O cristianismo consagrou esta palavra que é uma das mais ditas em todo o mundo com o significado de “Assim seja”, com o sentido de uma confirmação ao que foi dito anteriormente por alguém. Muitos no mundo ainda julgam que o significado da palavra seja este… Vamos entrar um pouco no sentido verdadeiro desta palavra a fim de descobrirmos o seu verdadeiro significado nas Escrituras e no judaísmo.
Origem
Esta palavra originou-se na língua hebraica como um acróstico (os acrósticos são formas textuais onde a primeira letra de cada frase ou verso formam uma palavra ou frase. Podem ser simples, com frases ou palavras que não tenham ligação entre si ou podem mesmo ser o encerramento de uma poesia) da frase “El melech ne emam” que significa “D-us meu Rei é fiel”. Desta forma percebemos que a palavra “AMEM” é muito mais profunda do que aquilo que julgávamos crer que ela fosse, pois agora se trata de uma afirmação da fidelidade do Eterno para com seus filhos. Na raiz desta palavra temos o temor hebraico “emuna” que significa “confiança”; significa também “confirmar aquilo eu está escrito”. A palavra amém em hebraico é composta de três letras (alef, mem e num) e sua guematria (método hermenêutico de análise das palavras bíblicas “somente” em hebraico, atribuindo um valor numérico definido a cada letra) é 91, sendo:
Alef = 1
Mem = 40
Num = 50
Quando fazemos a redução de 91 temos: 9 + 1 = 10. Este valor é equivalente na tradição judaica a keter (coroa). E ainda sabemos que este valor é o mesmo da soma de dois dos nomes do Eterno:
IHVH = 26
Adonai = 65
Isso nos leva a duas conclusões: quando falamos acerca do amém estamos falando sobre “receber uma coroa”, pois o Eterno é fiel para cumprir tudo aquilo que nos prometeu, e sendo assim a coroa que receberemos d´Ele é justamente aquela da qual mais necessitamos no momento. Uma outra possibilidade é que o Eterno está se manifestando a nós de duas formas: como o IHVH e também como Adonai. Quando ele se manifesta como IHVH Ele está se manifestando como Aquele que se torna aquilo que precisamos que Ele se torne para nós (Este é o significado do tetragrama). E também se manifesta como “Adonai” que significa “Senhor”, mostrando assim que independente de qualquer situação Ele é o Senhor de nossas vidas e a conduzirá de tal forma que o Seu Nome seja sempre glorificado! Então o “AMEM” está intimamente interligado à Pessoa do Eterno em todos os sentidos e com isso esta palavra sela aquilo que está sendo dito! Podemos até mesmo afirmar que o AMEM é uma pessoa!
Situações onde o AMEM está presente
Louvor ao Eterno – exaltação
E bendito seja para sempre o seu nome glorioso; e encha-se toda a terra da sua glória. Amém e Amém”Sl 72:19 “E Esdras louvou ao IHVH, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém, Amém! levantando as suas mãos; e inclinaram suas cabeças, e adoraram ao IHVH, com os rostos em terra”Ne 8:6. “Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém”Rm 11:36. “E todos os anjos estavam ao redor do trono, e dos anciãos, e dos quatro animais; e prostraram-se diante do trono sobre seus rostos, e adoraram a Elohim, dizendo: Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ação de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Elohim, para todo o sempre. Amém”Ap 7:11-12. “E os vinte e quatro anciãos, e os quatro animais, prostraram-se e adoraram a Elohim, que estava assentado no trono, dizendo: Amém. Aleluia!”Ap 19:4. Este termo é usado para terminar quase todos os livros da Brit Hadahsa, com as exceções de: Atos, Efésios e Tiago. A palavra aparece 51 vezes na versão em português da Brit Hadasha; já na versão em hebraico aparece 141 vezes!
Como promessas do Eterno
Amém vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”Mt 5:18 “E Ieshua disse-lhes: Amém vos digo que vós, que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel”Mt 19:28 “Amém, Amém vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte”Jo 8:51 “Amém, Amém vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai”Jo 14:12 “E ele lhes disse: Na verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos, pelo poder soberano de Elohim, que não haja de receber muito mais neste mundo, e na idade vindoura a vida eterna”Lc 18:29-30 “Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém”Ap 1:7 “Então disseram: Restituir-lhes-emos, e nada procuraremos deles; faremos assim como dizes. Então chamei os sacerdotes, e os fiz jurar que fariam conforme a esta palavra. Também sacudi as minhas vestes, e disse: Assim sacuda Elohim todo o homem da sua casa e do seu trabalho que não confirmar esta palavra, e assim seja sacudido e vazio. E toda a congregação disse: Amém! E louvaram ao IHVH; e o povo fez conforme a esta palavra”Ne 5:12-13 Quando conferimos estes textos veremos que alguns deles foram alterados quando foi feita a tradução de nossas Bíblias. Mais ao final deste artigo falaremos sobre isso.
Juízo do Eterno
“E ele, respondendo, disse: Amém vos digo que vos não conheço”Mt 25:12. “Amém vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem; qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito o Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo”Mc 3:28-29 “Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Elohim fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; e, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Elohim tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro. Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Adonai Ieshua” Ap 22:18-20
Benção e maldição
“E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém, Amém”Nm 5:22 Estas palavras ditas por Moshe fariam com que a mulher envolvida num caso de suspeita de adultério fosse julgada pela água. Caso fosse culpada, morreria; porém caso fosse inocente seria abençoada com cura e com fertilidade. Percebemos então que o AMEM é na realidade uma pessoa! O livro de Apocalipse nos fala sobre isso dizendo: “E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Elohim”Ap 3:14. Por esta passagem sabemos que o AMEM é Ieshua; foi Ele que esteve no princípio da Criação com Elohim e é Ele que se torna a figura central do livro de Apocalipse. Então quando alguém diz “AMEM” esta pessoa está dizendo aquela palavra com o aval de Ieshua que confirma e faz cumprir aquela palavra dita anteriormente. Um exemplo disso está em uma passagem da Torah que diz: “E estes estarão sobre o monte Ebal para amaldiçoar: Rúben, Gade, e Aser, e Zebulom, Dã e Naftali. E os levitas testificarão a todo o povo de Israel em alta voz, e dirão: Maldito o homem que fizer imagem de escultura, ou de fundição, abominação ao IHVH, obra da mão do artífice, e a puser em um lugar escondido. E todo o povo, respondendo, dirá: Amém”Dt 27:13-15. Neste caso as maldições que virão a seguir no texto são “seladas” com um AMEM; com a bênção isso não acontece!
Conclusão
Quem mais proferiu a palavra AMEM foi Ieshua, que é o próprio AMEM em carne! Em todas as Bessorot – boas novas – onde aparece a frase “EM verdade”, no original em hebraico ali está o AMEM. Quando Ieshua diz AMEM – sendo Ele a testemunha fiel e verdadeira – sela diante dos homens tanto as promessas quanto os juízos e a partir deste momento Ele tem o direito de testemunhar contra ou a favor do mundo; pois Ele deixou Sua Palavra para que o homem fizesse a escolha. O AMEM é pouco usado na Tanach e na Brit Hadasha, e isso é sinal de que as pessoas naquela época tinham consciência da força daquela palavra. Nunca diga AMEM sem saber o que será dito ou se você não entender o que foi dito – como por exemplo, alguém falando numa língua estrangeira – e não diga AMEM para qualquer coisa que está sendo dita. Sha´ul diz o seguinte: “De outra maneira, se tu bendisseres com o espírito, como dirá o que ocupa o lugar de indouto, o Amém, sobre a tua ação de graças, visto que não sabe o que dizes?”1 Co 14:16 Agora podemos revelar que a palavra AMEM sela nos céus e na terra aquilo que é dito: “Amém vos digo que tudo o que amarrares na terra será amarrado no céu, e tudo o que soltares na terra será solto no céu. Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”Mt 18:18-20 Que possamos estar conscientes para aquilo que estamos dizendo! AMEM!
Quantas vezes, nos últimos tempos, você participou de um culto em que a presença do Espírito Santo foi tão forte que seus pecados foram expostos ao seu coração, e você pôde ter um encontro com o amor e a graça de Deus? Quando foi a última vez em que viu os jovens caindo de rosto em terra, clamando por misericórdia, porque o povo de Deus esteve prostrado antes na presença dEle com tamanho encargo e agonia que um espírito de convicção foi enviado do céu sobre eles? Quantas vezes, nos últimos meses, você ouviu uma palavra de pregação que ardeu tão forte em sua alma que só podia ter vindo direto do céu, do coração de Deus?
O que foi que aconteceu com a angústia na casa de Deus? O que aconteceu com a angústia no ministério? Nem sequer se pronuncia essa palavra na nossa era amimada. Angústia significa extrema dor e aflição, as emoções aguçadas de tal forma, em virtude das condições interiores ou daquelas à sua volta, que o sofrimento se torna profundo, agudo, intenso. Angústia é profunda dor, tristeza, a agonia do coração de Deus.
Conseguimos manter nossa retórica religiosa e nosso vocabulário de avivamento apesar de nos termos tornado extremamente passivos. O que chamamos de despertamento ou avivamento pessoal tem tido duração muito curta. Quando somos tocados pela mão de Deus, prometemos-lhe que não voltaremos mais à passividade; entretanto, passadas algumas semanas ou meses, já nos esfriamos e caímos numa passividade maior ainda que no início.
Falo por experiência. Dizemos: “Desta vez, ó Deus, tu me tocaste e me mudaste por toda a vida; nunca mais serei o mesmo”. É como a explosão de fogos de artifício. Produzem um grande estrondo e depois desaparecem.
Existe uma grande diferença entre angústia e preocupação. preocupação é quando você toma grande interesse num projeto, causa ou necessidade. Algo cativa sua atenção, geralmente através de um estímulo emocional. Por exemplo, quando você ouve sobre milhares de pessoas morrendo de AIDS ou de fome na África ou de crianças sofrendo na Índia. A notícia, as reportagens, as imagens mexem com você (com qualquer um, não precisa ser nem cristão para isso); há uma reação emotiva que incita preocupação.
Se algo não for gerado na angústia, s enão nascer através do Espírito santo, se você não vir ou ouvir falar de ruína de forma a impelí-lo a cair de joelhos, s enão passar por um batismo de angústia que o leva a orar e a buscar a Deus, tudo o que fizer não representará nada aos olhos do Senhor.
Precisamos entender: a verdadeira vida de oração nasce no lugar de angústia, no lugar em que decisões fundamentais para o resto da vida são tomadas. Se você se dispuser para orar, Deus virá e dividirá o coração dele com voc~e. E posso lhe dizer: há muita dor no coração de Deus. Ele quer mostrar a condição de sua Igreja, quer que você veja a condição arruinada do seu próprio coração. E, no fim, vai lhe fazer uma pergunta: “Você se importa com isso? O que isso lhe significa?”.
A Situação de Ruína
Toda verdadeira paixão nasce da angústia. Toda verdadeira paixão por Jesus nasce de um batismo de angústia. Se examinar as Escrituras, verá que quando Deus decidia restaurar uma situação arruinada, ele procurava um homem que orava e o levava às águas de angústia. Ele dividia com esse homem sua própria angústia por causa do que estava acontecendo com seu povo. Ele o levava a um verdadeiro batismo de angústia.
Foi o que aconteceu no livro de Neemias. Jerusalém estava em ruínas. O centro do interesse de Deus na terra, a cidade santa agora estava devastada, cheia de iniqüidade e de casamentos mistos entre o povo de Deus e pessoas pagãs. Estavam escravizando seus próprios compatriotas, oprimindo os pobres. A casa de Deus estava poluída com imundícia, o sumo sacerdote em conluio com Tobias, o réprobo pagão. Como Deus iria tratar essa situação? Como restauraria as ruínas?
Estamos diante de uma situação semelhante hoje – só que muito pior. Os homens estão ficando cada vez mais perversos, assim como Jesus predisse que aconteceria. A igreja está contaminada com pedofilia, molestamento de crianças, incesto e adultério. Multidões de cristãos em toda parte se reúnem para falar do próximo capítulo da novela ou do seriado que domina sua atenção e que, muitas vezes, exibe violência, promiscuidade, desonestidade e mentiras. Eles vão para os cultos, levantam as mãos, cantam, aplaudem, são abençoados – e voltam para casa para continuar enchendo os olhos com toda essa sujeira!
Por Que Neemias?
Em Neemias 1:1-4, uma delegação chegou a Neemias da cidade arruinada de Jerusalém e contou-lhe como a cidade estava devastada e como os muros estavam caídos. Eram homens, sem dúvida, tementes a Deus, contudo não tinham idéia alguma de como Deus poderia resolver a situação ou trazer uma restauração. Só souberam relatar a ruína, a decadência, o desespero e a desesperança.
Qual foi a resposta de Neemias? “Tendo eu ouvido estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus” (Ne 1:4). Deus achou um homem de oração e o fez descer às águas da angústia.
“Estejam, pois, atentos os teus ouvidos [...] à oração do teu servo, que hoje faço à tua presença, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, que temos cometido contra Ti; pois eu e a casa de meu pai temos pecado” (Ne 1:6).
Embora muitas pessoas tenham ouvido estas notícias, Neemias não poderia suportá-las. Ele sentou, chorou e lamentou durante muitos dias, nós o encontramos jejuando e orando perante o Deus no capítulo 1 de Neemias.
Deus às vezes dá a certas pessoas corações especiais para sentir, ver e perceber o que os outros não conseguem. Neemias era um deles. Ele possuía o especial coração de Deus para sentir falta de Jerusalém diferentemente dos outros. Ele não poderia suportar a notícia que a cidade havia sido destruída e seus portões queimados com fogo.
Neemias não era um pregador; era um homem de carreira secular, o copeiro do rei. Ele tinha uma vida de conforto, trabalhando no palácio. Podemos dizer que estava com a vida feita. Porém era um homem de oração. Deus achou um homem que não teria um mero súbito de emoção, um grande surto de interesse e preocupação que logo se dissiparia. Neemias chorou. lamentou, põs-se a jejuar e orar noite e dia.
Um dos homens que fazia parte da delegação chamava-se Hanani. Sabemos que era um homem temente a DEus porque posteriormente foi nomeado como um dos governantes da cidade (Ne 7:2). Por que ele ou um dos outros não tinha uma solução para a situação? Por que Deus não os usou para restaurar a cidade? Porque não houve nenhum sinal de angústia! Não havia lágrimas, nenhuma palavra de oração.
Tem alguma importância para você o fato de que a Jerusalém de Deus atual, a Igreja, está em aliança com o mundo? Que há tanta frieza por toda parte? Multidões de pessoas estão caindo em passividade total. Preferem ir a igrejas onde podem ouvir mensagens suaves; não querem mais ouvir falar de ira ou repreensão. A ruína em que estamos – isso lhe importa?
Ou, chegando mais perto da sua vida pessoal, você se importa com a condição da jerusalém de dentro, do coração? Tem percebido os sinais de ruínas que lentamente drenam sua paixão e poder espiritual? Ou está cego à mornidão. cego à mistura que vai se infiltrando imperceptivelmente? A cegueira espiritual, quando chega, raramente é notada. Geralmente é a última coisa a ser reconhecida por um filho de Deus que está em processo de decadência.
Como você reagiria se seu pastor ou alguém que o acompanha, conhece bem e se preocupa com sua vida chegasse e lhe dissesse: “Eu o amo, mas preciso dizer-lhe a verdade. Você está mudando, está caindo de onde estava antes. Há algum elemento do mundo que está invadindo seu coração. Não sei o que o está influenciando, mas vejo mudanças em sua vida. Não há mais aquele quebrantamento, a compaixão que antes tinha por sua família. Não vejo preocupação pelos seus familiares que não conhecem a Jesus. Você está mudando; pouco a pouco, algo está lhe acontecendo”.
Será que você cairia de joelhos se a ruína que nem havia percebido de repente fosse revelada diante de seus olhos? Apesar dos louvores maravilhosos e cultos abençoados, muitos estão mudando para o pior e nem se aperceberam disso. Estamos perdendo nossa garra. É a estratégia do inimigo – tirar sua garra para lutar em oração e chorar diante de Deus. Você fica acomodado, assistindo televisão, enquanto sua família caminha para o inferno!
Será que você realmente se importa que os seus familiares ou amigos estejam caminhando para o inferno enquanto nos aproximamos cada vez mais do fim de tudo? Você se preocupa com a possibilidade de se perderem pessoas tão próximas a alguém que ama a Jesus? Onde está a angústia, onde estão as lágrimas? Onde está a lamentação, onde está o jejum? Onde estão as pessoas que se levantam no meio da noite para expressar sua angústia em oração? Onde está a confissão de pecados, pecados próprios e pecados dos filhos ou do cônjuge diante do Senhor? Foi exatamente isto que Neemias fez (Ne 1:6). Foi também o que Daniel fez (Dn 9:5-14).
Neemias 1
Sem a Presença de Deus – e Sem Angústia
Vejo o mundo entrando cada vez mais na igreja, impactando a igreja ao invés de ser impactado por ela. Vejo a música tomando conta da casa de Deus, o entretenimento tomando conta da casa de Deus, um averdadeira obsessão com apresentações e entretenimento. Há uma aversão à repreensão, à disciplina; ninguém quer ouvir nada negativo.
Quantas vezes, nos últimos tempos, você participou de um culto em que a presença do Espírito Santo foi tão forte que seus pecados foram expostos ao seu coração, e você pôde ter um encontro com o amor e a graça de Deus? Quando foi a última vez em que viu os jovens caindo de rosto em terra, clamando por misericórdia, porque o povo de Deus esteve prostrado antes na presença dEle com tamanho encargo e agonia que um espírito de convicção foi enviado do céu sobre eles? Quantas vezes, nos últimos meses, você ouviu uma palavra de pregação que ardeu tão forte em sua alma que só podia ter vindo direto do céu, do coração de Deus?
Quantas vezes, nos últimos tempos, você participou de um culto em que a presença do Espírito Santo foi tão forte que seus pecados foram expostos ao seu coração, e você pôde ter um encontro com o amor e a graça de Deus? Quando foi a última vez em que viu os jovens caindo de rosto em terra, clamando por misericórdia, porque o povo de Deus esteve prostrado antes na presença dEle com tamanho encargo e agonia que um espírito de convicção foi enviado do céu sobre eles? Quantas vezes, nos últimos meses, você ouviu uma palavra de pregação que ardeu tão forte em sua alma que só podia ter vindo direto do céu, do coração de Deus?
O que foi que aconteceu com a angústia na casa de Deus? O que aconteceu com a angústia no ministério? Nem sequer se pronuncia essa palavra na nossa era amimada. Angústia significa extrema dor e aflição, as emoções aguçadas de tal forma, em virtude das condições interiores ou daquelas à sua volta, que o sofrimento se torna profundo, agudo, intenso. Angústia é profunda dor, tristeza, a agonia do coração de Deus.
Conseguimos manter nossa retórica religiosa e nosso vocabulário de avivamento apesar de nos termos tornado extremamente passivos. O que chamamos de despertamento ou avivamento pessoal tem tido duração muito curta. Quando somos tocados pela mão de Deus, prometemos-lhe que não voltaremos mais à passividade; entretanto, passadas algumas semanas ou meses, já nos esfriamos e caímos numa passividade maior ainda que no início.
Falo por experiência. Dizemos: “Desta vez, ó Deus, tu me tocaste e me mudaste por toda a vida; nunca mais serei o mesmo”. É como a explosão de fogos de artifício. Produzem um grande estrondo e depois desaparecem.
Existe uma grande diferença entre angústia e preocupação. preocupação é quando você toma grande interesse num projeto, causa ou necessidade. Algo cativa sua atenção, geralmente através de um estímulo emocional. Por exemplo, quando você ouve sobre milhares de pessoas morrendo de AIDS ou de fome na África ou de crianças sofrendo na Índia. A notícia, as reportagens, as imagens mexem com você (com qualquer um, não precisa ser nem cristão para isso); há uma reação emotiva que incita preocupação.
Se algo não for gerado na angústia, s enão nascer através do Espírito santo, se você não vir ou ouvir falar de ruína de forma a impelí-lo a cair de joelhos, s enão passar por um batismo de angústia que o leva a orar e a buscar a Deus, tudo o que fizer não representará nada aos olhos do Senhor.
Precisamos entender: a verdadeira vida de oração nasce no lugar de angústia, no lugar em que decisões fundamentais para o resto da vida são tomadas. Se você se dispuser para orar, Deus virá e dividirá o coração dele com voc~e. E posso lhe dizer: há muita dor no coração de Deus. Ele quer mostrar a condição de sua Igreja, quer que você veja a condição arruinada do seu próprio coração. E, no fim, vai lhe fazer uma pergunta: “Você se importa com isso? O que isso lhe significa?”.
