaz de destruir nosso sonho de viver uma vida em obediência radical a Jesus e de serviço à sua obra.

John Piper
Retirado de: www.sexxxchurch.com

HISTÓRIAS QUE EDIFICAM – VOL II- O PATO EVANGELISTA

Dando continuidade a série Histórias que Edificam, vou postar algo que nos chamou muita atenção… Espero que todos gostem…

O PATO EVANGELISTA

No ano de 1988 estava eu participando de uma cruzada evangelística com a Assembléia de Deus na cidade de Piracaia, São Paulo, igreja filiada ao ministério de São José dos Campos que é agregado ao Belém.

Bem, como estava hospedado na casa pastoral da igreja, o Pastor Benedito Pereira levou-me ao quintal no fundo do templo, onde um velho pato, nos dias de culto ou festa na igreja, unia-se aos irmãos andando entre eles fazendo o seu “quac-quac”.

Vendo o pato entre os irmãos no quintal da igreja, perguntei ao Pastor:

- O que este pato está fazendo aqui no fundo da igreja?

O Pastor deliciando-se com um pãozinho com carne moída, disse:

- Esse pato já ganhou mais almas do que muitos crentes!

Ri. O Pastor então disse com o tom sério: É verdade! Ele é foi um verdadeiro evangelista!

Curioso pedi que o Pastor me contasse a história do “pato evangelista”.

O Pastor, chamando um casal de irmãos já idade avançada, disse:

- Estes irmãos eram os donos do pato que eu comprei deles, e vou contar a história.

A esposa era uma beata católica que não faltava um único dia à missa de domingo pela manhã, mas o marido era um ateu convicto e não aceitava ir à igreja de maneira alguma. Ele questionava a existência de Deus e o poder dos ídolos, não cria em nada.

Todos os domingos, como era regra, a esposa pedia ao marido para matar uma galinha ou um pato para o almoço dominical, o que ele fazia prontamente.

Havia numa varanda rústica da casa, um cepo com dois pregos onde ele prendia a cabeça da desafortunada ave e cortava-lhe o pescoço com o machado.

Isto se repetia todos os domingos. A mulher sempre lhe convidava para ir à missa na igreja, mas ele não aceitava. Farto de dizer não à esposa, lhe fez uma aposta:

- O dia que você clamar ao seu santo de devoção para que salve a galinha ou o pato no momento que eu o for cortar a cabeça e o santo salvar o bichinho, então eu acreditarei nos seus santos e irei à sua igreja!

A esposa, cheia de esperança, todos os domingos clamava a um santo, mas as cabecinhas continuavam rolando, domingo após domingo, centenas de galinhas e patos perderam a cabeça naquele cepo apesar do pedido da mulher que aos poucos ia perdendo a sua fé em seus santos.

Um belo domingo, após voltar da missa, pediu que o marido matasse um pato ou uma galinha para o almoço, como era de costume. Como a lista de “santos” havia acabado, a esposa então disse:

- Jesus Cristo, salva o pato!

Quando o marido levantou o machado para cortar o pescoço do pato, o cachorro que assistia a cena latiu e ficando somente sobre as patas traseiras, com as patas dianteiras empurrou o marido que se desequilibrou e caiu, soltando o pato que não perdeu a oportunidade de sair para a rua desesperadamente fazendo seus “quacs-quacs”. Atrás do cachorro ia o marido, a mulher, e o pato parou na porta de uma padaria onde alguns homens bebiam, e vendo a cena passaram a perseguir o pato na ânsia de alcançar a ave fujona.

O pato parou em frente a um bar e também fez seus “quacs-quacs” e outros homens que estava no seu interior passaram a perseguir o pato.

Finalmente, exausto pela corrida, isto por volta das 10:30hs da manhã, o pato entrou na Assembléia de Deus, onde o Pastor Benedito Pereira estava no púlpito encerrando a escola dominical. O pato afoito passou pelo corredor central, subiu a escada lateral do púlpito e refugiou-se entre as pernas do Pastor.

A multidão que perseguia o pato fujão entrou lentamente na igreja tirando os seus chapeis em sinal de respeito e lentamente chegaram diante do púlpito.

O marido então disse:

- Seu Pastor, só quero o meu pato!

O Pastor pegou o pato que se refugiava entre suas pernas e o pos sobre a tribuna e perguntou ao homem:

- Quanto o senhor quer pelo pato?

- Ele não está à venda! Respondeu o marido.

O Pastor insistiu:

- Quanto o senhor quer pelo pato, pode dizer!

O marido, na ânsia de desestimular o Pastor a comprar o pato, disse:

- Duzentos Reais! ( Mas na moeda da época! )

O Pastor, sem pestanejar, abriu a carteira e deu os duzentos Reais ao homem que começou a rir.

- O senhor, seu Pastor, poderia comprar 10 patos por este valor!

Então o falou para o ex dono do pato:

- Esta noite tive um sonho, e no sonho a voz do Senhor me dizia: Uma criatura entrará na minha casa em busca de refugio e proteção, comprai-o pelo preço que lhe for pedido porque ele será meu até que esteja velho e expire.

O Pastor continuou:

- Então este pato viverá enquanto o Senhor lhe der vida!

O marido olhando atônito para a sua esposa disse:

- Mulher, o Jesus dos crentes salvou o pato! Esse Deus existe!

O marido, a mulher e mais 15 almas aceitaram Jesus naquela manhã.

Então, aproximando-me do pato, passei a mão sobre suas costas e disse:

- Bom menino, bom menino!

Ele simplesmente olhou-me fixamente nos olhos e fez:

- Quac!

Pr. Walter Antunes.
Obs: Esta é uma história real que aconteceu na minha vida quando ainda dava os meus primeiros passos na fé. Quanto ao Pastor Benedito Pereira, depois da cruzada, nunca mais nos encontramos, mas o pato, com toda certeza, já deve ter terminado a sua missão neste mundo!

da série – HISTÓRIAS QUE EDIFICAM – VOL. I

Eu, particularmente, não gosto muito daqueles e-mails com mensagens pra evangelizar, slides, fotos, música triste de fundo e no finalzinho do e-mail uma oração pra gente repetir, mas creio que várias vidas já foram alcançadas por Deus através destes e-mails e que os mesmos tem sido um forte instrumento nas mãos de Deus.

O meu pai, pastor Guimarães, é doidinho por estes e-mails, hehe, ele está sempre mandando estas mensagens para amigos, família, irmãos em Cristo, para pastores e todos da sua lista de e-mails, e muitos são os testemunhos que ele tem recebido de pessoas que aceitaram a Jesus, ou que foram tocados por Deus através deste instrumento.

Algumas destas mensagens me chamaram muita a atenção, tais como o “Pato Evangelista” (em breve estarei colocando ela aqui no blog), “Jesus no porta-malas” e muitas outras, por isso resolvi dedicar um espaço do nosso blog somente para elas, e que este espaço possa edificar a sua vida. (paieeee, conto a tua ajuda viu?”

A primeira mensagem que quero postar é entitulada de “A Bíblia”, o autor desta mensagem é desconhecido, espero que gostem, copiem e mandem para os seus colegas e comentem sobre ela. Abraço a todos.

Fábio Guimarães

A BÍBLIA

Era um vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente.

Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho.

Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso não era bom.

O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.

Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote.

Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.

A partir daquele dia, o silêncio e a distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família.

O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. Faleceu.

No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta à sua casa, o rapaz quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele.

Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: “Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência”.

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isto leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.

Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um “cheque escondido” em todas as adversidades da vida.