O caso do “monstro da Áustria”

Pouco sei sobre este caso que abalou o mundo. O que deu para captar foi que durante muitos anos o austríaco Josef Fritzl, violentava sexualmente a sua filha Elizabeth. Mais precisamente, desde os 11 anos de idade. Aos 18 ele a dopou e a colocou em um porão, dizendo que ela tinha sido sequestrada por uma seita. 9 anos depois surge uma carta “forjada” de Elizabeth dizendo que já é mãe de duas crianças e que não pode ficar com mais uma, por isso Liza, de 9 meses é encontrada no edifício da família Fritzl. Um ano depois, de forma semelhante, aparece, no mesmo local, Monika, de 10 meses. No dia 26 de Abril de 2008, Josef é detido pela polícia e diz ter cometido incesto, enquanto Elizabeth e seus filhos são libertos com a condição de nunca mais vê-lo.

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Vasculhando o site da SEXXXCHURCH achei esta matéria deles e resolvi colocá-la no nosso blog. Antes disso, veja alguns vídeos desse caso que abalou o mundo.

PAZ…

Pr. Fábio Guimarães

Casa do Horror






Roteiro para um filme: O Calabouço

Imagine esse roteiro, pai (um dos protagonistas) desconfiado que sua filha (outra protagonista) esteja andando em más companhias e consumindo drogas, resolve prender essa garota de 18 anos em casa. Não simplesmente como um castigo de hoje, algo como sem TV, Internet e baladas com os amigos no final de semana. Vamos pensar em algo mais “poético”, algo como uma torre, mas como o roteiro tende para o suspense será um calabouço.

Nesse calabouço, essa possível garota rebelde, tem a sua disposição uma espécie de pequeno apartamento, milimetricamente pensada e construída – três pequenos quartos, banheiros, um chuveiro, uma cozinha e um aparelho de televisão. Esse pequeno apartamento (com paredes a prova de som) é protegido 24 horas por uma porta de concreto armado com uma fechadura eletrônica, onde apenas o pai possuiria a senha.

Agora, pense nessa garota começando a viver/crescer neste calabouço, hora após horas, dias após dias, semana após semanas, mês após mês, ano após anos e década após década. Isso mesmo, década após década!

Vamos voltar por um momento ao personagem do Pai: ele com seu sentimento de dever cumprindo (pois afinal ele está livrando sua filha de todos os “males” desse mundo tenebroso em que vivemos) tem a idéia de quebrar a solidão que sua filha enfrenta no seguro calabouço. Que tal plantas para renovar o ar do ambiente e até mesmo o embelezar? Que tal um bichinho de estimação para brincar e entreter sua filha? Que tal CDs para que o ambiente não fique tão silencioso? Mas, depois de muito pensar, o Pai enfim chega a uma conclusão: Que tal um marido?

Como esse pai não confia nas pessoas que vivem sobre a superfície, ele resolve ser o próprio marido de sua filha, isso mesmo, ele irá desempenhar o papel do pai e o do marido para a nossa protagonista (tudo para “protegê-la”). Após 04 anos atuando como pai e marido (com todas as responsabilidades e deveres de um marido ativo), esse homem resolve que está na hora de aumentar essa família, pois há muito espaço no calabouço. Então não um, ou dois, ou três, ou quatro filhos para essa nova família, mas sim SETE FILHOS COM A PRÓPRIA FILHA! Meu Deus, esse ator irá cobrar uma fortuna, pois começou com pai, depois passou a ser o marido também e agora é um PAI-AVÔ!

Mas aí entra um novo detalhe na trama: o que fazer com essas crianças? Se tira-las, todas, do calabouço a mãe-filha pode pirar de uma vez por todas, já que vive no limite da sanidade, afinal, foi seqüestrada, mantida em cativeiro, nunca mais viu nenhum outro humano, pode até ter sido levada a pensar que uma peste varreu a humanidade da face da terra – sei lá – foi obrigada a manter relações sexuais com o próprio pai por mais de duas décadas, e agora as crianças. A solução é levar para superfície as mais difíceis e manter no calabouço as mais calmas.

Do suspense vamos para o terror total: uma mãe, com todos os distúrbios psicológicos possíveis advindos das situações acima descritas, crianças que nasceram e foram educadas por ela, sem nunca terem tido contato com quaisquer outros seres humanos (além da mãe e pai-avó), além de nunca terem visto o dia ou a noite, nunca pisaram na terra, nunca foram a um mercado, nunca foram a uma escola, nunca viram outras crianças, nunca brincaram na rua, nunca correram por um parque etc. (a lista de privações é enorme). Como ficou a mente dessas crianças depois de mais de uma década crescendo nessas condições? Quais serão seus parâmetros de bem e mal? Quais seus valores?