A Situação de Ruína
Toda verdadeira paixão nasce da angústia. Toda verdadeira paixão por Jesus nasce de um batismo de angústia. Se examinar as Escrituras, verá que quando Deus decidia restaurar uma situação arruinada, ele procurava um homem que orava e o levava às águas de angústia. Ele dividia com esse homem sua própria angústia por causa do que estava acontecendo com seu povo. Ele o levava a um verdadeiro batismo de angústia.
Foi o que aconteceu no livro de Neemias. Jerusalém estava em ruínas. O centro do interesse de Deus na terra, a cidade santa agora estava devastada, cheia de iniqüidade e de casamentos mistos entre o povo de Deus e pessoas pagãs. Estavam escravizando seus próprios compatriotas, oprimindo os pobres. A casa de Deus estava poluída com imundícia, o sumo sacerdote em conluio com Tobias, o réprobo pagão. Como Deus iria tratar essa situação? Como restauraria as ruínas?
Estamos diante de uma situação semelhante hoje – só que muito pior. Os homens estão ficando cada vez mais perversos, assim como Jesus predisse que aconteceria. A igreja está contaminada com pedofilia, molestamento de crianças, incesto e adultério. Multidões de cristãos em toda parte se reúnem para falar do próximo capítulo da novela ou do seriado que domina sua atenção e que, muitas vezes, exibe violência, promiscuidade, desonestidade e mentiras. Eles vão para os cultos, levantam as mãos, cantam, aplaudem, são abençoados – e voltam para casa para continuar enchendo os olhos com toda essa sujeira!
Por Que Neemias?
Em Neemias 1:1-4, uma delegação chegou a Neemias da cidade arruinada de Jerusalém e contou-lhe como a cidade estava devastada e como os muros estavam caídos. Eram homens, sem dúvida, tementes a Deus, contudo não tinham idéia alguma de como Deus poderia resolver a situação ou trazer uma restauração. Só souberam relatar a ruína, a decadência, o desespero e a desesperança.
Qual foi a resposta de Neemias? “Tendo eu ouvido estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus” (Ne 1:4). Deus achou um homem de oração e o fez descer às águas da angústia.
“Estejam, pois, atentos os teus ouvidos [...] à oração do teu servo, que hoje faço à tua presença, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, que temos cometido contra Ti; pois eu e a casa de meu pai temos pecado” (Ne 1:6).
Embora muitas pessoas tenham ouvido estas notícias, Neemias não poderia suportá-las. Ele sentou, chorou e lamentou durante muitos dias, nós o encontramos jejuando e orando perante o Deus no capítulo 1 de Neemias.
Deus às vezes dá a certas pessoas corações especiais para sentir, ver e perceber o que os outros não conseguem. Neemias era um deles. Ele possuía o especial coração de Deus para sentir falta de Jerusalém diferentemente dos outros. Ele não poderia suportar a notícia que a cidade havia sido destruída e seus portões queimados com fogo.
Neemias não era um pregador; era um homem de carreira secular, o copeiro do rei. Ele tinha uma vida de conforto, trabalhando no palácio. Podemos dizer que estava com a vida feita. Porém era um homem de oração. Deus achou um homem que não teria um mero súbito de emoção, um grande surto de interesse e preocupação que logo se dissiparia. Neemias chorou. lamentou, põs-se a jejuar e orar noite e dia.
Um dos homens que fazia parte da delegação chamava-se Hanani. Sabemos que era um homem temente a DEus porque posteriormente foi nomeado como um dos governantes da cidade (Ne 7:2). Por que ele ou um dos outros não tinha uma solução para a situação? Por que Deus não os usou para restaurar a cidade? Porque não houve nenhum sinal de angústia! Não havia lágrimas, nenhuma palavra de oração.
Tem alguma importância para você o fato de que a Jerusalém de Deus atual, a Igreja, está em aliança com o mundo? Que há tanta frieza por toda parte? Multidões de pessoas estão caindo em passividade total. Preferem ir a igrejas onde podem ouvir mensagens suaves; não querem mais ouvir falar de ira ou repreensão. A ruína em que estamos – isso lhe importa?
Ou, chegando mais perto da sua vida pessoal, você se importa com a condição da jerusalém de dentro, do coração? Tem percebido os sinais de ruínas que lentamente drenam sua paixão e poder espiritual? Ou está cego à mornidão. cego à mistura que vai se infiltrando imperceptivelmente? A cegueira espiritual, quando chega, raramente é notada. Geralmente é a última coisa a ser reconhecida por um filho de Deus que está em processo de decadência.
Como você reagiria se seu pastor ou alguém que o acompanha, conhece bem e se preocupa com sua vida chegasse e lhe dissesse: “Eu o amo, mas preciso dizer-lhe a verdade. Você está mudando, está caindo de onde estava antes. Há algum elemento do mundo que está invadindo seu coração. Não sei o que o está influenciando, mas vejo mudanças em sua vida. Não há mais aquele quebrantamento, a compaixão que antes tinha por sua família. Não vejo preocupação pelos seus familiares que não conhecem a Jesus. Você está mudando; pouco a pouco, algo está lhe acontecendo”.
Será que você cairia de joelhos se a ruína que nem havia percebido de repente fosse revelada diante de seus olhos? Apesar dos louvores maravilhosos e cultos abençoados, muitos estão mudando para o pior e nem se aperceberam disso. Estamos perdendo nossa garra. É a estratégia do inimigo – tirar sua garra para lutar em oração e chorar diante de Deus. Você fica acomodado, assistindo televisão, enquanto sua família caminha para o inferno!
Será que você realmente se importa que os seus familiares ou amigos estejam caminhando para o inferno enquanto nos aproximamos cada vez mais do fim de tudo? Você se preocupa com a possibilidade de se perderem pessoas tão próximas a alguém que ama a Jesus? Onde está a angústia, onde estão as lágrimas? Onde está a lamentação, onde está o jejum? Onde estão as pessoas que se levantam no meio da noite para expressar sua angústia em oração? Onde está a confissão de pecados, pecados próprios e pecados dos filhos ou do cônjuge diante do Senhor? Foi exatamente isto que Neemias fez (Ne 1:6). Foi também o que Daniel fez (Dn 9:5-14).
Sempre ouvimos falar nas pessoas que ao chegarem no Céu – e tomara que cheguem – querem falar com todos as personagens do Antigo Testamento; pessoas que contemplaram milagres extraordinários. Perguntar pra Elias como foi ter fogo descendo do céu, pra Moisés como foi ver o mar se abrindo, pra Jacó como foi lutar contra o anjo, pra Enoque como foi ser arrebatado para não conhecer o mal, pra Davi como foi receber de Deus a planta do Templo, pra Josué como foi com as muralhas de Jericó, pra Gideão como foi derrotar os midianitas com 300 homens, jarros e tochas, pra Adão como foi ter caminhado com Deus na viração do dia, pra Ananias Misael e Azarias como foi estar na fornalha junto com o Quarto Homem, pra Isaías como foi ver o Senhor assentado num alto e sublime trono. Tanta coisa pra saber, tanto tempo teremos para perguntar.
Mas qual não será o nosso espanto quando chegarmos lá, muito antes de que possamos fazer qualquer pergunta para qualquer um desses homens, todos eles já estarão ansiosos nos esperando e perguntarão antes mesmo que possamos reagir:
- E aí, como foi viver com Jesus EM você? Como foi ter o Espírito Santo e poder se comunicar com o Pai em todo o tempo?
Será que saberemos responder estas perguntas? Ou será que diremos que não sabemos bem como era, que simplesmente repetimos uma oração com a mão no peito uma vez e depois passamos a vida indo na igreja? “Mas olha Abraão, vem vindo um irmãozinho ali atrás que era fogo puro. Quem sabe ele não consegue te responder?” “Débora, tem uma pastora ali na fila pra entrar que era o terror do capeta. Pergunta pra ela que ela te diz.”
Ou então seremos aqueles que sabem como era, vi isso algumas vezes: uma vez na igreja e uma vez numa conferência de adoração. Quem sabe conseguimos segurar esse pessoal por uns cinco minutos contando a nossa história.
Mas podemos ser aqueles que poderão contar qualquer momento da nossa vida pra dizer como era? “Olha, tomar café com o Pai, o Filho e o Espírito santo era assim, ó:…” “Ir para o trabalho com eles era assim:…” Somente poderemos ter assunto para conversar com eles se realmente tivermos vivido uma vida assim.
Como será que vai ser a nossa conversa no Céu? Quanto tempo vai durar? Ainda estamos em tempo de começar a viver com Eles diariamente, nem que seja só pra ter assunto com os santos.
Esse texto, que coloquei o nome de “Conversa no Céu!!”, eu recebi do meu mano Daniel Avellar, ou simplesmente, Dani Selva, achei bem legal o texto, nem quis mexer nele, deixei como está, creio que do jeito que está Deus vai falar com você, espero que você possa refletir nisso tudo, muitas vezes achamos o testemunhos das outras pessoas maiores que o nosso, mas você já experiementou viver o Espírito Santo, nas pequenas coisas, como acordar e dizer “Bom dia Espírito Santo!”, pois é, não espere ser jogado na cova dos leões, ou quem sabe, morrer e ser ressuscitado por Deus, viva o seu dia-a-dia na presença do Senhor e você verá que baita testemunho você terá para contar!! Logo abaixo, vai o texto na íntegra.
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“Sempre ouvimos falar nas pessoas que ao chegarem no Céu – e tomara que cheguem – querem falar com todos as personagens do Antigo Testamento; pessoas que contemplaram milagres extraordinários. Perguntar pra Elias como foi ter fogo descendo do céu, pra Moisés como foi ver o mar se abrindo, pra Jacó como foi lutar contra o anjo, pra Enoque como foi ser arrebatado para não conhecer o mal, pra Davi como foi receber de Deus a planta do Templo, pra Josué como foi com as muralhas de Jericó, pra Gideão como foi derrotar os midianitas com 300 homens, jarros e tochas, pra Adão como foi ter caminhado com Deus na viração do dia, pra Ananias Misael e Azarias como foi estar na fornalha junto com o Quarto Homem, pra Isaías como foi ver o Senhor assentado num alto e sublime trono. Tanta coisa pra saber, tanto tempo teremos para perguntar.
Mas qual não será o nosso espanto quando chegarmos lá, muito antes de que possamos fazer qualquer pergunta para qualquer um desses homens, todos eles já estarão ansiosos nos esperando e perguntarão antes mesmo que possamos reagir:
- E aí, como foi viver com Jesus EM você? Como foi ter o Espírito Santo e poder se comunicar com o Pai em todo o tempo?
Será que saberemos responder estas perguntas? Ou será que diremos que não sabemos bem como era, que simplesmente repetimos uma oração com a mão no peito uma vez e depois passamos a vida indo na igreja? “Mas olha Abraão, vem vindo um irmãozinho ali atrás que era fogo puro. Quem sabe ele não consegue te responder?” “Débora, tem uma pastora ali na fila pra entrar que era o terror do capeta. Pergunta pra ela que ela te diz.”
Ou então seremos aqueles que sabem como era, vi isso algumas vezes: uma vez na igreja e uma vez numa conferência de adoração. Quem sabe conseguimos segurar esse pessoal por uns cinco minutos contando a nossa história.
Mas podemos ser aqueles que poderão contar qualquer momento da nossa vida pra dizer como era? “Olha, tomar café com o Pai, o Filho e o Espírito santo era assim, ó:…” “Ir para o trabalho com eles era assim:…” Somente poderemos ter assunto para conversar com eles se realmente tivermos vivido uma vida assim.
Como será que vai ser a nossa conversa no Céu? Quanto tempo vai durar? Ainda estamos em tempo de começar a viver com Eles diariamente, nem que seja só pra ter assunto com os santos.”
Hoje em dia todos estão acostumados a ver pequenas imagens que representam as pessoas no mundo virtual. Cada um pode escolher qual imagem sua – ou não – os outros verão ao lhe procurarem; no MSN, no Orkut, nos fóruns, jogando online ou qualquer outra atividade que envolva conectividade. Porém conseguimos facilmente descobrir o que é um avatar e qual a sua finalidade, para podermos verificar que se tratam e conhecer as sua implicações no reino espiritual.
A palavra Avatar vem do sânscrito Avatāra, que significa “Aquele que descende de Deus”, ou “Encarnação”, representando assim uma manifestação divina na Terra. Mas essa concepção seria talvez errada, conquanto tais formas divinas não se tornam reais seres de carne e osso, ou assumem corpos materiais. Uma alma comum assume corpos materias de carne e osso, mas no caso dessa manifestação divina, Seu corpo e Sua alma transcendem a matéria e embora apareçam como impersonalizações, aquele corpo também pertence a Sua essência espiritual.
Pois é minha gente. E daí nós trazemos isso sobre nós mesmos da seguinte forma: Avatar se tornou popular entre os meios de comunicação devido às figuras que são criadas à imagem e semelhança do usuário, permitindo sua “impersonalização” no interior das máquinas e telas de computador (Wikipedia).
Avatar – A Lenda de Aang
Esta palavra começou a aparecer ainda mais na mídia depois da estréia do desenho animado Avatar – A Lenda de Aang, que passou originalmente entre 2005 e 2008 mas que continua sendo reprisado devido à grande audiência que atingiu.
O desenho conta a história de um mundo que é dividido entre quatro tribos e cada uma exerce poder sobre um dos quatro elementos: ar terra fogo e água. Lá pelas tantas começa uma grande guerra entre as tribos pela dominação de todo o mundo e só quem pode salva-los é o tal Avatar; a encarnação de um espírito supremo, uma pessoa capaz de controlar todos os elementos. O arco de história conta a saga de Aang, o Avatar, em busca do poder supremo – de se tonar verdadeiramente o Avatar de sua geração. Isto posto, cabe ressaltar que o estado de poder máximo de Aang, o tal estado de Avatar, é uma situação na qual a pessoa fica como que possuída pelos espíritos de todos os avatares do passado.
Tudo dentro da cultura da Nova Era que diz que todos somos deuses. Você pode criar um pequeno deus (avatar) de si mesmo para que o represente quando você estiver interagindo com outras pessoas. Existem na internet até mesmo mundos onde esses pequenos deuses podem viver e fazer de tudo que uma pessoa de verdade faz. Fique atento, meu irmão com aquilo que você está se comprometendo; todas as sutilezas que a Nova Era tem colocado para tentar nos envolver.
Tenho falado, já há algum tempo, que a próxima crise da igreja vai ser quando todos os homossexuais saírem do guarda-roupas, pois a igreja em geral não tem a mínima idéia de como lidar com isso. Em vez de confrontar ou tentar ajudá-los, criamos equipes de dança e os colocamos no palco fingindo que achamos totalmente normal um rapaz flutuar como uma borboleta lá em cima durante o show de louvor. Sim, estou falando sério. Se alguém duvida do fato de que a igreja está cheia de pessoas, rapazes e moças, lutando e vivendo dentro do homossexualismo, é por que não congrega em nenhuma igreja ou verdadeiramente não quer vê-los. Basta somente ir num culto de jovens, falar com um líder de jovens que tenta ser o mais delicado possível ou abre seus olhos durante o entretenimento de Domingo. É óbvio.
Temos um lugar aqui na nossa cidade onde uma grande galera GLS “congrega” toda sexta-feira. Eu sei, seria um ótimo lugar para evangelizar. E a verdade é que já fomos lá, o problema é que uma boa parte deles já fazem parte de uma igreja e alguns deles fazem parte da equipe de louvor; um é o ministro. Isso é verdade. Eu não acho nem um pouco certo condenar, escandalizar ou envergonhar os que estão nessa luta contra eles mesmos. Mas concordo em confrontá-los com amor. Chegando lá e trocando idéia, abrindo a porta do guarda-roupa para que eles possam sair. Sei que essa “descoberta” de homossexuais na igreja vai gerar uma confusão geral, não pelo fato de descobrirem que existe pecado, isso sempre esteve presente, mas sim por sermos fariseus e termos uma tendência a bater em nossos peitos e apontar para eles “orando”, “Graças a Deus, eu não sou como eles.”
A verdade é que nós não amamos os travestis, os gays ou as lésbicas. E nem venha com seu papo furado de que ama, pois aposto que a maioria de vocês nunca se aproximou de um homossexual ou travesti, fora da sua igreja, para falar do amor de Cristo para ele, tão grande é seu amor. Se um deles entrasse na igreja, nós não suportaríamos ficar sem olhar naquela direção toda hora e falar (ou pensar): “Credo!”. Não tem como evitar.
Será que eles não sentem nossos olhos pesando sobre eles? Claro que sentem. E existe uma galera que eu chamo carinhosamente de “os donos da igreja” que preferem que eles não venham para que não tirem a atenção das pessoas do que é importante, o nosso magnífico show. Eles preferem que as pessoas mudem e depois entrem na igreja, com mesmo jeito “perfeito” deles. “A igreja não é um hospital”, dizem alguns.
Assim, nós temos bem menos homossexuais nas nossas igrejas do que teríamos se tivessemos amor por eles. E agora também temos o grande número que está fingindo não ser gay por medo da reação, a crucificação, que podem sofrer. Mas, pode crer, mais cedo ou mais tarde, o guarda-roupa vai estar mais cheio do que aguenta e vai cair em pedaços. O que faremos? Expulsaremos, correremos, continuaremos fingindo e criando mais ministérios para ocupar o tempo deles? O que você vai fazer quando aqueles que são gays na sua igreja se revelarem?
“Homossexualismo” não é um problema maior do que masturbação, pessoas olhando para os outros e curtindo seus corpos, pornografia, namoro (não) santo, vício de televisão, gula, fofoca e lá vai a lista de pecados na igreja. Creio que estamos fazendo algo gravemente errado em ignorar o problema e a luta dos homossexuais. Muitos querem ajuda, mas não sabem como pedir, e nós ficamos ao lado fingindo não ver nada por que é mais fácil, por enquanto.
Homossexualismo é um problema na igreja atual que nós não podemos ignorar. Não digo isso pelo bem da igreja, que a estrutura se dane. Mas, pelo bem daqueles que estão precisando saber da liberdade que existe em Jesus Cristo.
Sabemos que a vida humana é marcada pela inconstância do coração. Há dias em que somos tomados pela esperança e outros marcados pela melancolia da alma. Há dias de encorajamento e dias de inquietante desmotivação. Há dias de paz e dias de angústia. Dias de alegria e dias de amargura. Dias bons e dias maus.
Perante esta inconstância da vida somos confrontados com um Deus totalmente constante, estável, firme e inabalável.
A Bíblia nos apresenta Deus como o sol do meio dia, as inabaláveis montanhas de Sião, o forte cedro do Líbano e as altas muralhas de Jerusalém. C.S. Lewis nos lembra que o Senhor não se abala, e esta é a certeza que temos de que seremos salvos.
Davi é um exemplo de inscontância humana como talvez nenhum outro personagem na Palavra. Foi guerreiro implacável e na força de Deus derrotou o gigante Filisteu. Por outro lado adulterou com Bate-Seba e traiu Urias, um de seus leais soldados. Reconstruiu Jerusalém que passou a ser chamada cidade de Davi. Mas também magoou seus filhos e foi um desastre como pai. Era temente ao Senhor e foi chamado homem segundo o coração de Deus. Entretanto, em sua família houve incesto, assassinato, mentiras e traição.
Talvez um dos momentos de maior melancolia e desespero tenha acontecido quando, voltando de uma batalha, exausto, encontra Ziclague, sua cidade, saqueada e destruída. E todas as mulheres e crianças levadas cativas. Seus homens, amargurados, falam em apedreja-lo. E ali se encontra Davi, caído, sem consolo e esperança. Mas algo inesperado acontece, e este é o texto que tem sido usado por Deus muitas e muitas vezes para me reanimar: “E Davi se reanimou no Senhor seu Deus”.
Esta frase, encontrada no primeiro livro de Samuel, capítulo 30, verso 6, revela-nos uma das mais poderosas obras de Deus na vida de seus filhos. Levantar-nos quando tudo parece perdido. Abrir o caminho quando não sabemos para onde ir. Fazer romper o sol quando estamos presos na neblina da vida. Dar-nos perseverança quando a vontade é parar.
O que mais me intriga é que este reânimo veio absolutamente do Senhor pois não havia ali elementos de esperança. Caiu destruído, levantou reanimado.
Tenho pensado e orado para que Deus nos reanime especialmente em três áreas: casamento, ministério e emoções.
Casamento. O hedonismo é talvez o maior elemento da nossa atualidade que contribui para a inconstância conjugal. Ele nos ensina que nós nascemos para nós mesmos, não para Deus, não para o outro. Não para a esposa ou o marido. E se eu me torno o centro inquestionável de minha relação com minha esposa e marido, esta relação só durará enquanto eu estiver feliz.
