Antes, os temas sexuais que eram exclusivos das publicações especializadas, hoje, freqüentam o horário nobre. Especialmente, depois da massificação da internet. O heavy-user do pornô é o homem – mais de 80% – e quase todos se entusiasmam com sexo pesado, com requintes de violência e submissão, que se expressa muito nas manifestações das mulheres que se deixam submeter. Será isso normal? A partir daí concluiu que a posição convencional está virando lenda. A internet foi o fermento dessa segunda onda. Os sistemas fechados de transmissão de filmes possibilitaram não apenas que a indústria como um todo crescesse, mas também passasse a filmar e editar os filmes em duas versões: a hard, voltada para a comercialização em vídeo, bancas de jornais e lojas especializadas, e a soft, comercializada para esses sistemas fechados e canais a cabo. Você está fugindo do softcore que está em nossos olhos durante boa parte dos nossos dias? Alguns números divulgados recentemente pela Associação dos Produtores de Filmes Pornográficos demonstram como esse mercado cresce e prospera. Desde números contestados por muitos como o que diz que o homem americano médio passa três horas e 51 minutos por dia consumindo pornografia na internet/vídeos/canais a cabo. O mercado brasileiro não é diferente, muito embora os evangélicos em geral sejam contra a pornografia (alguns apenas instintivamente), nem todos estão conscientes do perigo que ela representa. Será alguns estão perdendo tempo com filmes pornográficos? Três horas e 51 minutos de pura sacanagem? Enquanto não se passa 5 minutos na presença de Deus? O homem americano gastou mais nos clubes e bares de strip em 2000, do que gastou na soma de suas idas ao teatro, ballet, jazz e concertos de música clássica. Dos US$ 10 milhões de 1972, a indústria dos vídeos e filmes pornográficos saltou, em 2000, para mais de US$ 10 bilhões. Isso mostra como é crescente e contínuo o desenvolvimento do mercado pornográfico pelo mundo todo. Há boas razões para acreditarmos que o número de evangélicos no Brasil que são viciados em pornografia é preocupante. Pesquisadores estimam que nos Estados Unidos cerca de 10% dos evangélicos estão afetados. Considerando que no Brasil a facilidade de se obter material pornográfico é a mesma — ou até maior — que nos Estados Unidos, considerando que a igreja evangélica brasileira não tem a mesma formação protestante histórica da sua irmã americana, considerando a falta de posição aberta e ativa das igrejas evangélicas brasileiras contra a pornografia, como acontece nos Estados Unidos, não é exagerado dizer que provavelmente mais que 10% dos evangélicos no Brasil são consumidores de pornografia. Atualmente, é comum vermos em horário nobres cenas nas quais atores, geralmente bonitos e sensuais, criam um ambiente de puro erotismo. Triângulos amorosos, fantasias e desejos, bigamia, ménage à troy, voyerismo e tudo mais que a imaginação dos mais puritanos repudia está todo dia exposto a milhões de telespectadores. Será que ficou normal esse tipo coisa em nossas casas? A tecnologia da comunicação também trouxe possibilidades reais num mundo virtual. Quem tem um computador ligado à internet tem acesso a tudo que desejar relacionado a sexo e pornografia. Pode-se ter acesso a todo material pornográfico imaginado. É possível até mesmo marcar encontros sexuais. Salas de chat divididas por idade, sexo, gostos e afinidades estimulam a imaginação de usuários de todo o mundo, tornando-os viciados numa nova linguagem social. Na verdade, o sexo é um produto que vem gerando resultados exorbitantes. Sua propaganda, que usa constantemente a fantasia e a imaginação das pessoas para conseguir perseguir, persuadir e lembrar o seu público-alvo, não faz diferenças entre mercado-alvo e adjacente. Um dos problema da pornografia é que ela não se dirige apenas ao seu público-alvo, mas também às pessoas que lhes são próximas. Imagine seu filho de 7 anos viciado em sites pornográficos. A sociedade não pode aceitar que crianças e adolescentes absorvam da mesma forma a propaganda pornográfica que o seu público-alvo. Não queremos nossos filhos tendo acesso a sites pornográficos, assistindo a cenas eróticas em horários impróprios definidos por lei, sendo estimulados, cativados e preparados para futuros consumidores do mercado pornográfico. Precisamos lutar contra a pornografia.
Retirado do SEXXXCHURCH

















Ana Paula disse,
Março 12, 2009 às 3:39 pm
Eh, cada vez mais as oportunidas do fascinio batem nossa porta. Mas a palavra de Deus sempre nos instruiu a vigiar e orar para não cair em tentação. Precisamos estar mais vigilantes, assim como também vigiar filhos, irmãos e amigos para não cair nas ciladas do diabo, pois a área da pornografia pode ser comparada a um doce muito gostoso e bonito ao olhos, mas recheado de puro fel.