Bem, creio que esse roteiro teria tudo para ser um ganhador do Oscar, só fico em dúvida qual seria a categoria do filme: Drama? Suspense? Terror?

O que escrevemos acima, um duvidoso roteiro, poderia até fazer sucesso com os aficionados por filmes de suspense e terror, como por exemplo, o Quarto do Pânico ou Na Companhia do Medo. Mas, infelizmente, essa história é real, é a vida de Elisabeth (jovem presa e abusada sexualmente por 24 anos em um calabouço, por seu próprio pai), seus sete filhos (nascidos e alguns deles criados por até 19 anos neste calabouço) e Josef Fritz (pai de Elisabeth e pai-avô de sete filhos).

“O austríaco Josef Fritzl, que admitiu para a polícia austríaca, ter abusado sexualmente da filha Elisabeth durante os 24 anos em que a manteve dentro de um porão, disse nesta terça-feira à polícia que a prendeu para livrá-la das drogas. Segundo ele, a filha era uma menina difícil.” (Fonte: g1.globo.com)

[link para matéria completa]

No último domingo, 27 de abril, os austríacos e todo o restante do mundo foram surpreendidos com o caso de Elisabeth, que traz a tona os crimes de cárcere privado, abuso sexual e incesto. Escolha qualquer um dos três crimes e todos eles são absurdos, tanto para sociedade, mesmo caída como a nossa, quanto para Deus. Cárcere privado e abuso sexual são crimes previstos em lei, já o incesto não. É algo que a lei e a sociedade preferem simplesmente ignorar. Pena que as vítimas não possam fazer o mesmo.

Nós, a sociedade e, mais ainda, nós, cristãos, que decidimos por seguirmos os passos de Cristo, temos a obrigação de não calarmos, de não ignorarmos os males que assolam nosso mundo, e isto incluiu as perversões sexuais que hoje parecem uma epidemia que tem destruído milhares de famílias pelo planeta.

Não fique parado, como se isso fosse algo distante de você. Deus ainda nos ama, mesmo diante dos horrores que podemos fazer, então, nunca é tarde para nos voltarmos para o amor de Deus, expresso por Cristo na cruz. É justamente esse amor que nos limpa, que nos afasta do mal, que nos ajuda e nos inspira a termos como princípio o amor ao próximo, ao invés do mal sem medida.

Retirado de SEXXXCHURCH

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Sem compromisso afetivo, homens e mulheres aderem cada vez mais ao swing, em encontros que acontecem em festas particulares e clubes especializados. Sexólogos e psicólogos alertam para os riscos da troca de parceiros. O swing é como uma cocaína que vicia. Praticantes querem ir outras vezes e começam a se interessar por sites e por anúncios de outros casais.

Não há novidades em relação ao sexo grupal e à troca de casais. A Bíblia cita passagens sobre Sodoma e Gomorra, cidades onde a prática era corriqueira e livre. A mitologia grega e a romana mostram deuses cultuados em orgias que se tornaram conhecidas como bacanais — nome dado em homenagem a Baco, o deus do vinho, chamado de Dionísio pelos gregos — que celebravam a “alegria” e os ciclos vitais.

Segundo os especialistas em venereologia, a prática dos encontros sexuais habitualmente variados e as trocas de parceiro, aumentaram consideravelmente o número das DSTs no decurso da última década. Se com um já é perigoso ser infectado, imagine com vários.

Muitas vezes o swing traz consigo violência, desejos anormais e um comportamento compulsivo, visto como a única opção na hora do sexo, já que não há amor entre os participantes.

Deus instituiu o sexo para ser desfrutado dentro do casamento e com o cônjuge exclusivamente. Podemos entender que a presença de terceiros na relação sexual do casal, mesmo que seja virtualmente, como nos casos de filmes ou revistas pornográficas, não estão conforme os planos e sonhos de Deus, ferindo o princípio da privacidade visual ou auditiva entre o casal. A relação sexual é algo que deve ser compartilhada a dois e não para terceiros verem ou ouvirem.

Fontes: www.sistemas.aids.gov.br – www.correioweb.com.br – www.clickfamilia.org.br

“Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Tudo me é permitido, mas eu não deixarei que nada me domine.” (1 Coríntios 6:12)

“Que o casamento seja respeitado por todos, e que os maridos e as esposas sejam fiéis um ao outro. Deus julgará os imorais e os que cometem adultério.” (Hebreus 13:4)

RETIRADO DO SEXXXCHURCH

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