Ministério. Perante as tribulações, angústias, questionamentos e críticas, o que nos alimenta, em nossos ministérios, não é nossa capacidade humana ou o companheirismo do que está ao lado, mas sim Deus. A maior certeza que um ministro tem em seu ministério é que ele precisa desesperadamente de Deus. Se esta certeza um dia faltar perderemos o rumo e o ânimo. Estaremos caídos sem haver quem nos levante.
Emoções. A ansiedade humana é um dos aspectos mais corrosivos da alma. Conheço inúmeros irmãos e irmãs que, tomados pela ansiedade crônica, que não passa, pela insastifação constante do coração, tornaram-se secos, perderam a brandura, não gargalham. Vivem sempre a espera que amanhã seja melhor, menos triste. Que algo novo aconteça.
Se olharmos para Davi naquele dia, ele estava acabado. Sem família, sem cidade, sem liderança, sem futuro. Mas a reação de Davi, mesmo que forjada por Deus, indicou uma atitude necessária para cada um de nós: Obediência. Ele se levantou!
Davi se reanimou em Deus. Levantou-se e perseguiu os Amalequitas, com alguns de seus homens. Tomou de volta as mulheres e crianças, e o despojo. Reconstruiu a cidade e habitou nela. Recuperou o respeito de seus homens com o brilho de quem um dia iria reinar sobre toda Israel.
E serviu a Deus. Pois se levantou quando Deus disse: levanta-te.
Ronaldo Lidório
É isso aí. Muitas pessoas estão em festa por todo o mundo, afinal hoje é 1º de Abril, o dia da MENTIRA. Grande parte já começou a festejar desde cedo, largando piadinhas e brincadeirinhas para pegar todo mundo, a torto e a direito. Afinal, qual é o problema de mentir, se tudo não passa de uma brincadeira, não é mesmo?
Eu me impressiono com a capacidade humana, criar um dia especialmente para… MENTIRAS!
Dita a lenda que o dia da Mentira surgiu no século XVI, quando o rei Carlos IX, de seu Castelo de Rousillon, em Dauphine, França, baixou um decreto determinando que o ano deveria iniciar no dia 1° de janeiro, e não em 1° de abril, como acontecia. Os Franceses, então, aproveitaram esse fato para satirizar o dia 1° de abril, data em que se celebrava o ano novo. E fizeram isso com brincadeiras e ditos pitorescos. Muita gente, por ignorância ou falta de lembrança, caía nos enganos dos demais. Noutra versão para a origem do dia da mentira, o príncipe Loraine, ao fugir do Castelo de Nacy, pregou uma peça no rei Luís XIII exatamente nessa data. Sua intenção era brincar com o rei, nadando pelo rio Meurthe. Com a impopularidade de Luís XVIII, os franceses aproveitaram o fato para ridicularizá-lo. No Brasil, o folclórico dia da mentira foi trazido pelos portugueses.
A sociedade comemora aquilo que ela gosta: Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Dia da Senhora Tal, Dia do Santo tal, Dia do Trabalhador, entre outros. E como estamos tão acostumados a resolver nossos problemas com algumas mentiras (mentimos para conseguir um emprego, uma namorada, uma vaga na escola, um desconto em tal produto, para impressionar os amigos ou conseguir algo que se quer), nada melhor que criar um dia para celebrar a mentira também!
Acontece que a Bíblia nos mostra algumas histórias de pessoas que mentiram pensando que iriam se dar bem e não se deram. Vou citar apenas uma. Veja que triste foi o final dessa história relatada em 2 Reis 5.
“Naamã, um capitão da Síria, tinha sido curado de sua lepra pelo profeta Eliseu. Ele estava tao contente que queria dar um presente ao profeta. Mas Eliseu o recusou. Ele sabia que não fora ele quem tinha curado a Naamã, mais sim Deus que o fez.
Eliseu tinha um criado chamado Geazi, e este ouvira Eliseu dizer, Eu não vou receber nenhum presente.” Geazi, que tinha um coração mau, pensou consigo mesmo, “Se Eliseu recusou o presente, Porque eu não posso recebe-lo? Eu irei a Naamã e pedirei dele alguma coisa.
Então Geazi saiu as pressas para alcançar Naamã. Ao encontrá-lo, perguntou-lhe Naama, “Está tudo bem?’ Geazi respondeu, “Sim, tudo esta bem…. mas meu patrão acaba de receber hóspedes. Ele disse “Será que ficarias contente em me dar duas roupas e um talento de prata?” Naamã ficou alegre em ajudar o profeta, e deu a Geazi até mais do que pediu. Geazi tomou os presentes e os escondeu em sua casa. Estava certo de que ninguém o tinha visto…
Então Geazi voltou ao seu patrão, Eliseu. O profeta o olhou e lhe perguntou “Aonde estiveras?” “Lugar nenhum,” respondeu-lhe Geazi. Eliseu disse, “Sei o que fez. Não enganou a Deus nem a mim.”
Tarde demais, a mentira já tinha sido dita, o seu julgamento final chegara. Eliseu lhe disse, “A partir de agora a lepra que havia em Naamã passará para ti, e não somente tu, mas os teus filhos, e os seus netos também. Essa maldição permanecerá contigo para sempre.” A sua oportunidade para arrepender-se e deixar os seus pecados tinha passado, e agora recebera o seu castigo. E Geazi saiu da presença de Eliseu, um leproso.”
A Bíblia é muito clara no quesito mentiras e dá a paternidade dela para o diabo. Isso mesmo: o diabo é o pai da mentira!! Gostou da notícia? Pois é!! Por isso neste dia tão “especial”, você, que comemora com uma bela mentira, não esqueça de dizer:
“PARABÉNS PRO PAPAI!! PARABÉNS PRO PAPAI!!!”
Pr. Fábio Guimarães
OBS: AO COPIAR ALGUM TEXTO DO BLOG, POR FAVOR COLOQUE OS DEVIDOS CRÉDITOS…
“Quisera eu me suportásseis um pouco mais na minha loucura. Suportai-me, pois. Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo. Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também sejam corrompidas as vossas mentes, e se apartem da simplicidade e pureza devidas a Cristo. Se, na verdade, vindo alguém, prega outro Jesus que não temos pregado, ou se aceitais espírito diferente que não tendes recebido, ou evangelho diferente que não tendes abraçado, a esses de boa mente o tolerais” (2 Coríntios 11.1-4).
“Então lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse: Tu és o Cristo” (Marcos 8.29).
“Irmão, eu não estou interessado em qualquer conversa sobre doutrinas que nos dividam. A única coisa que me importa saber é se alguém ama a Jesus. Se ele me diz que ama a Jesus, não me interessa a qual igreja vai; eu o considero meu irmão em Cristo.” Naquele momento, não me pareceu que fosse a hora e o lugar certo para argumentar com a pessoa que dizia isso. No entanto, eu me senti compelido a fazer uma pergunta para ela antes que a conversa se encerrasse: “Quando você fala com alguém que lhe diz amar a Jesus, você nunca lhe pergunta: ‘Qual Jesus?’”
Após um breve momento de reflexão, tal pessoa me respondeu que nunca faria tal pergunta. “Não seria simpático”.
Sempre que visito alguns amigos de um outro estado, há um homem que me esforço em encontrar. Ele é a alegria em pessoa, um dos homens mais amigáveis que conheço. Mesmo sendo um muçulmano consagrado, ele se declara ecumênico, e orgulha-se do fato de compartilhar algumas das crenças tanto dos judeus como dos cristãos. Ocasionalmente ele freqüenta uma igreja com um de meus amigos e de fato aprecia a experiência e a comunhão. Certa vez em um restaurante, ele estava expondo o seu amor por Jesus para mim e nossos amigos cristãos, e encerrou a sua declaração com as seguintes palavras: “Se eu pudesse rasgar a minha carne de tal maneira que todos vocês entrassem em meu coração, vocês saberiam o quanto eu amo a Jesus.” Os sentimentos que envolveram suas palavras foram impressionantes; na verdade, é incomum ouvir este tipo de declaração tão devotada, até mesmo em círculos cristãos.
Estamos falando da mesma pessoa?
Voltando agora para o meu dilema inicial. Eu estava admirando a expressão de amor de meu amigo quando um pensamento preocupante tomou conta de mim: Qual Jesus? Um breve conflito mental aconteceu. Pensei se eu devia ou não lhe fazer tal pergunta. Minhas palavras, no entanto, saíram antes que minha mente tomasse uma decisão. “Fale-me sobre o Jesus que você ama.” Meu amigo muçulmano nem hesitou: “Ele é o mesmo Jesus que você ama.” Antes de me tornar muito “doutrinário” com meu amigo, achei que deveria mostrar-lhe como era importante definirmos se estávamos realmente falando sobre o mesmo Jesus.
Eu usei o seu vizinho, que é um grande amigo nosso, como exemplo. Ele e eu realmente amamos esse cidadão. Depois de concordarmos sobre nossos sentimentos mútuos, eu comecei a dar uma descrição das características físicas de nosso amigo comum: “Ele tem um metro e setenta de altura, é totalmente careca, pesa mais ou menos uns 150 quilos e usa um brinco em sua orelha esquerda…” Na verdade, eu não pude ir muito longe, pois logo algumas objeções foram feitas. “Espere aí… ele tem quase dois metros, eu gostaria de ter todo o cabelo que ele tem, e ele é o homem mais magro que eu conheço!” Meu amigo acrescentou que certamente não estávamos falando sobre a mesma pessoa. “Mas isto realmente faz alguma diferença?”, perguntei. Ele me olhou com incredulidade. “Mas é claro que faz! Eu não tenho um vizinho que se encaixa com a sua descrição. Talvez você esteja falando de uma outra pessoa, mas não de meu bom vizinho e amigo.” Então destaquei o fato de que se nós verdadeiramente aceitássemos a descrição que eu acabara de dar, certamente não estávamos falando da mesma pessoa. Ele concordou.
A seguir continuei descrevendo o Jesus que eu conhecia. “Ele foi crucificado e morreu na cruz pelos meus pecados. O Jesus que você conhece fez o mesmo?”
“Não, Alá o levou para o céu logo antes da crucificação. Judas é quem morreu na cruz.”
“O Jesus que eu conheço é o próprio Deus, que se tornou homem. O seu Jesus é assim?”
Ele negou com a cabeça e disse: “Não, Alá é o único Deus. Jesus foi um grande profeta, mas somente um homem.” A discussão prosseguiu a respeito das muitas características que a Bíblia atribui a Jesus. Em quase todos os casos, meu amigo muçulmano tinha uma perspectiva diferente. Mesmo mantendo-se convencido de que ele tinha o ponto de vista correto sobre Jesus, o fato de que nossas convicções contraditórias não podiam ser reconciliadas pareceu reduzir o seu zelo em proclamar o seu amor por Jesus.
Discussão doutrinária é sectarismo?
Alguns enxergam este meu questionamento como algo não amoroso – como uma prova do sectarismo que a discussão doutrinária produz. Eu o vejo como uma tentativa de clarear o caminho para que meu amigo tenha um relacionamento genuíno com o único Salvador verdadeiro, o nosso Senhor Jesus Cristo – não com alguém que ele ou outros homens, intencionalmente ou não, têm imaginado ou inventado.
Doutrinas, simplesmente, são ensinamentos. Elas podem ser verdadeiras ou falsas. Uma doutrina verdadeira não pode ser divisiva de maneira prejudicial; esta característica se aplica somente a ensinos falsos. “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles” (Rm 16.17; veja também Rm 2.8-9). Jesus, que é a Verdade, só pode ser conhecido em verdade e somente por aqueles que buscam a verdade (Jo 14.6; 18.37; 2 Ts 2.13; Dt 4.29). O próprio Cristo causou divisão (Mt 10.35; Jo 7.35; 9.16; 10.19), divisão entre a verdade e o erro (Lc 12.51).
“Qual Jesus?” é uma pergunta importantíssima para todo crente em Cristo. Nós deveríamos primeiro nos questionar, testar nossas próprias crenças sobre Jesus (2 Co 13.5; 1 Ts 5.21). Incompreensões sobre o Senhor inevitavelmente se tornam obstáculos em nosso relacionamento com Ele. A avaliação também pode ser vital com respeito á nossa comunhão com aqueles que se dizem cristãos. Recentemente, durante uma rápida viagem aérea, um dos meus amigos, preocupado o suficiente, fez algumas perguntas cruciais á pessoa próxima a ele sobre o relacionamento dela com Jesus. Mesmo tendo confessado ser um cristão, participando há quatro anos de uma comunidade cristã, essa pessoa na verdade não conhecia a Jesus nem entendia o evangelho da Salvação. Meu amigo o levou ao Senhor antes que o avião aterrizasse.
A “unidade cristã”
Com muita freqüência, frases parecidas com “nós teremos comunhão com qualquer um que confessar o nome de Cristo”, estão sensivelmente impregnadas de camuflagens ecumênicas. O medo de destruir a unidade domina os que levam a sério este tipo de propaganda antibíblica, até mesmo ao ponto de desencorajar qualquer menor interesse em lutar pela fé. Surpreendentemente, “a unidade cristã” agora inclui a colaboração para o bem moral da sociedade com qualquer seita “que confessa o nome de Jesus.”
“Jesus”, o irmão de Lúcifer
Os ensinamentos heréticos sobre Jesus incluem todo tipo inimaginável de idéias sem base bíblica. O “Jesus Cristo” dos mórmons, por exemplo, não poderia estar mais longe do Jesus da Bíblia. O Jesus inventado por Joseph Smith, que a seguir inspirou o nome de sua igreja, é o primeiro filho de Elohim, tal como todos os humanos, anjos e demônios são filhos espirituais de Elohim. Este Jesus mórmon se tornou carne através de relações físicas entre Elohim (Deus, o Pai, o qual tinha um corpo físico) e a virgem Maria. O Jesus mórmon é meio-irmão de Lúcifer. Ele veio á terra para se tornar um deus. Sua morte sacrificial dará imortalidade para qualquer criatura (incluindo animais) na ressurreição. No entanto, se uma certa criatura, individualmente, vai passar a sua eternidade no inferno ou em um dos três céus, isto fica por conta de seu comportamento (incluindo o comportamento dos animais).
“Jesus”, uma idéia espiritual
O Jesus Cristo das seitas da ciência da mente (Ciência Cristã, Ciência Religiosa, Escola Unitária do Cristianismo, etc.) não é diferente de qualquer outro ser humano. “Cristo” é uma idéia espiritual de Deus e não uma pessoa. Jesus nem sofreu nem morreu pelos pecados da humanidade, porque o pecado não existe. Ao invés disto, ele ajudou a humanidade a desacreditar que o pecado e a morte são fatos. Esta é a “salvação” ensinada pela tal Ciência Cristã.
“Jesus”, o arcanjo Miguel
As Testemunhas de Jeová também amam a Jesus, mas não o Jesus da Bíblia. Antes de nascer nesta terra, Jesus era Miguel, o Arcanjo. Ele é um deus, mas não o Deus Jeová. Quando o Jesus deles se tornou um homem, parou então de ser um deus. Não houve ressurreição física do Jesus dos Testemunhas de Jeová; Jeová suscitou o seu corpo espiritual, escondeu os seus restos mortais, e agora, novamente, Jesus existe como um anjo chamado Miguel. A Bíblia promete que, ao morrer um crente em nosso Senhor e Salvador, a pessoa imediatamente estará com Jesus (2 Co 5.8; Fp 1.21-23). Com o Jesus deles, no entanto, somente 144.000 Testemunhas de Jeová terão este privilégio – mas não depois da morte, porque eles são aniquilados quando morrem. Ou seja, eles gastam um período indefinido em um estado inativo e inconsciente; de fato deixam de existir. Minha comunhão com Jesus bíblico, no entanto, é inquebrável e eterna.
“Jesus”, ainda preso numa cruz
Os católicos romanos também amam a Jesus. Eu também o amei da mesma forma durante vinte e poucos anos de minha vida, mas ele era muito diferente do Jesus que eu conheço e amo agora. Algumas vezes ele era apenas um bebê ou, no máximo, um garoto protegido pela sua mãe. Quando queria a sua ajuda eu me assegurava rezando primeiro para sua mãe. O Jesus para quem eu oro hoje já deixou de ser um bebê por quase 2000 anos. O Jesus que eu amava como católico morava corporalmente em uma pequena caixa, parecida com um tabernáculo que ficava no altar de nossa igreja, na forma de pequenas hóstias brancas, enquanto que, simultaneamente, morava em milhões de hóstias ao redor do mundo. Meu Jesus, na verdade, é o Filho de Deus ressuscitado corporalmente; Ele não habita em objetos inanimados.
O Jesus dos católicos romanos que eu conhecia era o Cristo do crucifixo, com seu corpo continuamente dependurado na cruz, simbolizando, de forma apropriada, o sacrifício repetido perpetuamente na missa e a Sua obra de salvação incompleta. Aproximadamente há dois milênios, o Jesus da Bíblia pagou totalmente a dívida dos meus pecados. Ele não necessita mais dos sete sacramentos, da liturgia, do sacerdócio, do papado, da intercessão de Sua mãe, das indulgências, das orações pelos mortos, do purgatório, etc. para ajudar a salvar alguém. Os católicos romanos dizem que amam a Jesus, mesmo quando se chamam de católicos carismáticos, católicos “evangélicos”, ou católicos renascidos, mas na verdade eles amam um Jesus que não é o Jesus bíblico. Ele é “um outro Jesus”.
“Jesus”, o bilionário
Até mesmo alguns que se dizem evangélicos promovem um Jesus diferente. Os chamados pregadores do movimento da fé e da prosperidade promovem um Jesus que foi materialmente próspero. De acordo com o evangelista John Avanzini, cujas roupas chiques refletem o seu ensino, Jesus vestia roupas de marca (uma referência á sua capa sem costura) semelhantes ás vestidas por reis e mercadores ricos. Usando uma argumentação distorcida, um pregador do sucesso chamado Robert Tilton declarava que ser pobre é pecado, e já que Jesus não tinha pecado, então, obviamente, ele devia ter sido extremamente rico. O pregador da confissão positiva Fred Price explica que dirige um Rolls Royce simplesmente porque está seguindo os passos de Jesus. Oral Roberts sustenta a idéia de que, pelo fato de terem tido um tesoureiro (Judas), Jesus e Seus discípulos deviam ter muito dinheiro.
O “Jesus” do movimento da fé e das igrejas psicologizadas
Além da pregação sobre um Cristo que era materialmente rico, muitos pregadores do movimento da fé, tais como Kenneth Hagin e Kenneth Copeland, proclamam um Jesus que desceu ao inferno e foi torturado por Satanás a fim de completar a expiação pelos pecados dos homens. Este não é o Jesus que eu conheço e amo.
O Jesus de Tony Campolo habita em todas as pessoas. O televangelista Robert Schuller apresenta um Jesus que morreu na cruz para nos assegurar uma auto-estima positiva. Para apoiar sua tese sobre Jesus, psicólogos cristãos e numerosos pregadores evangélicos dizem que Sua morte na cruz prova o nosso valor infinito para com Deus e que isto é a base para nosso valor pessoal. Não somente existe uma variedade enorme de “jesuses” que promovem o ego humano hoje em dia, como também estamos ouvindo em nossas “igrejas” psicologizadas que a verdade sobre Jesus pode não ser tão importante para o nosso bem psicológico do que nossa própria percepção sobre Ele. Esta é a base para o ensino atual do integracionista psicoespiritual Neil Anderson e outros que promovem técnicas não-bíblicas de cura interior. Eles dizem que nós devemos perdoar Jesus pelas situações passadas, nas quais nós sentimos que Ele nos desapontou ou nos feriu emocionalmente. Mas, qual Jesus?
Conclusão
A comunhão com Jesus é o coração do Cristianismo. Não é algo que meramente imaginamos, mas é uma realidade. Ele literalmente habita em todos que colocam nEle a sua fé como Senhor e Salvador (Cl 1.27; Jo 14.20; 15.4). O relacionamento que temos com Ele é ao mesmo tempo subjetivo e objetivo. Nossas experiências pessoais genuínas com Jesus estão sempre em harmonia com a Sua Palavra objetiva (Is 8.20). O Seu Espírito nos ministra a Sua Palavra, e este conhecimento é o fundamento para nossa comunhão com Ele (Jo 8.31; Fp 3.8). Nosso amor por Ele é demonstrado e aumenta através de nossa obediência aos Seus mandamentos; nossa confiança nEle é fortalecida através do conhecimento do que Ele revela sobre Si mesmo (Jo 14.15; Fp 1.9). Jesus disse: “Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz” (Jo 18.37). Na proporção em que nós crentes aceitarmos falsas doutrinas sobre Jesus e Seus ensinamentos, também minaremos nosso relacionamento vital com Ele.
Nada pode ser melhor nesta terra do que a alegria da comunhão com Jesus e com aqueles que O conhecem e são conhecidos por Ele. Por outro lado, nada pode ser mais trágico do que alguém oferecer suas afeições para outro Jesus, inventado por homens e demônios. Nosso Senhor profetizou que muitos cairiam na armadilha daquela grande sedução que viria logo antes de Seu retorno (Mt 24.23-26). Haverá muitos que, por causa de sinais e maravilhas, como são chamados, feitos em Seu nome, se convencerão de que conhecem a Jesus e O estão servindo. Para estes, um dia, Ele falará estas solenes palavras: “…Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade” (Mt 7.23). Mesmo que sejamos considerados divisivos por perguntarmos “Qual Jesus?”, entendam que este pode ser o ministério mais amoroso que podemos ter hoje em dia. Porque a resposta desta pergunta traz conseqüências eternas. (TBC 2/95 – traduzido por Ebenezer Bittencourt)
Há alguns dias, assisti pela tv um documentário sobre o cristianismo na visão católica, protestante e atéia. O ateu entrevistado explicava que não cria em Deus porque Ele deixava pessoas passarem fome pelo mundo, lançava pragas sobre os homens e permitia o alastramento das doenças. “Como amar e aceitar as promessas de um Deus assim?”, questionava o descrente na tentativa de justificar sua posição, no mínimo, auto-condenatória.
A resposta para esta pergunta está na postura dos próprios homens: eles escolheram que fosse assim. No livro de Jeremias, lemos:
“Assim como o ladrão fica envergonhado quando é apanhado em flagrante, também a comunidade de Israel ficará envergonhada: seus reis e oficiais, seus sacerdotes e profetas. Pois dizem à madeira: ‘Você é eu pai’, e à pedra: ‘Você me deu à luz’. Voltaram para Mim as costas e não o rosto, mas na hora da adversidade dizem: ‘Vem salvar-nos!’. E onde estão os deuses que você fabricou para si? Que eles venham, se puderem salvá-la na hora da adversidade! Porque os seus deuses são tão numerosos como as suas cidades, ó Judá! Por que vocês fazem denúncias contra Mim? Todos vocês se rebelaram contra Mim – declara o SENHOR.” (Jeremias 2.26-29 – NVI)
Quando o homem escolhe servir a objetos de barro, de madeira, de prata, ouro, ou seja lá de que for, quando o homem escolhe adorar imagens, estátuas, animais, plantas, ou qualquer outro ser, ele (o homem) automaticamente escolhe tirar Deus do seu caminho.
“Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro.” (Mateus 6.24 – NVI)
“Adúlteros, vocês não sabem que a amizade com o mundo é inimizade com Deus? Quem quer ser amigo do mundo faz-se inimigo de Deus.” (Tiago 4.4 – NVI)
“Você foi destruído, ó Israel, porque está contra Mim, contra o seu ajudador. E agora? Onde está o seu rei que havia de salvá-lo em todas as suas cidades? E os oficiais que você pediu, dizendo: ‘Dá-me um rei e líderes’?” (Oséias 13.9-10 – NVI)
“…Isto é o que Deus diz: ‘Por que vocês desobedecem aos mandamentos do SENHOR? Vocês não prosperarão. Já que abandonam o SENHOR, Ele os abandonará.” (2Crônicas 24.20b)
“…O SENHOR está com vocês quando você estão com Ele. Se O buscarem, Ele deixará que O encontrem, mas, se O abandonarem, Ele os abandonará.” (2Crônicas 15.2b)
Existem “poderes e autoridades” adversários, “dominadores deste mundo de trevas”, “forças espirituais do mal nas regiões celestiais” (Efésios 6.12) atuantes permanentemente sobre o mundo, sob os quais estamos sujeitos quando não for o Sangue de Cristo o manto a nos cobrir: “Graças a Deus que nos dá a vitória por meio de nosso SENHOR Jesus Cristo.” (1Coríntios 15.57 – NVI). Basta que Deus tire Sua mão de sobre aquelas vidas que preferem seguir os caminhos do mal que obedecer ao SENHOR. Apenas isso basta para que suas histórias se tornem ruínas. Na verdade, o que guarda nossas vidas de maior destruição é a sombra da poderosa mão do Deus Vivo, onde o mal não pode chegar (Salmos 91.1). Em retirando Deus Sua mão, o homem fica exposto para que o maligno e sua hoste lhe ataquem e causem imensa destruição em todos os seguimentos da sua vida.
Deus atua onde Ele tem liberdade. Deus está onde o pecado não está (Lucas 16.13). Quando o pecado é o eleito pelo homem para ocupar o primeiro lugar em seu coração, Deus permite que o homem colha as conseqüências da sua escolha. “Ao fiel Te revelas fiel, ao irrepreensível Te revelas irrepreensível, ao puro Te revelas puro, mas com o perverso reages à altura. Salvas os que são humildes, mas humilhas os de olhos altivos.” (Salmos 18.25-27 – NVI).
Não precisamos recorrer à África, para falar sobre os milhares de deuses que seu povo elegeu para adorar no lugar do Deus Vivo. O Brasil é um exemplo claro dessa Justiça Divina: um país idólatra, que apóia o homossexualismo, que incentiva e expõe o sexo libertino, que condena a correção dos filhos, que tem gozo com relacionamentos ilícitos, que vê graça na mentira e no “jeitinho”, está colhendo os frutos de violência, de falta de amor ao semelhante, de má conduta administrativa, de pobreza material e principalmente de miséria espiritual.
“Filho do homem, se uma nação pecar contra Mim por infidelidade [idolatria], estenderei contra ela o Meu braço para cortar o seu sustento, enviar fome sobre ela e exterminar seus homens e seus animais. Mesmo que estes três homens – Noé, Daniel e Jó – estivessem nela, por sua retidão eles só poderiam livrar a si mesmos. Palavra do SENHOR. Ou, se Eu enviar animais selvagens para aquela nação e eles a deixarem sem filhos e ela for abandonada de tal forma que ninguém passe por ela, com medo dos animais. (…) Ou, se Eu trouxer a espada contra aquela nação e disser: Que a espada passe por toda esta terra, e Eu exterminar dela os homens e os animais. (…) Ou, se eu enviar uma peste contra aquela terra e despejar sobre ela a minha ira derramando sangue, extermiando seus homens e seus animais. (…) Quanto pior será quando Eu enviar contra Jerusalém os Meus quatro terríveis juízos: a espada, a fome, os animais selvagens e a peste, para com eles exterminar os seus homens e os seus animais! Vocês… saberão que não agi sem motivo em tudo quanto fiz ali. Palavra do Soberano, o SENHR.” (Ezequiel 14.13-15,17,19,21,23 – NVI)
Há muito estamos lendo nos jornais:
“Depressão: o mal do século”
“Portadores de HIV: O Brasil é o líder na América Latina”
“Chuvas causam estragos e mortes” (em todo o país)
“Violência por conseqüência das drogas cresce em todo o Brasil”
“Cresce a violência no trânsito”
“Violência no RJ: Moradores estão blindando as casas”
“Brasil tem um milhão de abortos clandestinos por ano”
“Pobreza cai, mas a miséria aumenta na América Latina”
“Para presidente do TSE, escândalos na política brasileira são piores que Watergate”
“Hospital público, vergonha pública!”
“Incrível aumento do número de terremotos” (em todo o mundo)
Etc… etc… etc.
Leiamos o que Paulo fala a esse respeito na Bíblia Sagrada (das quais, sem nenhuma alteração, também faço minhas palavras):
“É o meu dever pregar a todos, tanto aos civilizados como aos não-civilizados, tanto aos instruídos como aos sem instrução.
(…)
Eu não me envergonho do Evangelho, pois Ele é o poder de Deus para salvar todos os que crêem, primeiro os judeus e também os não-judeus. Pois o Evangelho mostra como é que Deus nos aceita: é por meio da fé; do começo ao fim. Como dizem as Escrituras Sagradas: ‘Viverá aquele que, por meio da fé, é aceito por Deus.’
Do Céu Deus revela a Sua ira contra todos os pecados e todas as maldades das pessoas que, por meio das suas más ações, não deixam que os outros conheçam a vontade a respeito de Deus. Deus castiga essas pessoas porque o que se pode conhecer a respeito de Deus está bem claro para elas, pois foi o próprio Deus que lhes mostrou isso. Desde que Deus criou o mundo, as Suas qualidades invisíveis, isto é, o Seu poder eterno e a Sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma. Eles sabem quem Deus é, mas não Lhe dão a glória que Ele merece e não Lhe são agradecidos. Pelo contrário, os seus pensamentos se tornaram tolos, e a sua mente vazia está coberta de escuridão. Eles dizem que são sábios, mas são tolos. Em vez de adorarem ao Deus imortal, adoram a ídolos que se parecem com seres humanos, ou com pássaros, ou com animais de quatro patas, ou com animais que se arrastam pelo chão.
Por isso Deus entregou os seres humanos aos desejos do coração deles para fazerem coisas sujas e para terem relações vergonhosas uns com os outros. Eles trocam a verdade sobre Deus pela mentira e adoram e servem as coisas que Deus criou, em vez de adorarem e servirem o próprio Criador, que deve ser louvado para sempre. Amém.
Por causa das coisas que essas pessoas fazem, Deus as entregou à paixões vergonhosas. Pois até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza. E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros. Homens têm relações vergonhosas uns com os outros e por isso recebem em si mesmos o castigo que merecem por causa dos seus erros.
E, como não querem saber do verdadeiro conhecimento a respeito de Deus, Ele entregou os seres humanos aos seus maus pensamentos, de modo que eles fazem o que não devem. Estão cheios de todo tipo de perversidade, maldade, ganância, vícios, ciúmes, crimes de morte, brigas, mentiras e malícia. Caluniam e falam mal uns dos outros. Têm ódio de Deus e são atrevidos, orgulhosos e vaidosos. Inventam maneiras de fazer o mal, desobedecem aos pais, são imorais, não cumprem a Palavra, não têm amor por ninguém e não têm pena dos outros. Eles saem que o mandamento de Deus diz que aqueles que fazem essas coisas merecem a morte. Mas mesmo assim continuam a fazê-las e, pior ainda, aprovam os que fazem as mesmas coisas que eles fazem.” (Romanos 1.14,16-32 – NTLH)
Judá, Jerusalém, são exemplos de povos que tornaram-se ruínas por causa da idolatria, que nunca vem sozinha. “Dia após dia Eu lhes enviei Meus servos, os profetas, que disseram: ‘Não façam essa abominação detestável!’. Mas eles não Me ouviram nem Me deram atenção; não se converteram de sua impiedade nem cessaram de queimar incenso a outros deuses. Por isso, o Meu furor foi derramado e queimou as cidades de Judá e as ruas de Jerusalém, tornando-as na ruína desolada que são hoje.” (Jeremias 44.4-6 – NVI)
Como muitos dos deuses falsos não podem falar, eles não explicam ao povo o que é errado e contrário à vontade perfeita de Deus. E assim, os homens seguem caminhos do seu coração enganoso, que tendem a levá-lo à morte (Provérbios 14.12). E em relação aos deuses que podem falar, esses orientam seus seguidores a fazerem coisas que contradizem à Sã Doutrina, pois a sua intenção é exatamente tomar o lugar do Deus Vivo nos corações dos homens e, por isso, satisfazem seus seguidores com todo tipo de promessas convenientes e doutrinas baratas. Contudo, nem os deuses sem vida nem os deuses vivos podem satisfazer plenamente a alma do homem nem dar-lhe a salvação eterna: “Este Jesus é a pedra que vocês, construtores, rejeitaram, e que Se tornou a pedra angular. Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos.” (Atos 4.11-12 – NVI).
Apenas em Cristo e na Sua Palavra o homem pode ter satisfação, vida e paz aqui, e também na eternidade, pois a vida humana não se resume a este mundo. Contudo, o que acontecerá no porvir será o resultado de nossa maneira de viver aqui.
“Quando o Filho do homem vier em Sua glória, com todos os anjos, assentar-se-á em Seu Trono na Glória Celestial. Todas as nações serão reunidas diante Dele, e Ele separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes. E colocará as ovelhas à Sua direita e os bodes à Sua esquerda. Então, o Rei dirá aos que estiverem à Sua direita: ‘Venham, benditos de Meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo.’ (…) Então Ele dirá aos que estiverem à Sua esquerda: ‘Malditos, apartem-se de Mim para o fogo eterno, preparado para o Diabo e os seus anjos.’ (…) E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.” (Mateus 25.31-34,41,46 – NVI).
Como amar e aceitar as promessas de um Deus que permite ao homem escolher seu próprio rumo? Buscando conhecê-Lo mais de perto, e observando Nele tamanho amor, bondade e misericórdia que ninguém jamais pôde oferecer. Tão gentil Ele é que mesmo amando o homem como ama, Deus Se recusa a forçá-lo a segui-Lo.
Quem escolhe a vida, vive. Quem escolhe a morte, marcha com seus próprios pés para o inferno. “…Coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora, escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam, e para que vocês amem o SENHOR, o seu Deus, ouçam a Sua voz e se apeguem firmemente a Ele. Pois o SENHOR é a sua vida, e Ele lhes dará muitos anos na terra…” (Deuteronômio 30.19b-20a – NVI)
Pela Palavra de Deus o homem toma conhecimento dos caminhos violentos e deles se afasta. Pode firmar-se seguramente nas veredas da vida e da justiça, livre do pecado e da condenação eterna. “Pela palavra dos Teus lábios eu evitei os caminhos do violento. Meus passos seguem firmes nas Tuas veredas; os meus pés não escorregaram.” (Salmos 17.4-5 – NVI)
Aproveite esse momento de reflexão para apoiar-se na verdade que vem de Deus e na Sua justiça. Faça da Bíblia, a partir de hoje, um instrumento que te aproximará mais de Deus e te fará conhecer um Deus Bom como nenhum outro há: “Quem é Deus além do SENHOR? E quem é Rocha senão o nosso Deus? É Deus que me reveste de força e torna perfeito o meu caminho.” (2Samuel 22.32-33 – NVI)
A Bíblia nos traz o triste relato de uma nação que foi eleita rainha sobre todas as outras do mundo, mas por causa da idolatria, da sua paixão pelo mundo e da sua escolha voluntária em distanciar-se do Senhor, colheu frutos amargos:
“Nos dias da sua aflição e do seu desnorteio Jerusalém se lembra de todos os tesouros que lhe pertenciam nos tempos passados. Quando o seu povo caiu nas mãos do inimigo, ninguém veio ajudá-la. Seus inimigos olharam para ela e zombaram da sua queda.” (Lamentações 1.7 – NVI)
“Os reis da terra e os povos de todo o mundo não acreditavam que os inimigos e os adversários pudessem entrar pelas portas de Jerusalém”, lamentou o profeta (Lamentações 4.12 – NVI). É exatamente isso que pensam os homens que acreditam que não precisam de Deus.
Contudo, as riquezas, os amigos influentes, as patentes… pra que lhe serviram? Jerusalém não pôde se salvar de ver materializado em si mesma o seu real estado de absoluta miséria espiritual por causa da sua escolha de adorar outros deuses (objetos, pessoas, dinheiro, status) e abandonar o Deus Vivo:
“De tanta sede, a língua dos bebês gruda no céu da boca; as crianças imploram pelo pão, mas ninguém as atende. Aqueles que costumavam comer comidas finas passam necessidade nas ruas. Aqueles que se adornavam de púrpura hoje estão prostrados sobre montes de cinza. A punição do meu povo é maior que a de Sodoma, que foi destruída num instante sem que ninguém a socorresse. Seus príncipes eram mais brilhantes que a neve, mais brancos do que o leite; e tinham a pele mais rosada que rubis; e sua aparência lembrava safiras. Mas agora estão mais negros do que o carvão; não são reconhecidos nas ruas. Sua pele enrugou-se sobre os seus ossos; agora parecem madeira seca. Os que foram mortos à espada estão melhor do que os que morreram de fome, os quais, tendo sido torturados pela fome, definham pela falta de produção das lavouras. Com as próprias mãos, mulheres bondosas cozinharam seus próprios filhos que se tornaram comida quando o meu povo foi destruído.” (Lamentações 4.4-10 – NVI)
Simplesmente um retrato do estado em que vivem pessoas auto-suficientes, determinadas a andar distante de Deus. O SENHOR permitiu vir à tona, para que se pudesse ver com os olhos físicos, o que realmente se passa no mundo espiritual de quem rejeita a direção de Deus.
“O que eu enxergo enche a minha alma de tristeza…”, conclui o profeta, que vê a desgraça absoluta – conseqüência das escolhas de um povo obstinado – percorrendo cada centímetro da sua cidade (Lamentações 3.51 – NVI). Imagine como deveria estar a alma de Deus, que consegue ver o oculto, o interior dos seres que o homem não pode acessar.
Todo esse mal foi relatado e publicado mundialmente através Bíblia para que tenhamos conhecimento das conseqüências das nossas escolhas. Não faça, pois, como o ateu que se vê capaz de julgar as atitudes de Deus sem compreendê-las. Dê uma chance para Deus te mostrar quem Ele verdadeiramente é. Tome essa decisão logo, pois muitas pessoas estão caminhando com seus próprios pés para longe da sombra da potente Mão de Deus, rumo à destruição eterna. Mas isso não precisa ser assim também com você… precisa?
“Busquem o bem, não o mal, para que tenham vida. Então o SENHOR, o Deus dos Exércitos, estará com vocês, conforme vocês afirmam.” (Amós 5.14 – NVI)
Que o SENHOR te ajude a preferir a vida abundante e eterna que só Nele podemos ter, pois nosso Pai de Amor não tem prazer na morte do ímpio nem Se alegra com a sua aflição, antes deseja que ele se converta do seu mal caminho e viva. (Lamentações 3.33; Ezequiel 33.11).
Muitas vezes a pornografia é considerada um “crime sem vítimas”. Há pessoas que acham que não há nada de mais em ver fotos e cenas de sexo ou de mulheres nuas. Mas no rastro desse vício há casamentos desfeitos, esposas inocentes abusadas emocional e fisicamente, meninas e moças estupradas e famílias financeiramente devastadas.
As estatísticas são de assombrar:
· As crianças, em média, são expostas à pornografia com a idade de 8 anos.
· 75% dos estupradores condenados confessam que praticaram em suas vítimas as cenas que viram na pornografia.
· 80% dos estupradores de crianças confessam que seu problema começou por causa da pornografia.
Então, quem é que poderia afirmar que a pornografia não prejudica ninguém? As vítimas desse vício são homens, cujas fantasias se tornaram desejos escravizantes. Elas são mulheres e crianças cujos corpos são usados como objetos descartáveis. Elas são as filhas que aprendem que o único modo de elas poderem receber amor é através do sexo e da sedução. Elas são as famílias que experimentam a destruição de sua segurança e auto-estima porque um pai ou filho não consegue mais ver as mulheres com dignidade e respeito, mas só como objetos de prazer. Enquanto se debate se a pornografia é prejudicial, a sociedade paga um alto preço com o aumento de casamentos desfeitos e crimes sexuais violentos.
Há a necessidade de os homens serem conscientizados e ajudados a não fazer pouco caso dos riscos que a pornografia fácil da Internet representa.
Esposa de Viciado em Pornografia
Estive casada com um homem abusivo durante 18 anos. Ele me usava para praticar suas fantasias pornográficas. Desrespeito, raiva, desprezo, humilhação, dor, confusão e traumas profundos são apenas algumas das palavras que descrevem o modo como me sentia quando lembro o que vivi.
Procuro não pensar no passado para não ficar doida. Tentei tudo o que eu podia para me conduzir conforme as mulheres das fotos. Pensei que fazendo isso salvaria meu casamento. Logo percebi que eu não era nada, a não ser um objeto para ser usada e abusada para satisfazer os prazeres dele. Escapei do sofrimento, mas paguei um preço alto. Meus filhos e eu sabemos que a pornografia prejudica de muitas formas.
Mas Deus é fiel e ele está restaurando os muitos anos de traumas.
Ex-esposa de um viciado em pornografia.
Tudo começou quando meu marido passou a dar olhadas em revistas pornográficas. Depois, ele começou a ir a clubes de strip e procurar prostitutas. Laurie, esposa de um viciado em pornografia.
Sou casada há mais de 14 anos. Todo esse tempo, meu marido sempre foi viciado em pornografia. Odeio até mesmo usar essa palavra. Ele usa revistas, Internet e vai a lojas de materiais pornográficos. Ele me arrastou para esse vício durante anos e eu acompanhei, só para agradar a ele. Mas acabei não agüentando mais. Ele começou a abusar de mim física, mental e verbalmente. O que é mais difícil de aceitar é quando ele diz que a pornografia não teve efeito algum em nossa família. Deus nos ajude. Esposa de um viciado em pornografia.
Meu marido e eu parecíamos ter um bom casamento exteriormente, mas eu sofria abusos verbais e experimentava bem pouco amor e intimidade. Meu marido estava sempre ocupado demais para mim. Quando recebi uma ligação telefônica de uma mulher com quem ele estava envolvido, as peças do quebra-cabeças de 25 anos começaram a se encaixar. Nos anos seguintes, descobri que meu marido tinha uma vida secreta que incluía um antigo vício sexual a muitas formas de pornografia, inclusive casos, vídeos obscenos, pornografia na TV por assinatura, etc.
Há anos estou me recuperando dos abusos emocionais, rejeição, traições, falta de intimidade, humilhação e vergonha que faziam parte da minha vida. Foram experiências dolorosas, mas com a ajuda de Deus agora estou a salvo, feliz e em paz.
Ex-esposa de um viciado em pornografia.
Fui casada durante 12 anos com um homem viciado em pornografia. Esse vício controlava a vida dele e quase destruiu a minha. O que começou como curiosidade para ele terminou como tortura para mim, pois ele praticava em mim suas fantasias sádicas.A pornográfica o capturou quando ele era ainda bem adolescente, e o controlou até destruí-lo. Seus desejos e fantasias sexuais foram moldados pelas imagens que ele via nas revistas e nos vídeos.A violência física começou bem cedo no nosso casamento, quando ele me disse que todas as pessoas eram viciadas em sexo pervertido e em revistas.
Ele me segurava à força na cama e não me largava enquanto não praticava sua relação violenta e dolorosa. Quando terminava, ele sentia remorso com o que havia feito e jurava nunca mais fazer. Com o tempo, porém, ele aos poucos passou a agir como se ele tivesse direito de usar a força para me obrigar a fazer o que ele queria. Nossa certidão de casamento se tornou licença para ele me estuprar. Já faz cinco anos que larguei dele. O processo de minha recuperação tem sido longo, difícil e caro.
Cara, como eu gosto do site do SEXXXCHURCH, por diversas razões eu o considero um dos melhores sites evangélicos, gosto dos assuntos que eles abordam, da maneira como falam das coisas, da visão que eles têm sobre namoro, sexo e muitas outras coisas, mas dessa vez eu me surpreendi, olhando em seus arquivos achei algo muito interessante sobre aborto, até ai tudo bem, pois já achei muita coisa boa sobre esse tema (ABORTO), mas o mais legal foi saber de quem era a vida que estava sendo relatada, nada mais nada menos, que Jason Upton, quem conhece esse homem de Deus sabe do que estou falando, o cara é demais!! INTIMIDADE PURA!! Quem não conhece da uma pesquisada e olha alguns vídeos dele no youtube, não vão se arrepender! Eu sempre soube que o testemunho dele era muito benção, mas não o conhecia por completo, esterei colocando na íntegra a matéria do sexxxchurch.
Grande abraço, e deixe o seu comentário!!
Pr. Fábio Guimarães
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Em agosto deste ano tive a oportunidade de ouvir o Pr. Jason Upton aqui em São Paulo. Ele é um jovem ministro de louvor, cujos clips podem ser acessados no site You Tube. Uma das canções que mais me tocam está aqui (clique aqui para escutar). Aliás, estou ouvindo essa canção enquanto escrevo esse texto, e recomendo que você também a ouça enquanto o lê.
Além do seu dom musical, o que muito impressionou a platéia que o assistia naquela tarde de sábado foi sua história de vida. Sua mãe era uma jovem missionária que queria “salvar o mundo”, através da pregação do Evangelho. Eram os anos 70, e ela foi evangelizar um hippie, amante das drogas e da falta de compromisso e responsabilidade. Enquanto o evangelizava, se apaixonava por ele. Cega de paixão e crente em suas promessas de amor eterno, entregou-se a ele.
Essa entrega deu origem a uma gravidez. Buscou o rapaz, mas ele a abandonou. Missionária da igreja, tinha que ser exemplo, não poderia jamais ser mãe solteira. Os poucos que souberam do caso a aconselharam abertamente a praticar um aborto, líderes da igreja, aliás! Mas ela não conseguiu matar aquela criaturinha que já tinha um coraçãozinho pulsando e que se formava a cada dia em seu ventre. Para manter as aparências, simulou uma viagem de meses a um país distante, como missionária, mas na verdade foi para um lugar seguro até que a criança nascesse.
Nesses meses de solidão, em que era apenas ela e o bebê, a missionária fez roupinhas de crochê. Fez todo o enxoval da criança que já amava desde sempre, mas com a qual não poderia ficar. E orou a Deus, pedindo que Ele cuidasse da criança e que ela fosse, em Suas mãos, instrumento de evangelização, e que vivesse na Casa de Deus. Essa oração ela escreveu numa carta, que junto com o enxoval e a criança recém-nascida foi entregue ao setor de adoção dos Estados Unidos. E então a missionária voltou para casa e para a igreja, e continuou sua vida como antes, embora mais triste.
O menino foi adotado por uma família cristã, que pode lhe proporcionar bons estudos. Desde cedo apresentou talento musical, no que foi incentivado por seus novos pais. Eles não lhe contaram que era adotado, apenas quando ele se tornou adulto soube de parte de sua história. Então resolveu buscar informações junto ao setor de adoção e conhecer sua outra família.
Após um tempo, teve acesso ao seu enxoval (nunca usado), à carta de sua mãe biológica e aos dados de seus pais. Resolveu primeiro visitar seu pai, e com tristeza constatou que, embora muitos anos tinham se passado, aquele homem ainda era um velho hippie, em meio a drogas e à irresponsabilidade. Tentou falar de Cristo para ele, sem sucesso.
Então resolveu visitar sua mãe. Quando ela abriu a porta, ainda sem saber quem a estava visitando, Jason Upton ouviu, ao fundo, o som de uma de suas músicas no aparelho de CD. “A senhora gosta desse cantor?” – perguntou. “Sim, gosto muito, tenho todos os CD´s dele, suas músicas falam comigo, me trazem paz”. Sem saber, durante anos a mãe, que julgava ter perdido seu filho para sempre, o tinha de certa forma próximo a si, através de suas canções. Depois disso, imaginem a emoção dessa mãe ao reencontrar seu filho tão amado!!!
Fico pensando… se sua mãe o tivesse abortado (afinal estava sem marido, sem apoio da família, sem apoio da igreja – estava aparentemente só)hoje não estaríamos desfrutando da bênção de ouvir uma canção tão bonita. O mais maravilhoso dessa história é que mostra que Deus é capaz de transformar a maior adversidade em alegria, pois tudo o que a mãe havia sonhado para o filho ele se tornou, e pode voltar para junto dela. E mais, mostra que a família, a igreja, a sociedade podem nos abandonar, mas Deus não nos abandona nunca.
Fico pensando também em quantas meninas não se entregam “por amor”, por promessas de amor de eterno, e acabam abandonadas quando engravidam. Para o homem é relativamente fácil, é só assumir ou sumir. Já para a mulher fica a responsabilidade de abrigar em seu ventre a semente de um ato feito na hora errada.
Quem ama, sabe esperar. Deus pode consertar as situações erradas, mas não é tão mais fácil aguardar o momento certo?
link: http://sexxxchurch.com/?p=84
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MINHA MÚSICA PREFERIDA, FALA SOBRE O AMOR DE PAI QUE SÓ DEUS NOS DÁ!
JASON UPTON NO BRASIL
JASON UPTON FALA SOBRE ADOÇÃO, ESTE VÍDEO É O QUE O TEXTO RELATA
Muita gente se espanta ao saber que quem inventou o carnaval foi a Igreja Católica Apostólica Romana. Tudo começou em 604,quando o papa Gregório I determinou que todos os anos os fiéis deveriam dedicar-se,durante 40 dias, a assuntos espirituais.
No período que ia da quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum.
Era a Quaresma, período que serviria para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.
Durante a Quaresma, era proibido comer carne. Foi então que alguns ‘carnais’ entraram em ação e fizeram a seguinte proposta : já que iam ficar tanto tempo em abstinência ,por que não permitir que o povo cometesse algumas extravagâncias antes?
Os padres concordaram, e essa libertinagem foi oficialmente aprovada e incentivada por alguns papas carnavalescos,como Paulo II e PauloVI,nos séculos XV e XVI, respectivamente.
Um fato curioso é que o Carnaval só é comemorado em países católicos!
Esses dias de ‘vale tudo’ que antecedem a Quaresma ,em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne ,passaram a ser chamados de adeus à carne, que em italiano é carne vale , ou carnevale, resultando na palavra CARNAVAL ! Ou seja : se a Igreja Católica Romana não tivesse criado o período da Quaresma não haveria hoje o Carnaval.
É necessário também saber que as folias do Carnaval estão ligadas às festas pagãs romanas ,que eram calcadas em muita licenciosidade sexual, bebedeira, glutonarias,orgias coletivas e muita música .Eram conhecidas como bacanais( em homenagem a Baco, o deus do vinho da orgia) , lupercais ( em homenagem ao deus obsceno Pã , também chamado de Luperco),e saturnais ( em homenagem ao deus Saturno que, segundo a mitologia grega ,devorou seus próprios filhos).
O resultado físico, moral e espiritual dessa festa é estampado nos jornais e noticiários toda quarta-feira de Cinzas, e é o retrato falado do ser que está por trás dessa algazarra pagã ,comandando-a: o DIABO !!! Sendo assim, aos que não participam dessa ,meu conselho é que continuem de fora; e aos que participam ou pretendem participar, meu conselho está em Jeremias 51.45. Leiam, pelo amor de DEUS !!!
Este artigo foi extraído da revista FIEL do Ministério Silas Malafaia-Ano V – Fevereiro de 2009.
A anorexia nervosa é uma disfunção alimentar, caracterizada por uma rígida e insuficiente dieta alimentar (caracterizando em baixo peso corporal) e estresse físico. A anorexia nervosa é uma doença complexa, envolvendo componentes psicológicos, fisiológicos e sociais. Uma pessoa com anorexia nervosa é chamada de anoréxica. Uma pessoa anoréxica pode ser também bulímica. A anorexia nervosa afeta primariamente adolescentes do sexo feminino e jovens mulheres do Hemisfério Ocidental, mas também afeta alguns rapazes. No caso dos jovens adolescentes de ambos os sexos, poderá estar ligada a problemas de auto-imagem, dismorfia, dificuldade em ser aceito pelo grupo, ou em lidar com a sexualidade genital emergente, especialmente se houver um quadro neurótico (particularmente do tipo obsessivo-compulsivo) ou história de abuso sexual ou de bullying. A taxa de mortalidade da anorexia nervosa é de aproximadamente 10%, uma das maiores entre qualquer transtorno psicológico. (fonte: wikipédia)
Ai você pode parar e se perguntar: Tá, tudo bem!?! Eu tenho escutado falar muito sobre essa doença, mas o que isso tem há ver com a igreja do Senhor, com a noiva de Cristo? Isso tem tudo há ver!!
Uma pastora estava em sua igreja, no púlpito ministrando, quando ela teve uma visão onde todos os discípulos eram esqueletos, apenas ossos que batiam palmas, gritavam GLÓRIA DEUS, e tudo mais. Mas foi ai que Deus disse a ela “A igreja de Cristo está ANORÉXICA”
Os sintomas de uma pessoa anoréxica é que ela se vê como gorda no seu subconciente, mas na realidade está muito desnutrida e magra, é assim também espiritualmente as pessoas acham que estão cheias da palavra, da unção e do espirito de Deus mas na realidade elas estão desnutridas espiritualmente, fracas e magras.
Um anoréxico rejeita o alimento justamente por causa deste bloqueio psicológico ou distorção de imagem e realidade, fazendo com que cada vez mais emagreça se tornando um esqueleto, o que é bem parecido com a anorexia espiritual as pessoas começam a rejeitar o alimento(a palavra de Deus), por se acharem cheias dele e começam a dizer em todos os momentos de ministrações que :”Eu já ouvi essa palavra por isso não preciso ouvir de novo” ou “essa revelação de novo eu ja estou cansado”. E assim ficam buscando um evangélio “light”, pois acham que esse está muito “calórico”.
Sintomas físicos que levam a morte:
O primeiro e principal fator de morte de anoréxicos é a parada cardíaca onde os musculos já estão fracos e não sustentam mais os batimentos, Deus disse “Do coração procede todas as saidas da vida” uma pessoa anoréxica tem uma adoração oculta pelo espirito de morte quando uma menina tem essa doença o seu organismo retem a sua regra menstrual por questões de nutrientes o sangue representa a” morte” física, pois se uma pessoa para de sangrar em qualquer sentido, ela para de temer a morte, e assim também acontece com a doença espiritual, para nós o sangue representa vida e salvação se a pessoa para de sangrar espiritualmente ela para de crer que existe vida e para de crer no sacrificio de Jesus. A mulher com o fluxo de sangue buscou desesperadamente tocar em Jesus se nós não sangramos, nós paramos de tocar Jesus, se afastando do coração de Deus e da sua presença.
O segundo sintoma físico é a falencia do rin, que tem como função purificar o sangue, se uma pessoa tiver 7% de impureza no sangue provavelmente ela morre, se um anoréxico espiritual deixar o seu “rin espiritual “parar de funcionar ele vai parar de filtrar as coisas do mundo e é ai que ele começa achar que, por exemplo, uma música totalmente fora dos princípios de Deus não faz mal, que ficar não tem problema ou que ir pra balada não vai arrancar pedaço. E é ai que esse doente espiritual realmente se afasta de Deus deixando que as impurezas do mundo venham ser muito mais interessante.
Existe também um sintoma que é o de negação, se alguem perguntar para um anoréxico se ele tem se alimentado ou se já se alimentou hoje, ele afirma que sim, mas na verdade não se alimentou ele olha a comida fala dela mas não come, espiritualmente esses são os profetas anoréxicos; que falam da palavra, olham pra ela mas não se alimentam dela esses são reconhecidos como falsos profetas ocultos.
Nós cristãos temos de tomar cuidado, com o que nós estamos vendo no espelho espiritual, se é a realidade do que somos, com o que temos nos alimentado, o nosso filtro está funcionando perfeitamente, e se principalmente nós temos buscado tocar em Jesus.
Um equilibrista mantém sobre um cabo de vassoura várias mesas, que vão chacoalhando, e ao mesmo tempo, ele toca um violino. Alguém do público se inclina e diz a seu amigo: “Não entendi por que ele tocar violino em público. Ele não é nenhum virtuoso”. Esse é o modo com que muitas pessoas julgam os pensamentos dos prisioneiros cristãos por eles oprimidos, desgraçados, destruídos em extremos de tortura física e psicológica. Eu testemunhei e compartilhei dos sofrimentos de muitos companheiros de cela em uma prisão subterrânea comunista. O que nos intrigava mais era que nós não obtínhamos do céu o que era obviamente razoável esperar: uma melhora, mesmo que pequena, em nossa situação; alimento para saciar nossa fome, abrandamento de tão cruéis torturas… Nós não conseguíamos o que esperávamos, porque – humanamente falando – o céu não é razoável. Jesus disse: “Haverá mais júbilo no céu por um pecador que se converte do que por noventa e nove cristãos que não precisam de arrependimento” (Lc. 15: 7). Isso certamente não é nada razoável. Jesus também disse: “Aquele a quem pouco é perdoado, pouco ama” (Lc. 7: 47). Por que deveria alguém primeiro ter de cometer vários pecados asquerosos antes de amá-lO? Teresa de Lisieux não concordava com essas palavras. Criada numa família devota, dedicou-se ao Senhor ainda em tenra idade, aos 15 anos, num convento carmelita. Falecida aos 24, ela costumava dizer ao Senhor: “Eu o amo muito, ardentemente, embora eu não tenha conhecido os grandes pecados do mundo”. Em parte alguma a Bíblia fala da sensatez de Deus, mas sim sobre sua loucura (I Co. 1: 21). Ele é tão pouco razoável quanto os pensamentos de criancinhas. Cristo se tornou criança e nos orientou a nos tornarmos crianças também. O renomado franciscano Giacopone foi considerado louco pelas coisas que ele fazia por amor a Jesus. Diz-se que certa vez ele teria tido uma visão, em que Jesus lhe teria aparecido e perguntado: “Por que motivo você comete atos tão loucos?” Ele respondeu: “Porque tu me pediste para fazer isso. Se eu sou louco, tu és muito mais. Onde está a sabedoria em tu haveres morrido por mim? Sou um doido porque tu és mais doido ainda”. Um jornal publicou a história de um homem cujo chapéu foi arrancado pelo vento enquanto ele estava pescando com amigos. Rapidamente ele pulou na água gelada para resgatar o objeto, e nunca mais foi visto. Que tragédia arriscar a vida por um chapéu que custa poucos dólares! Acaso foi razoável sacrificar a vida do Unigênito Filho de Deus por ovelhas desajuizadas, mesquinhas e estúpidas? Perguntei a muitos pastores de ovelhas o que eles fariam se vissem um lobo. Todos responderam: “Correria para salvar minha vida!” Nenhum homem morre por causa de ovelhas. Mesmo assim, Jesus fez isso. Ele morreu por seres piores do que ovelhas – por aqueles que o negaram e o traíram, por aqueles que exigiram sua crucificação. Ele morreu por seus próprios assassinos, por todos os que blasfemam contra Deus e o odeiam. Não fique surpreso se você não conseguiu de Deus o que você mais razoavelmente espera. Se Ele fosse mesmo razoável, ele jamais ouviria as orações de pessoas como nós, e nem teríamos salvação. Ao contrário, o amor de Deus chega às raias da loucura. Se você está na louca situação de não conhecer nem Sua sabedoria nem Seu louco amor, você precisa considerar o fato de que na parábola da ovelha perdida, somente a perdida teve uma prova indubitável de Seu amor e interesse. As outras podiam razoavelmente dizer que tinham sido rejeitadas e abandonadas. Quando o filho pródigo retornou ao lar, ele foi abraçado com amor, recebeu um anel e foi festejado com um novilho cevado, música e dança. O filho fiel, que veio do campo e chegou suado e esgotado, nunca recebera uma palavra de carinho. Aqueles que são fiéis devem simplesmente se alegrar por outros experimentarem Seu amor até a loucura. O bom samaritano da parábola não era um turista. Sem dúvida ele estava fazendo uma importante viagem de negócios e tinha compromissos a cumprir. Sua extraordinária boa obra deve tê-lo prejudicado bastante. Talvez ele tenha até negligenciado outras obrigações, porque parou para servir a um homem machucado. Quando preso em uma solitária, esperei anos até Deus vir me socorrer. Eu ficava pensando que Ele estava demorando e pensava nEle como o bom samaritano. Eu estava certo de que ele estava a caminho para ajudar, mas que vira um homem machucado no caminho, pelo que teve de parar para acudi-lo e levá-lo para uma estalagem. Eu pensava que Ele, que vê o pardal cair, também precisava parar para renovar o vigor de uma pétala exausta, com Seu orvalho. Na solitária, nós nos alegrávamos com Seu louco amor mesmo quando não beneficiados por ele. Extasiada, Maria Madalena de Pazzi saiu correndo do convento onde vivia, carregando uma imagem de Jesus crucificado e gritando: “Oh, Amor, Amor! Jamais cessarei, meu Deus, de chamá-lo de ‘Amor’”. Ela disse às irmãs “Ele também é louco de amor…” Não espere razoabilidade no céu, para não se desapontar. Conte somente com o fato de que há Alguém que o ama com uma insensatez tão grande que morreu por você. Em resposta, não espere uma bela razão, mas mergulhe você também nessa loucura de amor com ele. Essas minhas palavras são oráculos de Deus. Sinceramente em Cristo, Rev. Richard Wurmbrand.
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(*) Richard Wurmbrand é o autor do best-seller evangélico TORTURADO POR AMOR A CRISTO. Richard Wurmbrand, esteve preso durante 14 anos nas piores e mais cruéis cadeias da Romênia. Os guardas tentaram forçá-los a confessar que pertencia a uma rede de espionagem imperialista. Foi açoitado, torturado e obrigado a ingerir drogas. Apesar de tudo ele resistiu e ficou firme. Passou dois anos na “Cela da Morte”, assim denominada, por não ter voltado ninguém dali com vida. Richard Wurmbrand, fundador do ministério “A Voz dos Mártires” foi para o Senhor em 17 de fevereiro de 2001.
Num dia em que a igreja é muita parecida com o mundo, até o ponto em que você mal pode ver a diferença e aonde o filho pródigo nunca saiu de casa, nós temos a necessidade muito grande de avivamento. Muitas vezes “achamos” que alguém é crente só para descobrir mais tarde que ele não é. O que é esse negócio de “achar”? Para onde foram os dias em que nós sabíamos quem era crente e quem não era? O problema está numa igreja que professa o seu amor por Jesus, enquanto possui muitos outros amados. A igreja está, de muitas maneiras, namorando com o mundo. Ela é o filho pródigo que nunca saiu de casa. É como Jesus falou em Mateus 15:8, “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” Esse povo fala todas as palavras certas, mas é só papo furado. Eles amam os seus pecados mais do que a mim.
Isso não descreve como é a igreja de hoje em dia, filhos e filhas pródigos que nunca saíram de casa? Filhos e filhas pródigos que honram Deus porque é a “coisa certa” a se fazer, mas seus corações estão longe. Filhos que de dia fazem tudo o que lhes é requisitado, mas de noite saem pela janela do seu quarto para curtir o que os seus corações desejam.
O que é pior: o caso do filho que saiu de casa e mais tarde voltou arrependido ou o do filho que nunca saiu de corpo, mas o seu coração nunca voltou? Como Deus odeia religião. E isso nada mais é do que aquele espírito morto de religião. Você pode perceber o cheiro de carne apodrecendo dos numerosos crentes de quem Ele falou, “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” E por esta razão, eu declaro que precisamos de avivamento desesperadamente. As moscas estão se congregando na porta da casa de Deus.
E assim nós embarcamos numa jornada de muita contenção. Avivamento, por uma razão ou outra, é a fonte de muitas discussões hoje em dia. Muitos estão hesitantes de até usar a palavra avivamento pelo medo de serem vistos como fanáticos ou, pior ainda, heréticos. Então eu ponho a questão, “Deus ainda faz avivamento?” Podemos esperar ou até ter uma expectativa de grandes avivamentos? Você pode imaginar centenas… não, milhares de pessoas se ajuntando em nenhum lugar particular simplesmente para buscar a face de Deus? Você pode imaginá-los saindo renovados, desafiados, mais apaixonados, e com uma realização maior de sua responsabilidade de ganhar os perdidos?
2 Crônicas 7:14 fala, “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.”
Se este versículo não está falando de avivamento, então eu não sei do que está. Essa é uma clara e simples receita para o melhor bolo de presença de Deus que eu já vi. E, imagine, achamos na Bíblia.
Mas, a pergunta ainda existe, “O que é avivamento?” Muitos erram em pensar que o avivamento é a salvação de muitos incrédulos. Não posso negar que isso é, sem questão, o trabalho do Espírito Santo – e é bem possível que seja um resultado de um avivamento – mas em si não é avivamento. Avivamento tem a ver com crentes, aqueles que já confessam Jesus como Senhor e Salvador. Por isso, “a”vivar. Quer dizer, “dar vida de novo.” Para avivar uma pessoa morta, ele tinha que estar viva antes. Você não pode avivar uma coisa que nunca foi viva. Por esta razão 2 Cr 7:14 fala do povo de Deus, “se o meu povo,” os crentes.
Avivamento é um despertamento do espírito para verdadeiramente entender aonde ele está, de verdadeiramente ver o pecado em que ele está rapidamente se afundando e de reconhecer a grande necessidade do toque da renovação de Deus; uma maior convicção do pecado. Por tanto tempo a igreja tem caminhado de mãos dadas com o mundo que eu não tenho certeza se nós ainda entendemos a convicção verdadeira ou o que é arrependimento mesmo. E por isso, nós precisamos de avivamento. Nós precisamos de uma maior percepção do nosso próprio pecado e da necessidade de perdão. Precisamos ser quebrantados diante do Deus Santo.
Avivamento faz uma pessoa ser desesperada, desesperada por vida, e ter uma percepção que tudo o que não é bom no seu mundo. É a hora em que abrimos os nossos olhos e nos achamos no chiqueiro desejando uma espiga de milho. É quando nos perguntamos como viemos parar ali e compreendemos que a morte está batendo à nossa porta. É a compreensão da distância em que nos desviamos longe de casa e de um desejo consumidor de voltar. E isso é o que nos pressiona a se ajoelhar e buscar a misericórdia do Deus – que não tem nenhuma obrigação de nos dar.
É disso que precisamos desesperadamente. É o que o mundo precisa ver. O mundo precisa ver uma igreja quebrantada diante do seu Deus. A igreja que não é mais achada naquele estado confuso de ser parecida com aqueles que está tentando ganhar, mas, uma noiva pura e sem mancha. Isso é o que Jesus deseja ver. E por isso precisamos de avivamento.
Seu coração clama por avivamento? Seu coração está quebrantado por todas as almas perdidas que estão simplesmente ocupando espaço em nossas igrejas? A necessidade por avivamento é óbvia e a maneira de conseguí-lo também é.
Deus está esperando por homens e mulheres. 2 Cr 7:14 é uma promessa dada a nós. “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.”
Se – somente “se” – os filhos e filhas de Deus clamarem ao nome do Senhor e se humilharem e se arrependerem, então… então Ele agirá. Ele sarará a nossa terra. E o avivamento vem. Deus está esperando para a sua igreja se arrepender e voltar a Ele. E quando isso acontecer, também acontecerá o avivamento.
A Maioria dos Cristãos americanos não acreditam que o Cristianismo seja o único caminho para a vida eterna
Eles acreditam que muitas religiões podem conduzir à vida eterna, e entre eles, a grande maioria diz que nem sequer é necessário ser-se Cristão para ir para o Céu, mostra uma nova sondagem.
65% dos Cristãos consideram que há vários caminhos para a vida eterna – rejeitando, em última análise, a exclusividade dos ensinamentos de Cristo, de acordo com o último inquérito realizado pelo Fórum Pew sobre a Religião e a Vida Pública.
Mesmo entre os evangélicos Protestantes ‘brancos’, 72 por cento dos que dizem que muitas religiões podem levar à vida eterna, nomeiam pelo menos uma religião não Cristã como o Judaísmo ou o Islamismo, ou nenhuma religião sequer, que pode conduzir à salvação.
O Dr. Albert R. Mohler, Jr., presidente do Seminário Teológico Baptista do Sul intitulou os resultados da sondagem de “uma crise teológica para os evangélicos Americanos”, segundo o USA Today.
“Isto representa, na melhor das hipóteses, um mau entendimento sobre o Evangelho, e na pior, uma rejeição do Evangelho”, disse o proeminente teólogo evangélico.
A maioria dentre os evangélicos brancos, dentre os Cristãos brancos de corrente dominante e dos protestantes ‘pretos’, que não acreditam na exclusividade de salvação, consideram que o Catolicismo e Judaísmo podem levar à vida eterna, como mostram os resultados do Fórum.
Menores, mas ainda assim grande percentagem (mais de metade) dos Cristãos brancos de corrente dominante, Protestantes pretos e Católicos brancos que acreditam existir múltiplas vias para a vida eterna dizem que também o Islão pode conduzir à salvação; entre os evangélicos brancos, 35 por cento concordam. E mais de metade dos Cristãos de corrente dominante e dos Católicos brancos que têm esta visão alargada das portas do Céu consideram que o Hinduísmo pode guiar à vida eterna, em comparação com 33 por cento dos evangélicos brancos e 44 por cento de Protestantes pretos.
Surpreendentemente, os cristãos acreditam que o ateísmo também pode permitir um bilhete para o Céu. Quarenta e seis por cento dos cristãos brancos de corrente dominante, 49 por cento dos católicos brancos e 26 por cento dos evangélicos brancos que acreditam que muitas religiões levam à salvação acham que o ateísmo também pode levar à vida eterna.
Mohler apelidou os resultados de “uma depreciação do evangelicalismo e da pregação evangélica.”
“O ensinamento bíblico de como Jesus Cristo proclamou ser o único caminho para a salvação é claro”, contou ele ao USA Today.
Explicando o desafio que muitos crentes enfrentam na cultura actual, Mohler observou: “Vivemos numa época em que queremos dizer a toda a gente que estão a ir muito bem. É extremamente desconfortável voltarmo-nos para alguém e dizermos: ‘Você irá para o Inferno a menos que chegue a um conhecimento salvífico de Jesus’.”
A primeira vez que o Fórum Pew inquiriu os Americanos foi em 2007. Na ocasião, em vista da exclusividade da salvação. O levantamento realizado sobre 35.000 adultos mostrou números surpreendentes; com 57 por cento de participantes de igrejas evangélicas admitindo que acreditam que muitas religiões podem levar à vida eterna e, globalmente, 70 por cento dos Americanos partilham dessa opinião.
Mas quando os resultados da sondagem foram lançados em Junho deste ano, os críticos relataram falhas na pesquisa, tais como a definição de evangélicos do Fórum Pew e da falta de clareza da expressão “muitas religiões podem levar à vida eterna.” Os críticos dizem que é possível que alguns inquiridos possam ter interpretado “muitas religiões” como outras denominações Cristãs além da seu própria, enquanto que outros podem ter pensado num sentido mais lato, incluindo credos não Cristãos.
A nova sondagem, realizada entre 31 de Julho e 10 de Agosto de 2008, tendo uma amostragem de cerca de 3.000 adultos, serve para esclarecer os resultados anteriores.
E alarmantemente, 52 por cento de todos os Cristãos Americanos pensa que pelo menos algumas religiões não Cristãs podem conduzir à vida eterna.
Além disso, apenas 30 por cento das pessoas afiliadas nalguma religião admite que é a crença de uma pessoa que determina a vida eterna; 29 por cento dizem que a vida eterna depende das acções da pessoa, e 10 por cento acreditam que é uma combinação de acções e crença.
Os evangélicos brancos eram o grupo menos propenso a considerar que as acções são o que determina quem obtém a vida eterna quando comparados com os brancos de corrente dominante, Protestantes pretos e Católicos brancos; e eles eram os mais prováveis de aceitar que a salvação depende da crença (64 por cento), em comparação com apenas 25 por cento dos Cristãos brancos de corrente dominante.
Apesar das constatações alarmantes, o Fórum Pew deu a conhecer uma tendência que pode ser uma boa notícia para os Cristãos evangélicos.
A percentagem de Cristãos evangélicos que dizem que a sua fé é a verdadeira subiu de 39 por cento em 2002 para 49 por cento em 2008. A visão de exclusividade religiosa também cresceu entre os Protestantes pretos, todos os Católicos e, ligeiramente, entre os Protestantes brancos de corrente dominante.
Quantos anos você está na igreja? Servindo, lutando, escutando, vivendo ou tentando viver o Cristianismo? Eu não sei sua resposta, eu sei a minha resposta, estou há muito tempo pela minha idade. Mas conhecendo Jesus Cristo que não é apenas o Salvador, o Messias, o Profeta, o Sacerdote, e o Rei. Jesus que é também o Revolucionário faz poucos anos.
Jesus não é intrinsecamente crítico ou severo. Ele é pleno de misericórdia e de bondade, e ele ama Seu povo apaixonadamente. Porém Ele é zeloso para com sua Noiva. E é por isso que Ele não se comprometerá com as tradições que amarraram sua igreja e seu povo.
Se você olha para a conduta de Jesus enquanto esteve na terra. Você vai ver que Jesus nunca foi nem agitador nem rebelde. Embora constantemente desafiasse as tradições dos escribas e fariseus. Ele não fazia isso de forma casual, mas sempre. Os fariseus foram os que, pela “verdade” que enxergavam, intentaram extinguir a verdade que eles não conseguiam ver. Isto mostra porque sempre houve uma tormentosa controvérsia entre a “tradição dos anciãos” e os atos de Jesus.
Alguém disse certa vez que “um rebelde tenta mudar o passado; um revolucionário tenta mudar o futuro”. Jesus Cristo trouxe uma drástica mudança ao mundo. Mudou à visão de homem sobre Deus. Mudou à visão de Deus sobre o homem. Mudou à visão dos homens sobre as mulheres. Nosso Senhor veio trazer uma mudança radical ao modo antigo das coisas, substituindo-o por uma nova ordem. Ele veio para trazer um novo pacto — um novo reino — um novo nascimento — uma nova raça — uma nova espécie — uma nova cultura — e uma nova civilização.
Nos somos chamados pra ser discípulos, que significa que você crê em tudo que Cristo disse e faz tudo que Cristo manda. Jesus nós chama para sermos como Ele, o que eu não entendo é porque não fazemos nada como Jesus? Preferimos o lado dos escribas e fariseus, na nossa busca quase infinita de sempre ter os mesmos problemas, ir atrás sempre das mesmas coisas, coisas que não importa aonde ou o tempo são coisas iguais, são fofoquinhas, briguinhas, intriguinhas, bate boquinhas, mentitinhas, briga de poderzinho, puxasaquinho, tradiçõezinhas.
Quando às pessoas vão entender que a igreja está se transformando em uma fortaleza, se isolando do mundo. Que muitos estão rejeitando a Cristo por causa da igreja. Que se aqueles que se preparam para a liderança estão procurando um lugar seguro, quem conduzirá a igreja há lugares perigosos? Que esses probleminhas e coisinhas são só coisinhas dos nossos umbiguinhos? E Que o reino de Deus com sua noiva é muito maior que os nossos próprios problemas? Quando vamos “criar” novos problemas.
“Problemas” iguais que Jesus criou aos fariseus, problemas para as tradições. Quando realmente vamos ser discípulos de Cristo? Quando vamos deixar nossos umbigos e vamos realmente ir pro próximo nível?
Em Jesus temos um Homem que recusava render-se diante das pressões da conformidade religiosa. Um Homem que pregava uma revolução. Um Homem que não tolerava a hipocrisia. Um Homem que não tinha medo de provocar aqueles que suprimiram o evangelho libertador que Ele trouxera para libertar os homens. Um Homem que não se importava em despertar a cólera de seus inimigos, levando-os a preparar-se para a luta.
Onde pretendo chegar? Nisso. Jesus veio não apenas como Messias, Ungido de Deus, para libertar seu Povo das ataduras da queda.
Ele veio não apenas como Salvador, pagando uma dívida que não era dEle para quitar os pecados da humanidade.
Ele veio não apenas como Profeta, consolando aflitos e afligindo acomodados.
Ele veio não apenas como Sacerdote, representando o homem perante Deus e representando Deus perante o homem.
Ele veio não apenas como Rei triunfante sobre toda autoridade, principado e poder.
Ele também veio como Revolucionário, rompendo o velho odre com o intuito de introduzir o novo.
Veja Jesus, o Revolucionário!
A verdade é que o centro da vontade do Deus não é um lugar seguro, mas o lugar mais perigoso no mundo!
No “Pegando Carona” desta semana vou postar aqui uma matéria muito interessante que saiu no blog da Quemany, que aborda o tema do Sexo na TV, trata-se de pesquisas que foram feitas e que provam que a vida sexual desta geração está começando cada vez mais cedo…
Volta e meia aparece alguém, às vésperas de se formar nos cursos de Comunicação Social da Universidade que eu estudo, com uma monografia sobre os efeitos negativos que a televisão pode trazer, sobretudo, nos pequenos. E não é pra menos. O assunto merece mesmo atenção, principalmente porque, em pleno século XXI, ainda tem gente que acha que o aparelhinho presente em 11 de cada 10 residências mundo afora é um simples canal de entretenimento. Talvez analisando os aspectos de uma forma mais científica, o povo comece a entender que a história não é bem esta. Daí os benefícios não só dos trabalhos de conclusão de curso, mas de pesquisas como a divulgada pela Universidade de Wisconsin, nesta segunda-feira. Vá que convença os céticos, não é mesmo?
Pois bem. Os pesquisadores apuraram que o excesso de TV é um dos principais causadores, por exemplo, da atividade sexual precoce. E isso porque, atuando diretamente no subconsciente de crianças e adolescentes, a mídia televisiva mostra pessoas muito mais sexualizadas do que na realidade e, raramente retrata as conseqüências negativas do sexo. Janet Hyde, coordenadora do estudo, explica: “Os teóricos da comunicação dizem que, quando assistimos muito material assim, passamos a acreditar que essa é a realidade. Nesse caso, a garotada que assiste muita TV acredita que todos os garotos e garotas estão fazendo sexo, então tem de fazer isso também, ou serão os esquisitos”.
Dos 273 adolescentes entrevistados para a pesquisa de 13 a 15 anos (isso mesmo, aqueles que, na minha época, ainda brincavam de boneca e carrinho), cerca de 15% é sexualmente ativo e está muito mais propenso a não se proteger contra a gravidez e as DST’s.
Além disso, a pesquisa mostra que, nas gurias desta faixa etária, outros fatores contribuem para o início da atividade sexual antes da hora. Elas geralmente têm baixa auto-estima, relações ruins com os pais, demonstram sinais de déficit de atenção ou hiperatividade e têm notas ruins na escola. Nos meninos, além de todos estes problemas ainda há a puberdade precoce. E é assim que, como a própria Janet coloca que “as coisas começam a ir ladeira abaixo”.
Isto não é, de forma alguma, uma apologia à abstinência sexual, apenas um alerta para que comecemos a refletir sobre o exagero da mídia neste sentido de aceleração dos processos. Uma comparação pertinente para o momento? Experimente servir mocotó para um recém-nascido e veja no que vai dar. Ou seja, a ciência só está ajudando a comprovar aquilo que só não vê quem se finge de cego.
O pecado é nada menos do que aquela escolha voluntária e fundamental, aquele estado de submissão ao agrado próprio, de onde procedem o mal, as ações externas, os propósitos, as intenções, enfim todas as causas que são comumente chamadas de pecado.
O pecado é vencido pela fé em Cristo. Ele é “o caminho, a verdade e a vida”. Diz-se a respeito dos crentes que seus corações são “purificados pela fé” (At 15.9). E em Atos 26.18 afirma-se que são santificados pela fé em Cristo. Em Romanos 9.31-32 lemos que os judeus não atingiram a justiça porque não a buscaram pela fé e, sim, pelas obras.
A doutrina da Bíblia é que, pela fé, Cristo salva o seu povo do pecado; que o Espírito de Cristo é recebido pela fé para habitar no coração. É a fé que opera pelo amor. O amor é operado e sustentado pela fé. Pela fé os crentes “vencem o mundo, a carne e o diabo”. É pela fé que se “apagam todos os dardos inflamados do maligno”. É pela fé que os crentes se “revestem do Senhor Jesus Cristo” e “se despem do velho homem com os seu feitos”. É pela fé que combatemos “o bom combate”, e não pelas resoluções. É pela fé que “ficamos em pé” e pelas resoluções é que caímos. Esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. É pela fé que a carne é subjugada e conquistados os desejos carnais.
Um pecador não pode crê verdadeiramente até que ele se arrependa. Isto é claro a partir palavras de Cristo concernente o Seu precursor, “Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele” (Mateus 21:32). Isso é também evidente a partir de Sua chamada como trombeta em Marcos 1:15, “Arrependei-vos, e crede no evangelho”. Isto é o porque o apóstolo Paulo testificava “o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus” (Atos 20:21). Não faça confusão neste ponto querido leitor, Deus “ordena agora que todos os homens em todo lugar se arrependam” (Atos 17:30).
O arrependimento verdadeiro origina-se a partir de uma compreensão no coração, operado neste pelo Espírito Santo, da excessiva malignidade do pecado, do terror de ignorar as reivindicações dAquele que me fez, de desafiar Sua autoridade. Ele é conseqüentemente um santo ódio e horror do pecado, uma profunda tristeza por ele, e o reconhecimento dele diante de Deus, e um completo abandono dele de coração. Até que isto tinha sido feito, Deus não nos perdoará. “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Provérbios 28:13).
“Sim, Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão de pecados” (Atos 5:31).
“Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte”. (2 Coríntios 7:10).
Pensando em curtir uma festa de Halloween? Dentro da igreja? Que legal hein?! Você já parou pra pensar qual é a origem desta festa? O que eles comemoram? O que eles cultuam?
Pensando nisso coloquei aqui o link de um post que saiu no Blog da MCO, leia e tire as suas próprias conclusões!!
Qual seria a sua reação se dentro da igreja que você está acostumado a freqüentar chegasse uma pessoa com AIDS, um gay, um travesti ou uma lésbica? Imagine se, naquele dia que você se produziu tão bem para “ver o Senhor”, sentasse do seu lado um mendigo fedido, bem sujo e o pastor dissesse à igreja: “Abrace bem forte a pessoa que está ao seu lado! Diga a ela que você o ama!”. Qual seria a sua reação? Se você torceu o nariz, pediu que Deus lhe afaste este cálice ou ainda esqueceu que é crente, bateu três vezes na madeira e fez o sinal da cruz, tenho trágicas notícias: você pode ter sido contaminado com uma terrível síndrome chamada PRECONCEITO.
A definição de preconceito, conforme o Dicionário Aurélio é de um conceito ou opinião formada antecipadamente, sem maior ponderação ou conhecimento dos fatos; idéia preconcebida. Outro item aponta como julgamento ou opinião formada sem se levar em conta o fato que os conteste; prejuízo, superstição, crendice; suspeita, intolerância, ódio irracional. Você já se perguntou por que não gosta de determinada fruta sem nunca tê-la experimentado? Pois é. Isso acontece, mas, no caso do preconceito identificado nas questões acima, o caso é ainda mais grave.
No nosso dia-a-dia demonstramos nossos preconceitos ao fazer certas escolhas. Escolhemos com quem queremos conversar, onde trabalhar, onde fazer compras, onde comer, onde sentar, que tipo de transporte utilizar etc. A complexidade da real origem dos preconceitos é uma das grandes dificuldades que o ser humano enfrenta para entender como respeitar e amar o próximo de forma objetiva e sensata. Mas será que nós, filhos do Deus Vivo, o Pai do Amor, com tudo que temos visto e recebido do Senhor, não deveríamos agir de maneira diferente do que a sociedade age?
Hoje, fala-se muito de preconceito racial, preconceito religioso e outros do tipo, quase sempre expostos. Entretanto, considero que o pior preconceito é aquele que você alimenta dentro da sua mente, aquele preconceito que ninguém sabe que você tem. Numa ocasião, minha esposa pregou sobre o que somos realmente. Ela não estava falando de que imagem você se esforça para reproduzir aos outros, mas do que você é de verdade, quando ninguém está te vendo. E é exatamente com este retrato, muitas vezes tenebroso, que nos deparamos quando analisamos nossas condutas e detectamos esta maldita síndrome dentro de nós. A forma que você é de verdade, quando ninguém está por perto, quando a sociedade não irá lhe julgar e quando seus líderes não irão te reprovar é exatamente a maneira que Deus lhe vê. Forte, não? Será que seu exame clínico espiritual acusa este perigoso diagnóstico? Como diz a palavra: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também” (Mateus-7:1 e 2).
Em tempo, este post não pretende ser nenhuma apologia ao pecado. Você pode amar os homossexuais, por exemplo, e não nutrir preconceito contra eles, mas isso não significa compactuar com o pecado que eles cometem. Significa sim assumir, em Deus, uma postura de resgate por estas almas que necessitam tanto das inúmeras mensagens sobre amor que acumulamos com nossas tradicionais idas à igreja e para as quais, infelizmente, não temos dado nenhum destino útil. Examine-se!
Paz do Senhor galera, vou postar mais uma do meu amigo Daniel Avellar, o cara ta inspirado mesmo!!
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A cerejeira é a flor não-oficial da nação japonesa. Mas também pudera, quando está florida a cerejeira fica inteira coberta por flores de uma cor rosa claro; e quando essas flores caem para dar lugar às cerejas, elas fazem uma chuva de pétalas e cobrem todo chão ao redor com as pétalas que caíram. Tamanha a beleza destes momentos que no Japão existem o Sakura Matsuri (sakura, cerejeira; matsuri,festival), um festival tradicional durante o qual as pessoas observam esse pequeno ciclo da cerejeira. Aqui no Brasil já existem festejos semelhantes, ocorrem geralmente durante o mês de julho, e são chamados de Festival das Cerejeiras.
Esta semana eu tive a grata oportunidade de observar um fenômeno parecido na forma, porém bem mais rústico em seu conteúdo: fibras de algodão maduras se soltando do algodoeiro. A minha primeira reação foi querer me livrar desses pelinhos que estavam se prendendo em minha roupa. A segunda foi pensar no trabalho que daria pra limpar depois. Só que em seguida eu levantei minha cabeça e vi o que acontecia ao meu redor; tudo estava tomado pelas bolas de algodão brancas, que bailavam ao sabor do vento. Só neste momento que fui tocado pela singeleza do momento, me sentei para poder observar e esperei até que todo o algodão chegasse ao seu destino final, no chão.
A Bíblia afirma por algumas vezes (veja Col 2: 16-17; Hb 8: 3-5) que as coisas que acontecem na Terra são reflexo daquilo que está por vir, uma imagem do que acontecerá no Céu. Da mesma forma como o meu algodão é um reflexo das cerejeiras.
Eu achei muito bonito o meu algodão, quem estava próximo de mim e pode observar por completo concorda com o que eu disse. Mas a beleza do algodão nem se compara com as flores da cerejeira. E eu também nunca ouvi falar de alguém que se preocupe em tirar as pétalas da flor de cerejeira presas em sua roupa e cabelo ou que tivesse que limpar a sujeira feita pelas pétalas – como de fato aconteceu no dia seguinte com as fibras do algodão.
Deus nos tem dado fibras de algodão voadoras nesta vida. Nas nossas igrejas, nas nossas casas, nos nossos quartos ele tem soltado milhares de fiapos de algodão para nós. Só que no dia seguinte ainda temos que nos limpar: os fiapos de algodão não são a plenitude do que Ele quer nos entregar! Deus tem um jardim de cerejeiras floridas nos aguardando em Sua casa; Ele está nos esperando para que juntos com Ele as vejamos desabrochar e nevar com suas pétalas rosadas. A plenitude da beleza do Senhor! A Sua companhia no fenômeno mais bonito para o qual ele tem Se preparado e para o qual nós devemos nos preparar.
E se nesse meio tempo você tiver a oportunidade de assistir ao desabrochar das flores da cerejeira, eu recomendo que vá.
Porque todo aquele que é nascido de Deus vence o mundo! (joão 5:4)
Então o que anda acontecendo conosco? O mundo anda dando um “Nocaute” na igreja em todos os sentidos invadindo as igrejas implantando novos padrões e para ser mais objetivo baladas, namoros, dinheiro, ídolos. Se não vivermos um vida correta, uma vida nova nunca vamos vencer o mundo.
Vamos falar a real a partir de agora, se você vomitar quando vê nojeira peço que saia da sala.
Pornografia, mentiras, pastores corruptos, pastores que não amam seus membros e pastores ladrões. É isso mesmo estão roubando até as ovelhas (“Você não vai para tal lugar porque quem manda em você sou Eu”), namoro santo, roubo santo, pirataria santa, sacanagem santa, tudo é santo não é mesmo? peraiiiii tudo é santo?
Santo significa separado, mas não estamos separados coisíssima nenhuma, onde ja se viu tanta mentira! no meio do “povo da verdade”.Nunca se viu na terra tanto ódio no meio do “povo do amor”, nunca se viu tantos pastores mendigando o pão ou melhor vendendo aquilo que eles receberam de graça no meio do “povo da misericórdia”. Desta maneira nunca vamos vencer o mundo!!
O que esta geração precisa é de pessoas que deem suas vidas por ela por que ja estamos cheios de cambistas vendendo o passaporte para o céu. Mas você dificilmente vai encontrar um “louco” comendo gafanhoto pregando o verdadeiro evangelho, os milagres, acontecem sim mas dentro das igrejas! As multiplicações são claramente vistas nos carros de nossos lideres .
Se queremos mudar alguma coisa vai te que começar nas nossas vidas, temos que se separar deste mundo! Porém não esnobar e ignorar ninguém, se Cristo morreu por todos porque fazer acepção de pessoas?
Não podemos mais ficar omissos a tanta sujeira assim, temos que levantar nossas vozes em tom de revolta, protesto, contra os animadores de publico, contra os atores de palco da igreja, contra a nova teologia da prosperidadee e etc,.. não é mais tempo de tolerar!!
O tempo está acabando e nossa luta não é contra a carne eu sei, mas não é por causa disso que você vai deixar o assassino entrar na sua casa e matar o seu irmão só porque ele usa terno e gravata, temos que acordar !! Na biblia também diz para você: orar e vigiar, e é a falta de oração e vigilancia que chegamos neste ponto a beira de uma catastrofe, missionários passando fome enquanto tem pastores andando de Mercedes e BMW.
Cadê aqueles que se denominam profetas? mas não colocam suas caras para bater e se escondem para si mesmo as verdades, cadê você geração de João Batista? que anda sujando o caminho ao invés de prepará-lo!
Mateus 3:2 “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.” esta deve ser a nossa prática diária e este deve ser o nosso grito de revolta contra todo aquele que pratica o mal, deve ser a nossa pregação, deve estar impregnado em nossos coraçãoes.
Não tenha medo de ser expulso da presença dos homens mas tenha medo de ser vomitado da boca de Deus, não seja mais um omisso portador da verdade mas levante-se e proteste “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.”
Faz quase dois anos que meu melhor amigo Chris sofreu o acidente que o deixou incapacitado numa cama. Eu passei a maior parte de 20 dias nos Estados Unidos dormindo numa cadeira, ao lado da cama dele no hospital. Eu mal dormi, porque tinha uma tarefa. Tinha que ficar prestando atenção na máquina que media as batidas do coração dele. Ela tinha que ficar entre 80 e 120 batidas por minuto. Então eu fiquei lá escutando o “bip, bip, bip” com medo de que ele acelerasse demais. Se isso acontecesse Chris poderia ter um ataque cardíaco, como antes, e morrer. Meu outro medo era escutar o “buuuuuuuuuuuuuuuuuuu”, o som de que ele já estava morto. Qualquer um dos dois seria ruim, então eu fiquei lá lutando contra o sono pois senti que a vida dele dependia da minha atenção, me esquecendo de que as enfermeiras também tinham uma máquina na estação delas monitorando a condição dele. Mas ainda assim, eu senti o peso, porque eu conhecia aquele cara, tinha andado com ele, tinha visto as suas atitudes e eu sabia do seu potencial. E posso dizer que a perda dele é umas das grandes perdas que esse mundo sofreu nos últimos anos. Ele realmente era um homem de Deus.
Hoje eu me acho num lugar em que me sinto como se fosse a UTI do céu, mas dessa vez ao lado da cama desta geração. Ela não morreu ainda, mas está bem doente e a qualquer momento pode ter uma crise que resultará na morte dela. E aqui, estou ouvindo mais uma vez o “bip, bip, bip”. Não é onde eu quero estar. Eu gostaria de estar lá fora com essa geração, andando junto e vendo ela fazer coisas grandes pelo Senhor. Não é minha culpa que ela esteja do jeito que está. Mas ainda assim, eu sinto uma responsabilidade de ficar do lado dela vigiando, orando e implorando a Deus por um milagre. Mas até agora, nada. Somente o “bip, bip, bip” da máquina.
Sei que num é nada do que a galera quer ouvir ou reconhecer, e isso me deixa num lugar desconfortável. Eu prefiro ser o “titio” que traz bombons, brinca de bola na praça, compra chocolate bem antes do almoço deixando sua mãe doida comigo e parecendo um herói para você. Isso eu que quero ser, mas o meu dilema é que tudo isso num passaria de uma ilusão, um show feito com fumaça e espelhos. Eu gostaria de me juntar com aqueles gritando pelos “quatro cantos” que o Brasil está em avivamento e que esses “sinais”(pessoas) brilhantes achados nos palcos são “de Deus”, mas eu não posso. A minha consciência me impede de mentir, e assim eu fico confrontado com a decisão de me calar e sumir, ou encarar e falar… eu escolhi falar.
Posso dizer que amo Brasil tanto quanto a minha terra natal. Isso é verdade, mas uma coisa me perturba aqui, a quantidade de papo furado que sai das bocas dos crentes dessa nação. Pelo amor de Deus!!! Será que ninguém realmente sente o que fala? Será que ninguém percebe a frequência que mente? Todo mundo fala em mudança sem mudar. Fala em santidade e vive pecando. Fala em amor a Deus, mas se entrega aos braços deste mundo. Fala em revolução, mas ninguém se revolta. Em outras palvras mentem. Brasil é um pais de crentes mentirosos. Falam muito e não cumprem nada do que foi prometido. E pode crer que eu não sou o único perecebendo isso. Aquele para O qual você promete tudo não fica nenhum pouco impressionado com suas promessas vazias, suas lágrimas manufaturadas para efeito, a mudança na sua voz querendo demonstrar sua sinceridade, em fim, suas mentiras.
Se alguém falasse para você o que você fala para Deus, prometendo o mundo mas não fazendo nada do que prometeu, você não teria nenhuma coisa boa para falar sobre essa pessoa. Mas você??? O que fazer quando o mentiroso é você? Eu sei, você está começando se irritar e querendo saber qual é meu problema, por que eu não escrevo artigos sobre as coisas boas que a igreja está fazendo hoje, como se tivesse algo para se escrever. Por favor, acorde e pare de mudar o assunto. Nós não estamos falando do meu “problema” como está sendo declarado por alguns, mas sim, do seu problema de falar muito, de prometer muito e não cumprir sua palavra, algo que é historicamente conhecido como uma mentira. Se o “povo de Deus” no Brasil fizesse 2% de tudo que fala e promete a Deus, a gente impactaria a nação dentro de um ano. É ai que nós achamos o problema e o motivo da falta de influência na nossa nação; temos um povo que adora Deus com suas bocas, mas seus corações estão longes Dele.
Eu acho que as mentiras mais perigosas hoje em dia não são as promessas quebradas a Deus, mas sim, insisitir em “profetizar” sobre essa geração, nomeando coisas grandiosas quando deveríamos estar alertando que sua hora está passando, “bip, bip, bip”, e que ela não tem feito nada além de realizar muitas conferências de oba-oba gospel, “vamos escrever a história de Deus nessa nação”. Bacana essa idéia, mas ela não sai do papél, ou melhor, do portão do acampamento.
Até quando nós vamos insistir em chamar essa geração de algo do tipo “geração profética”, “geração santa” ou “a geração que vai marcar o mundo”? Até quando vamos insitir em falar que ela está saudável enquanto estamos sentados ao lado da cama dela na UTI com nossos olhos grudados nas máquinas?
Talvez isso seja algo um pouco pessoal para mim, pois eu tenho acreditado nessa geração, tenho visto um potencial louco, e tenho sofrido com cada falha sua, cada vez que você abriu mão do seu chamado em busca da honra nesse mundo, diplomas, cargos e dinheiro. Tenho chorado com muitos de vocês que fizeram pactos, votos de santidade com Deus e que acabavam caindo nos seus namoros não tão santos. Eu falo como amigo, como pai, como alguém que daria sua vida para ver essa geração finalmente, no minuto 89 do jogo, se levantar do seu leito e fazer alguma coisa. Mas até quando nós vamos continuar com esse papo de que essa geração vai fazer algo enquanto já faz quase 10 anos que estamos falando, e todas as palavras tem caído sobre os ouvidos fechados de jovens “surdos” e desinteressados em impactar suas próprias vidas, sem mencionar a nação.
A triste verdade é que a hora dessa geração está passando, por mais que ela queira negar, chutar e brigar com qualquer um que tem a coragem de se levantar contra ela e sua unção de sofá. Essa geração fracassou. Tempo e fruto (ou falta de) falam bem mais alto do que os gritos de latas vazias que ecoam todo sábado à noite nos cultos (vazios) de jovens. “Nós vamos alcançar o mundo!”. É o grito para ser respondido com o grito de “vitória” dos poucos fiéis que ainda sobram no local. Até quando nós vamos continuar com essa ilusão? Essa geração não vai se lavantar. Deus vai levantar uma outra. Sinto muito, mas não adianta nada a gente continuar insistindo nisso. Eu também acreditava muito no chamado dessa geração. Ainda creio que alguns vão fazer história, mas falar da geração como um todo é perda de tempo e uma mentira. Pode crer, essa geração como um todo foi chamada e escolhida. A fato dela não responder ou tomar atitude não nega o fato do chamado. Deus chamou essa geração e ela fez o papel do primeiro filho na párabola de Mt. 21 que falou que iria trabalhar na vinha do pai, mas não foi.
Eu me lembro bem quando Deus começou chamar essa geração que agora está cheia de pessoas com 25 anos de idade pra cima, casadas e com filhos. Eu me lembro das conferências lotadas de jovens desesperados por Deus. Eles choravam, berravam, gritavam para que Deus viesse e fizesse algo sobrenatural e os levasse para os fins da terra para pregar o Seu evangelho, ou até mesmo perder sua vida por Ele. Puxa, esses eram os dias!!! Me lembro de olhar para aquela cena com tanta expectativa, sonhando e acreditando. Mas… eles não foram. Eles sonhavam, uns até planejavam, mas poucos foram e menos ainda influenciaram qualquer coisa. O potencial estava ali, mas potencial não realizado não é nada.
Meu pai tinha um QI de 180. Um homem cheio de potencial. Mas, quando ele morreu há 9 anos atrás, a legado que ele deixou incluiu vários divórcios e famílias destruídas, tudo fruto de uma vida entregue ao álcool devido umas decepções na vida com o governo dos EUA e as pessoas. E em vez de encarar os desafios da vida e fazer tudo que ele podia para realizar seu potencial, ele tentou se afogar numa garrafa de whisk e com 53 anos de idade finalmente conseguiu se matar, vítima das próprias mãos, suicídio. Não estou querendo fazer uma comparação do suicídio do meu pai com essa geração, mas quero apontar o fato de que meu pai naturalmente tinha muito mais potencial do que 98% da população do mundo segundo o QI dele. A verdade é que o cara era brilhante, mais ele nunca reconheceu isso e o fruto da vida dele mostra isso.
Essa geração tinha potencial e foi chamada. Mas, existe algo no responder e agir que ficou faltando. As luzes desse mundo brilhavam demais. A atração e a possabilidade de ter tudo que essse mundo oferece juntando com a direção pais e líderes confusos, levou essa geração a pensar que podia ter tudo aqui e no fim ainda acabar fazendo algo grande por Deus. Que engano. Que decepção. Que tristeza quando consideramos o fato de que a maioria ainda vive repetindo o mantra dessa geração que vai influenciar o mundo. Se acorda e cheira o café, isso não vai acontecer. O mais doido e triste é que essa geração é tão influenciado que ela brigará com você se falar contra a trajetória das suas vidas, seus vestibulares, suas faculdades, suas profissões, como se fosse algo desginado por Deus.
A verdade é que essa geração se vendeu e Deus vai precisar levantar uma outra geração. A minha esperança é que essa nova seja diferente do que a atual. Ver alguém sem potencial fracassar não deixa ninguém frustrado, mas quando alguém de alto potencial fracassa e por conta própria, todo mundo fica frustrado. Quem lembra da seleção de 1998 que foi a França??? Nada podia impedir eles de ganhar a copa, se não eles mesmos e isso foi exatamente o que aconteceu. Nosso time lotado dos melhores jogadores do mundo achou uma maneira de perder (se vender diríam alguns) a final para o time de casa, França, a qual ninguém esperava nada. França??? Pelo o amor de Deus, a coisa de maior destaque que ela trouxe ao mundo foi uma torre torta. Mas, nossos jogadores cheios de potencial perderam e perderam feio; a França bateu o Brasil por 3 a 0. Isso nós chamamos de potencial desperdiçado. E essa é a única marca que essa geração tem deixado nesse mundo… até agora.
Até agora! “Bip, bip, bip”. Até agora! Isso quer dizer que o jogo ainda não acabou. Ainda há esperança que alguns dessa geração se levantem com atitude e parem de mentir, desculpe, “prometer”, ao Pai que vão para o campo trabalhar e realmente vão. Há esperança para alguns dessa geração que estão cansados dessas mensagens doces, puxa saco, que não fazem sentido mais. Que ao invés de ficar ouvindo as palavras de ontem farão algo hoje. Ainde existe esperança de que a próxima geração vai ver as vidas dos pouco compromissados, dessa geração, com o Senhor e serem influenciados a fazer o que era para ser feito por essa geração. Ainda existe esperança e assim eu me deito no meu travaseiro e durmo, sei que está fora das minhas mãos e sei que ainda existe esperança.
Meu sonho é acordar e me achar sozinho no quarto desesperado para saber o que aconteceu com você, e ser informado por uma enfermeira que você acabou de sair porque alguém estava te chamando, alguém que tem uma voz como trovão. E que dessa vez você respondeu ao chamado dele. Esse é meu sonho, meu desejo pra você. Acorde meu amigo, saia da sua cama, a hora já está avançada, o mundo está acabando, Jesus está voltado e a ira de Deus está vindo. “Bip, bip, bip”.
Há um tempo atrás, eu postei algo bem interessante que retirei do SexxxChurch, falava sobre o sentimento de culpa que muitas vezes nos impede de fazer a obra do Senhor, um sentimento que Satanás coloca em nossos corações.
“A grande tragédia não são práticas como a masturbação ou a fornicação, e nem a pornografia. A tragédia é que Satanás usa a culpa decorrente desses pecados para extirpar todo sonho radical que a pessoa teve ou poderia vir a ter. Em vez disso, o diabo oferece uma vida feliz, certa e segura, com prazeres superficiais, até que a pessoa morra em sua cadeira de balanço, em um chalé à beira de um lago.”
Quantas vezes eu já ouvi satanás em meu ouvido dizendo: “Fábio, você não é capaz! Fábio, você não vai conseguir! Fábio, você é um derrotado! Fábio, isso que você está fazendo não vai adiantar nada! Deus não está te ouvindo! Deus não está recebendo a sua adoração! Você vai amarelar! Você não vai conseguir! Você é fraco!!“
Eu sei que eu não sou o único que ouviu isso, hoje esse sentimento de culpa, de acusação, de condenação é uma das armas mais usadas por satanás, e como satanás é totalmente sem criatividade, embora hoje você consiga romper, amanhã ele poderá vir da mesma maneira, ou até mesmo sete vezes pior, por que será? Por que ele não larga do meu pé? Por que sou tão atormentado com isso? Por que? Eu já confessei tudo, já me arrependi de tudo, por que essa acusação? Bom meu irmão, se você ta passando por isso, eu quero te dizer algo, você não está só, você faz parte de um bom grupo de cristãos, desse grupo já fizeram parte, Davi, Pedro, Paulo e muitos outros apaixonados por Deus.
Como faço para não receber mais estas condenações em minha mente?
Hoje, quando vamos começar a adorar a Deus na hora do louvor, a primeira coisa que vem em minha mente é que eu não vou conseguir tocar o coração de Deus, pois eu fiz tal coisa, agi de tal forma, falei uma coisa que não devia, ou porque eu não tive um momento de intimidade maior com Deus, enfim, são várias coisas, várias acusações, várias artimanhas de satanás.
A bíblia, nosso guia e manual, nos ensina duas coisas importantes: “Quem está em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas se passaram e tudo se fez novo.” e que “Não há mais condenação, para aqueles que estão em Cristo Jesus.”
Então o segredo é você estar em Cristo! Isso mesmo, eu disse estar em Cristo, eu não disse que o segredo é ir à igreja, não disse que é fazer parte do grupo de louvor, muito menos da dança profética, não disse também que isso depende do cargo que você ocupa em seu ministério, a bíblia é clara, nós poderíamos ser claro também em obedece-la, ela nos diz que devemos estar em Cristo. Analizando estes dois versículos, eu me questiono onde estou quando sou tão bombardeado, onde estou quando vem acusações em minha mente, onde estou quando sou tomado pelo sentimento de incapacidade, onde estou??
Com certeza, quando isso acontece, eu não estou em Cristo, eu estou voltado para o meu EU, para os meus defeitos, para a minha incapacidade, e é essa a brecha que satanás precisa, pra nos bombardear com pensamentos em primeira pessoa, do tipo: “EU não vou conseguir! EU sou isso, EU sou aquilo!!”
A expectativa que há nos céus para você estar em Cristo
Estes dias passou na igreja o testemunho do Rodolfo, é aquele mesmo que todos conhecem como o Rodolfo, ex-raimundos, mas agora é o Rodolfo, servo do Deus vivo, e antes dele dar o testemunho muito abençoado dele, ele falou um pouco sobre Pedro, e falou coisas especiais, coisas que marcaram bastante a minha vida, ele comecou a falar da expectativa que há nos céus quando Deus tem uma promessa para nós! E ele disse que havia uma promessa do derramar do Espírito Santo, e que os discípulos do Senhor estavam reunidos, quando de repente, um vento impetuoso entrou naquele lugar, e aqueles disípulos foram batizados pelo fogo, e começaram a orar em outras línguas (acompanhe toda esta historia em Atos 2), e nisso algumas pessoas que não eram de Jerusalém comecaram a ouvir aqueles discipulos falando nas suas próprias línguas, pra voce entender melhor, é como se houvesse uma festa aqui no Brasil, e viessem milhares de pessoas de outros países que não falam português, exemplo: Japão, China, Alemanha, EUA, Russia, Grécia, e dai os discipulos comecaram a orar e cada visitante destes países comecaram a ouvir a sua própria lingua, ou seja, o japones ouviu falar em japones, os americanos em ingles, os russos em russo, os gregos em gregos, e foi isso que aconteceu naquele dia, e muitos que estavam ali comecaram a zombar dos discipulos e dizerem que eles estavam bebum, embriagados, de goró, e foi ai que Pedro se levantou…
Nesta parte da pregação o Rodolfo comenta sobre a expectativa que havia nos céus naquele momento, e a expectativa que havia também no inferno, satanás veio com tudo pra cima do Pedrão, dizendo: “você não vai conseguir Pedro, você vai amarelar Pedro! Você traiu Jesus Pedro!! Você negou ele três vezes!! Você é covarde! Você não tem estudo! Você é pescador! As pessoas vão zombar de ti!!”
E o nosso Pedrão fica ali por alguns instantes, naquela briga em sua mente, com aquele medo, aquela acusação, daí ele se lembra que agora Jesus está nele, e Ele está em Jesus, afinal foi o próprio que o havia perdoado, que havia dito pra ele que se ele amasse realmente a Jesus, ele apascentaria as ovelhas de Cristo, e naquele instante, ele começa a não mais olhar pra ele, não mais olhar para as suas incapacidades, ele começa a olhar para Jesus e se lembrar do seu perdão, da sua cura! E diz a Palavra que mais de 3.000 homens se renderam a Jesus, isso mesmo!! Aquele mesmo homem que negou Jesus, que não tinha estudos, que era um simples pescador, aquele homem em seu primeiro “evangelismo” ganhou mais de 3.000 almas pra Jesus! E voce? O que está esperando? Você vai estar em Cristo, ou ainda vai estar focado em seus problemas? Em seu próprio EU!!!
Eu te digo uma coisa: EM CRISTO, VOCÊ PODE, VOCÊ VAI CONSEGUIR! VOCÊ NÃO VAI AMARELAR! VOCÊ NÃO TERÁ MEDO!
“The greater single cause of atheism in the world today is Christians who acknowledge Him with their lips and walk out the door and deny Him by their lifestyle. That`s what an unbelieving world simply finds unbelievable”.
(A maior causa do ateísmo no mundo hoje são os cristãos que falam sobre Deus, mas quando saem O negam pelo seu estilo de vida. Nisto um mundo não-crente não consegue acreditar).” What if I stumble, DC Talk.
“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.” JO. 13. 35
Foi isso o que Jesus disse sobre aqueles que O seguem. Mas parece que os seguidores de Cristo hoje são mais facilmente identificados por serem inconstantes: por acharem e falarem uma coisa a respeito de Deus e por serem e viverem algo totalmente diferente. Mas vamos esquecer por ora o efeito que isso traz em quem observa um crente para poder conhecer o evangelho – e quem sabe vir a segui-lo. Existe também outro lado nisso tudo: as nossas vidas duplas atrapalham a obra de Deus.
Imagine Deus sentado em Seu alto e sublime trono, com Jesus à Sua destra, os anjos louvando com o coro: Santo, Santo, Santo. Ele está assistindo um culto; dá uma cotovelada em um serafim que passa, espirram dele algumas faíscas, e diz:
- Olhe aquela igreja ali! Veja o que eu vou fazer com aquele povo!
O serafim para pra olhar; ele se lembra de quando Deus criou o mundo e de como eles acharam estranho o fato de Deus ter colocado no Homem o tal do livre arbítrio – “Mas Senhor, o Homem vai se esquecer de você!” – e fica maravilhado ao ver homens adorando ao Senhor pela vontade deles próprios. A igreja está adorando livremente a Deus, existem línguas e profecias, tem uma jovem rodopiando ali no canto! A mão do Senhor está estendida, parece que vai derramar alguma coisa; existe uma pequena tensão no ar: Deus está esperando alguma coisa. Mas ao invés de deixar cair sobre a igreja aquilo que ele tem em sua mão Ele fica apenas assim, esperando. Às vezes parece que vai cair uma gotinha daquilo que Ele está segurando, e o serafim sabe que apenas uma gotinha seria mais do que suficiente para inundar aquela igreja com a Sua glória. Mas Ele não derrama. Olha ali Deus, o serafim pensa, aquela mulher está com câncer, aquele homem com uma dor de cabeça horrível, aquele casamento está por um fio, aquele jovem precisa de libertação.
-Eu sei, Eu já sei tudo isso.
-Desculpe Senhor. Obviamente eu sei que o Senhor já sabia de tudo isso. Mas então porque não…?
-Olhe de novo. Eles não querem que eu derrame isso.
Não adianta dizermos que queremos alguma coisa de Deus. Aquilo que nós vivemos tem que gritar para Ele o quanto nós precisamos D’Ele. Perece até fácil entender porque Deus já cogitou mandar as pedras pregarem ao invés de nós – as pedras nunca dariam o péssimo testemunho que nós damos.
Ou então, veja o anjo de uma igreja com uma bolsa de bênçãos, pronto para entregar cada uma para uma pessoa. Mas aí vem aquele irmãozinho com uma palavra, justamente para aquela mulher que ora pelo marido já faz 12 anos.
-Sai daí! Você vai atrasar mais a benção dela. O homem começa a dizer coisas que o anjo até hoje não sabe da onde ele tirou tanta besteira; acabou o culto e ele vai levar de volta pra Deus a benção daquela mulher. Mais uma vez ela vai pra casa achando que Deus não se importa com ela, que Ele nunca ouve sua oração, que ela ainda não tem fé e que tem muita coisa ainda pra aprender com aquele irmãozinho. O anjo chega de volta na presença do Senhor com a sua bolsa cheia, Deus olha pra ele, ele dá um suspiro.
-Eu sei, Eu sei.
Você já pensou como seria se a igreja fosse só de mudos? Ninguém iria poder gritar: Usa-me, Senhor! Teríamos que fazê-lO entender isso com atitudes, com gestos – com a nossa vida. Será que, ao assistirmos as nossas vidas sem som, ainda assim conseguiríamos expressar alguma necessidade de Deus em nossas vidas? A vida que nós temos vivido expressa o que nós temos dito? Ou quando abrimos a nossa boca o anjo tem que guardar de novo a benção que ele trouxe para a igreja?
Titulo original da mensagem: “Deus não existe. Rasgo minha Bíblia!”
Por Ramon Tessmann
São as primeiras coisas que falamos ou pensamos quando nos chega uma crise, seja espiritual, financeira, familiar etc. O crente gosta de concluir com rapidez: “Se isto está acontecendo comigo, Deus não existe. Se isto está acontecendo comigo, a Bíblia está mentindo”.
Gostaria de dizer que Deus existe sim. E vai continuar existindo… independente do que aconteça neste mundinho nojento em que nós vivemos, que jaz totalmente no maligno. E mesmo que Deus que aconteça uma guerra em frente a sua casa, ou você perdesse o emprego, um filho, e tudo mais o que você pensar, tudo num dia só, Deus continuaria existindo. E ainda mais, Ele é totalmente Soberano.
Está acontecendo uma guerra no Oriente. Houve um Tsunami no ano passado. As Torres Gêmeas viraram pó em 2001. Você poderia me perguntar: “Onde estava Deus?”. A minha resposta seria: “Deus existe, e vai continuar existindo… independente da maldade do homem”. Ele é o mesmo ontem, hoje e sempre. Ha ha… isso é tão verdade que chega a doer, pois a culpa é toda nossa – dos seres humanos.
E ainda digo mais: Deus existe e é digno de toda adoração e louvor debaixo do céu e da terra, independente do que aconteça neste mundo sujo e vil. Então o nosso dever não é questionar a Deus, é adorá-Lo. Mesmo que um câncer esteja nos corroendo, nossas empresas estejam falidas, nossa nação mergulhada na corrupção… mesmo assim, precisamos erguer adoração a Deus. Ele Reina absoluto. Ele é Deus.
Então pare de murmurar por causa da sua condição, simplesmente adore! A adoração vai mudar alguma coisa em minha vida??? Adore a Deus verdadeiramente e veja você mesmo!
Sim, Deus existe… e não rasgo minha Bíblia! Tenho dito.
ARTIGO ORIGINALMENTE PUBLICADO NO BLOG RAMON TESSMANN – http://ramont.blogspot.com/
Um abração em Cristo Jesus
Ramon Tessmann
http://www.ramontessmann.com.br
ramon@vidanovamusic.com
Cara, mais uma vez, esses caras arrebentaram, este texto falou muito comigo, simplesmente demais, quantas vezes eu já me deparei com essa questão, muitas vezes eu achava melhor não adorar, não buscar a Deus, por que o sentimento de culpa era muito grande, muito grande mesmo! Gracas a Deus o Senhor me libertou! E tem me libertado a cada dia! Espero que este estudo possa te ajudar e que Deus possa falar contigo!! Pr. Fábio Guimarães
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Um imenso número de jovens que sonhavam em obedecer completamente a Jesus, mas acabam se perdendo na inutilidade da prosperidade do mundo. A sensação constante de culpa e indignidade por causa de erros sexuais dão lugar, pouco a pouco, à falta de poder espiritual e ao beco sem saída da segurança e conforto.
Em outras palavras, existem muitos jovens que estão abandonando a causa da missão de Cristo porque ninguém lhes ensinou como lidar com a culpa que se segue ao pecado sexual. O problema vai além de não cair; a questão é como lidar com a queda para que ela não leve toda uma vida para o desperdício da mediocridade. A grande tragédia não são práticas como a masturbação ou a fornicação, e nem a pornografia. A tragédia é que Satanás usa a culpa decorrente desses pecados para extirpar todo sonho radical que a pessoa teve ou poderia vir a ter. Em vez disso, o diabo oferece uma vida feliz, certa e segura, com prazeres superficiais, até que a pessoa morra em sua cadeira de balanço, em um chalé à beira de um lago.
Hoje de manhã mesmo, Satanás pegou seu encontro das duas da manhã – seja na televisão ou na cama – e lhe disse: “Viu? Você é um derrotado. O melhor é nem adorar a Deus. Você jamais conseguirá fazer um compromisso sério para entregar sua vida a Jesus Cristo! É melhor arrumar um bom emprego, comprar uma televisão de tela plana bem grande e assistir o máximo de filmes pornográficos que agüentar”. Portanto, é preciso tirar essa arma da mão dele. Sim, claro que quero que você tenha a coragem maravilhosa de parar de percorrer os canais de televisão. Porém, mais cedo ou mais tarde, seja nesse pecado ou em outro, você vai cair. Quero ajudá-lo a lidar com a culpa e o fracasso, para que Satanás não os use para produzir mais uma vida desperdiçada.
Cristo realizou uma obra na história, antes de existirmos, que conquistou e garantiu nosso resgate e a transformação de todos que confiarem nele. A característica distintiva e crucial da salvação cristã é que seu autor, Jesus, a realizou por completo fora de nós, sem nossa ajuda. Quando colocamos nele a fé, nada acrescentamos à suficiência do que fez ao cobrir nossos pecados e alcançar a justiça que é considerada nossa. Os versículos bíblicos que apontam isso com mais clareza estão na epístola de Paulo aos Colossenses 2.13-14: “Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões e cancelou o escrito de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz”.
É preciso pensar bem nisso para entender plenamente a mais gloriosa de todas as verdades: Deus pegou o registro de todos os seus pecados – todos os erros de natureza sexual – que deixavam você exposto à ira. Em vez de esfregar o registro em seu rosto e usá-lo como prova para mandar você para o inferno, Deus o colocou na mão de Seu filho e pregou na Cruz. E quem são aqueles cujos pecados foram punidos na cruz? Todos que desistem de tentar salvar a si mesmos e confiam apenas em Cristo. E quem assumiu essa punição? Jesus. Essa substituição foi a chave para a nossa salvação.
Alguma vez você já parou para pensar no que significa Colossenses 2.15? Logo depois de afirmar que Deus pregou na cruz o registro de nossa dívida, Paulo escreve que o Senhor, “tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz”. Ele se refere ao diabo e seus exércitos de demônios. Mas como são desarmados? Como são derrotados? Eles possuem muitas armas, mas perdem a única que pode nos condenar – a arma do pecado não perdoado. Deus pregou nossas culpas na cruz. Logo, houve punição por elas – então, seus efeitos acabaram! O problema é que muitos percebem tão pouco da beleza de Cristo na salvação que o Evangelho lhes parece apenas uma licença para pecar. Se tudo que você enxerga na cruz de Jesus é um salvo-conduto para continuar pecando, então você não possui a fé que salva. Precisa se prostrar e implorar a Deus para abrir seus olhos para ver a atraente glória de Jesus Cristo.
Culpa corajosa – A fé que salva recebe Jesus como Salvador e Senhor e faz dele o maior tesouro da vida. Essa fé lutará contra qualquer coisa que se coloque entre o indivíduo salvo e Cristo. Sua marca característica não é a perfeição, nem a ausência de pecados. Quem enxerga na cruz uma licença para continuar pecando não possui a fé que salva. A marca da fé é a luta contra o pecado. A justificação se relaciona estreitamente com a obra de Deus pregando nossos pecados na cruz. Justificação é o ato pelo qual o Senhor nos declara não apenas perdoados por causa da obra de Cristo, mas também justos mediante ela. Cristo levou nosso castigo e realiza nossa retidão. Quando o recebemos como Salvador e Senhor, todo o castigo que ele sofreu, e toda sua retidão, são computados como nossos. E essa justificação vence o pecado.
Possuímos uma arma poderosa para combater o diabo quando sabemos que o castigo por nossas transgressões foi integralmente cumprido em Cristo. Devemos nos apegar com força a essa verdade, usando-a quando o inimigo nos acusar pelas nossas faltas. O texto de Miquéias 7.8-9 apresenta o que devemos lhe dizer quando ele zombar de nossa aparente derrota: “Não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei (…) Sofrerei a ira do Senhor, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa e execute o meu direito”. É uma espécie de “culpa corajosa” – o crente admite que errou e que Deus está tratando seriamente com ele. Mas, mesmo em disciplina, não se afasta da bendita verdade de que tem o Senhor ao seu lado!
Há vitória na manhã seguinte ao fracasso! Precisamos aprender a responder ao diabo ou a qualquer um que nos diga que o Senhor não poderá nos usar porque pecamos. “Ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei”, frisou o profeta. “Embora eu esteja morando nas trevas, o Senhor será a minha luz.” Sim, podemos estar nas trevas da iniqüidade; podemos sentir culpa, porque somos, realmente, culpados pelo nosso pecado. Mas isso não é toda a verdade sobre o nosso Deus. O mesmo Deus que faz nossa escuridão é a luz que nos apóia em meio às trevas. O Senhor não nos abandonará; antes, defenderá a nossa causa.
Quando aprendermos a lidar com a culpa oriunda de nossos erros com esse tipo de ousadia em quebrantamento, fundamentados na justificação pela fé e na expiação substitutiva que Cristo promoveu por nós, seremos não apenas mais resistentes ao diabo como cometeremos menos falhas contra o Senhor. E, acima de tudo, Satanás não será capaz de destruir nosso sonho de viver uma vida em obediência radical a Jesus e de serviço à sua obra.
Nem sempre o nosso lar, lugar onde mais gostaríamos de receber as melhores notícias e viver os melhores momentos, nos dá tantas alegrias assim. São muitas as vezes que nos deparamos com incidentes que se desenrolam tal como um copo d’água virando uma tempestade. Quando se percebe, aquilo que era só uma palavrinha ou comentário é entendido de forma negativa e se transforma numa baita confusão.
Este é apenas um dos exemplos que mostram que nem sempre vivemos um mar de rosas ou um pedacinho do céu em nossas casas, junto a nossas famílias. Mas, em vez de reclamar da situação e colocar a culpa no parente mais próximo, você já pensou que pode ser um instrumento para que as coisas sejam melhores?
O Senhor tem nos dado o que é necessário para sermos fortes espiritualmente: palavras, pregações, seminários, atos proféticos, unções e cobertura de oração. Todavia, muitas vezes nos vemos despreparados a enfrentar tempos de escassez, porque não armazenamos corretamente o que Ele nos dá para enchermos nossos celeiros. O que falta é o nosso posicionamento. E mais do que estarmos na posição certa apenas para receber bênçãos em benefício próprio, Deus quer usar o nosso compromisso com Ele para levantar a nossa família do monturo espiritual: aquele lugar de morte, de retrocesso, de angústia e aprisionamento.
É claro que sempre bate um certo medo de não conseguirmos vencer obstáculos ou um incômodo por não querermos sair de nosso lugar de conforto e buscar por nossas famílias. Afinal, os problemas sempre parecem maiores do que nossas forças naturais e realmente o são. Mas quando contamos com a ajuda do Senhor e utilizamos o que Ele nos deu para sustento em tempos difíceis, entendemos que, assim como os planos dEle para nós são individuais, as ordenanças que devemos seguir também serão. Não há outra alternativa se quisermos ser vencedores. É melhor tremer, mas encarar a situação, do que dar no pé, pois Deus não é com os covardes.
Mensagem adaptada do culto de 15 de janeiro de 2008, ministrado pela pastora Caroline Guimarães.